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Com Michael Gathy “merla888” em destaque, decisão do Millionaire Maker da WSOP acontece nessa quarta-feira; confira

Será a primeira forra de sete dígitos da série em 2021. Campeão vai levar US$ 1.000.000 para casa

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Michael Gathy

A quarta-feira (13) será um dia histórico na WSOP. Após quatro dias de disputa no Evento #17 ($1.500 Millionaire Maker), o grande campeão será conhecido e levará a primeira forra milionária da série em 2021.

O torneio contou com um total de 5.330 entradas, que geraram um enorme prizepool de US$ 3.428.280. Com um prêmio de US$ 1.000.000 garantido para o campeão, o evento da WSOP costuma ter um dos maiores fields todos os anos, durante a série em Las Vegas.

O Dia 4 do torneio começou com apenas 20 jogadores na disputa. Foram poucas horas de jogo até a formação oficial da mesa final com nove jogadores. O torneio foi programado para ser jogado até restarem cinco jogadores. E assim ocorreu.

Com as eliminações de Sertan Turker (9º – US$ 83.545), Adam Sherman (8º – US$ 105.690), Todd Saffron (7º – US$ 124.570) e Kevin Palmer (6º – US$ 172.455), a disputa foi paralisada e será retomada amanhã.

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O chip leader disparado da mesa final é o americano Daniel Lazrus, que possui 60.200.000 fichas, sendo 100 big blinds. Ele tem o dobro do segundo colocado, o espanhol Ignacio Moron, que terá 30.600.000 fichas para ir rumo ao bracelete.

Mas, o grande destaque dessa mesa final é sem dúvidas o belga Michael Gathy. Tetracampeão da WSOP, o “merla888” como é conhecido pelo seu nick do PokerStars, está na briga pelo penta com um montante de 21.900.000 fichas.

Completam o 5-handed, mais dois americanos. Jeffrey Geancarelli conseguiu um total de 13.500.000 fichas e Darryl Ronconi, que foi o chip leader do Dia 2, avançou com 7.400.000, tendo uma situação mais complicada.

A decisão está marcada para 20h00 horário de Brasília. Os blinds voltam em 300.000 / 600.000. O campeão irá faturar a maior forra da série até o momento, sendo US$ 1.000.000. Até o momento, os cinco jogadores já garantiram ao menos US$ 222.430 da faixa de premiação.

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Confira o episódio do Depois do River #22:

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WSOP: Phil Hellmuth dá a volta por cima, é campeão do Evento #31 e conquista o 16º bracelete da carreira

A lenda aumentou a hegemonia na série depois de uma semana conturbada

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Phil Hellmuth foi o centro total das atenções na última semana de uma maneira negativa pelo seu comportamento em uma mesa final. Nesta semana que se inicia a imagem da maior lenda da história da WSOP será bem diferente. O craque conseguiu a façanha de alcançar mais uma mesa final e dessa vez o bracelete não escapou. Ele foi o grande campeão do Evento #31.

Hellmuth mostrou mais uma vez toda a sua qualidade nos Mixed Games e derrotou o field do US$ 1.500 No-Limit 2-7 Lowball Draw. O torneio contou com 232 inscrições e o “Poker Brat” foi só alegrias com o prêmio de US$ 84.951. Para ele, mais importante do que isso, foi a conquista do bracelete. Hellmuth conquistou a joia pela incrível 16ª vez.

“Eu queria um bracelete de 2-7 desde os anos 80 porque era o bracelete mais legal de ganhar. Era o único torneio que Chip (Reese), Doyle (Brunson) e todos os grandes nomes apareciam para jogar”, disse o campeão. “Eu estava lutando demais por esse bracelete há muito tempo e meu jogo foi ficando cada vez melhor. Eu trabalhei muito nele e conheço todos esses truques porque estou jogando desde os anos 80. É uma sensação muito boa”.

A hegemonia do craque aumentou para uma diferença de seis pulseiras para Phil Ivey, Doyle Brunson e Johnny Chan, todos com 10 conquistas. O início de Hellmuth na série em 2021 é magistral e permite o craque sonhar com ainda mais. Essa foi a quarta mesa final dele e o quinto ITM garantido. As outras FTs terminaram em quarto, quinto e sexto lugares.

LEIA MAIS: Exclusivo: Phil Hellmuth pede desculpas por comportamento, mas ressalta: “culpado, mas não de tudo”

Hellmuth também se comportou melhor nessa FT. “Hoje eu falei para mim mesmo ‘sem palavrões e sem ameaças’. Eu xinguei um pouquinho e tenho certeza que as câmeras pegaram, mas eu estava bem mais tranquilo, provavelmente porque eu fui longe demais no outro dia”.

A mesa final foi formada com oito jogadores e Phil estava praticamente empatado com Dario Sammartino na liderança. O italiano era o único não-americano da FT, que contou com vencedores da série como Chris Vitch, Rep Porter e Kevin Gerhart. O heads-up foi contra o também craque Jake Schwartz. Concorrência para ninguém colocar defeito.

O último bracelete de Hellmuth havia acontecido em 2018, três anos atrás, mas na prática apenas uma temporada (2019) passando em branco. O 16º bracelete veio em um all in pré-flop. Phil já tinha grande vantagem e descartou duas cartas, Schwartz descartou uma. O “Poker Brat” tinha 982 e o rival T432.

Eles decidiram que as cartas de Hellmuth seriam entregues primeiro e ao receber um 5 e um 7, Jake ficou drawing dead e a festa da lenda começou. Sem alcance, Schwartz pegou um 4. O 2-7 vence o menor jogo com as cinco cartas. “Há muita habilidade nesses torneios. É mais difícil vencer nos mixed games. Se eu consigo ganhar quatro ou cinco braceletes de mixed games, eu acho que fala muito sobre o meu legado. Acho que estou jogando vários jogos no mais alto nível atualmente”, terminou a lenda.

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Rafael Reis passa blefe insano em Pavel Plesuv e puxa pote gigante no Monster Stack da WSOP; confira

Ele segue na disputa do torneio

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Rafael Reis

Os torneios da WSOP seguem sendo disputados no Rio All-Suite Hotel & Casino, em Las Vegas. Um dos principais é o Monster Stack de US$ 1.500, que pagará uma forra gigante para o campeão. Vários brasileiros entraram na disputa, um deles é Rafael Reis.

Ele é residente nos Estados Unidos a sete anos, e se tornou profissional no país. O brasileiro mora na cidade de Orlando, no estado da Flórida. Pra quem não conhece, Rafael é um regular assíduo dos torneios ao vivo nos EUA, com inúmeras premiações em sua carreira.

Disputando a WSOP, Rafael avançou muito bem no Dia 1A do Monster Stack. Nesse domingo (10), o segundo dia está sendo disputado e o brasileiro estava em uma mesa duríssima contra o moldavo Pavel Plesuv, o famoso “silentm0de”, dos feltros do PokerStars.

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Sem se intimidar pelo regular “lendário”, Rafael aplicou um blefe insano e de quebra, deu showdown na mão. A situação foi a seguinte, um jogador abriu raise em posição inicial, Pavel Plesuv deu call e Rafael completou no big blind.

O flop foi , Rafael e o jogador agressor deram check, Plesuv saiu apostando 50.000 fichas. A ação retornou para o brasileiro, ele fez tudo 175.000, o oponente inicial foldou e Pavel deu call. O turn foi um , trazendo draws de flush e sequência.

Rafael continuou apostando forte, ele colocou 275.000 fichas na mesa e Plesuv apenas pagou. O river foi um , carregando o board de draws. Com um feeling apurado, o brasileiro pensou 30 segundos e colocou suas 930.000 fichas no centro da mesa, indo all in.

Plesuv também pensou por 30 segundos e resolveu jogar suas cartas fora. Imediatamente, Rafael mostrou o , tendo apenas ace-high. Ele não acertou um flush em ouros no river. Ao ver o blefe, Pavel falou: “boa mão”. Rafael puxou um pote gigante e passou da marca de 2.000.000 em seu stack e segue buscando o bracelete.

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Yuri Martins, Renan Bruschi e André Akkari avançam para o Dia 2 do Evento #32 HORSE da WSOP

Os nossos campeões seguem na busca por mais um bracelete

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Os jogadores brasileiros seguem na busca pelos braceletes da WSOP. E um dos principais focos dos nossos representantes é o Evento #32 ($3.000 HORSE). Além do bracelete, o torneio pagará uma bagatela de seis dígitos para o campeão.

A competição é jogada em cinco modalidades, o tradicional HORSE e teve um field total de 282 entradas. Ao final de um longo dia de disputa, o field se reduziu a 154 jogadores, sendo três brasileiros, todos donos de braceletes da WSOP.

Quem puxa a fila é o embaixador do partypoker Yuri Martins. O número 1 do ranking da PocketFives, está empenhado a conquistar o terceiro bracelete. Ele conseguiu avançar com um stack de 105.800 fichas.

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Com um pouco menos fichas aparece Renan Bruschi, sócio e instrutor do NeTT Team. O gaúcho fez sua estreia hoje na WSOP, após longos 14 dias de espera. Renan acumulou um total de 98.300 fichas e irá em busca do seu segundo bracelete.

Fechando a lista mais não menos importante, temos o Team PokerStars Pro André Akkari. Um dos nossos principais embaixadores do poker nacional também conseguiu se classificar. Akkari é um dos shorts com apenas 18.900 fichas, mas ele vai com tudo no Dia 2.

O chip leader do torneio foi o lituano Vincas Tamasauskas, com 197.000 fichas. Nomes importantes também se classificaram: Brian Hastings (178.400), Maria Ho (169.400), Max Pescatori (106.100), Daniel Negreanu (95.900) e Anthony Zinno (33.900), seguem na disputa.

O torneio terá seu reinicio nesse domingo (17) às 14h00 horário de Las Vegas. A bolha do torneio estourará na 43º colocação. O grande campeão irá levar o bracelete mais um belíssimo prêmio de US$ 172.823.

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