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VIDEO: Madson Moura comemora sonho de conhecer o Rio durante o KSOP e primeira viagem internacional: “partiu WSOP Las Vegas”

Conversamos sobre a nova fase na vida do atual campeão do BSOP Millions

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(Crédito: KSOP)

A comunidade do poker assistiu de forma emocionada a trajetória de Madson Moura durante o último BSOP Millions. O potiguar, de origem humilde, realizou o sonho de uma vida ao conquistar o título do Main Event e faturar mais de R$ 1.4 milhão.

Para quem precisava jogar poker com o dinheiro contado, sem saber onde iria dormir ou onde iria ficar, a glória e o valor financeiro conquistado o fizeram mudar de patamar. Hoje, Madson consegue viajar e ter o mesmo conforto que os adversários que ele encontrava na mesa tinham.

“É um prazer estar aqui, dando mais uma entrevista e agora aqui no KSOP Rio de Janeiro. Era um sonho conhecer essa cidade linda. Está só começando, meu sonho está sendo realizado, agradecer muito a Deus primeiramente, por estar dando essa oportunidade de conhecer o Brasil. Através do meu bom resultado no BSOP Millions, que fui campeão. Comecei o ano com o objetivo de concorrer os rankings do BSOP e do KSOP. Já tem 15 dias que to fora da minha casa, agora em Brasilia tive um bom resultado de novo, fiz mesa final do BSOP e logo em seguida vim para cá, KSOP Rio de Janeiro. Objetivo é fazer mais uma mesa final, mais um sonho a realizar, concorrer ao ranking, se Deus quiser e dar meu melhor para chegar lá”, comentou.

Madson Moura – Main Event KSOP Rio de Janeiro

Pela primeira vez na Cidade Maravilhosa, Urea revelou a alegria: “pra mim não tem preço. O nordeste eu já rodei, o nordeste inteiro, com muitas dificuldades, dinheiro para taxi, para ônibus, e to com uma oportunidade de rodar o Brasil, sem preocupação de onde ficar, ter o que comer, hospedagem aqui no evento, hotel do evento, isso ai não tem preço. Tenho que dar o melhor, se antes que eu não tinha conforto eu já dava o melhor, agora com conforto tenho que fazer de tudo”.

Madson se destacou pela primeira vez no Nordeste Poker Series. Lá conseguiu título no 6-max e vice High Roller, os principais eventos da grade depois do Main Event. As idas para o BSOP Millions já aconteceriam desde 2017, quando inclusive fez amizade com André Akkari, em meio a algumas de suas brincadeiras.

“Se Deus quiser vou jogar o mundial, WSOP, esse ano ainda. Terminando essa etapa já vou trabalhar sobre meu visto (…) Quando tiver tudo pronto, partiu WSOP Las Vegas”

Para quem acha que foi um golpe de sorte, esquece que Urea conseguiu fazer ITM nas duas oportunidades do Main Event do Millions, uma delas ficando entre os 100 primeiros. Para quem o conhecia, a conquista que aconteceu em dezembro, era questão de tempo.

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Além do foco nos rankings dos principais torneios do Brasil, Urea planeja sua primeira viagem internacional para jogar poker, ainda em 2020. “Se Deus quiser vou jogar o mundial, WSOP, esse ano ainda. Terminando essa etapa já vou trabalhar sobre meu visto, tirar quanto mais rápido, melhor. Quando tiver tudo pronto, partiu WSOP Las Vegas”, revelou.

Recentemente, Madson compartilhou uma mão com seus seguidores, jogada no Main Event do BSOP Brasília, e fez uma analise. Com apenas o 8 completando a sequência, ele não pagou o all in, acreditando que o adversário possuía 89. “Essa mão que comentei no meu Instagram, no longo prazo não é lucrativa dar call para empatar. Eu postei para mostrar para minha galerinha que me beneficiei foldando, não botando meu torneio no mato, foi isso ai que aprendi. Fiz mesa final mais uma vez do BSOP”, relembrando que o fold o ajudou a chegar mais longe no torneio.

Urea fez mesa final do Main Event do BSOP Brasília 2020

Sempre com muito bom humor, ele finalizou a entrevista com o clássico bordão que quem joga os grandes torneios de poker do Brasil, ou segue Madson nas redes sociais, já se acostumou a ouvir: “DEVE TA RIM!!!”.

Recentemente, Urea iniciou uma campanha para chegar aos 10 mil seguidores no Instagam, para quando chegasse em uma reta final televisionada, pudesse colocar o link de forma mais pratica para “sua galerinha” acompanhar. No momento, faltam 342 seguidores. Assim como a equipe do MundoPoker faz, sigam o Urea, vocês não irão se arrepender

Confira a entrevista na integra:

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KSOP SA: Valdeci Proença, o “Anão do JJ”, celebra ótima fase e sucesso da cirurgia: “só tenho a agradecer”

Valdeci conta que a cirurgia melhorou sua perna direita em 110%

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Valdeci Proença

O poker sempre renova seu ecossistema de personagens e, nos últimos meses, quem ganhou cada vez mais força foi Valdeci Proença, popularmente conhecido como o “Anão do JJ”. Proveniente do stand-up, Valdeci ganhou muita força na criação de conteúdo e agora está brilhando nas mesas.

A boa fase nas mesas está aliado ao sucesso na vida. Há alguns meses, o “Anão do JJ” passou por uma cirurgia importantíssima para melhorar sua qualidade de vida, e desde então, a vida é só alegria. Com um sorriso no rosto no KSOP South America, Valdeci aproveitou um dos breaks para falar com o Mundo Poker.

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A etapa está espetacular. Valdeci, que começou a semana com um título em um clube em São Paulo, chegou em Balneário Camboriú e já conquistou um título no Torneio dos Influenciadores. Além disso, no fim de semana, ele acumulou um vice-campeonato e um título no Kings Turbo. O lado comediante fica de lado para um jogador cada vez melhor nas mesas. “Foi ótimo! Eu já cheguei com uma graninha aqui no KSOP. Além de estar num lugar incrível, ainda estou numa runnada surreal. Um ótimo começo”, contou.

O JJ também foi pauta. O título no Kings Turbo veio justamente quebrando um par de valete na mão final. Valdeci agradece as bads de JJ porque, segundo ele brinca, ‘geram mais conteúdo’: “É bom porque quando ganha a gente não posta, né. O pessoal me marca toda vez quando ganha ou perde com JJ. Também acabamos ganhando um na FT dos influenciadores, mas vamos deixar essa quieta”, riu.

Os resultados trazem confiança. “Eu não crio só conteúdo. Eu também estudo, tenho noção do jogo. Essa forra traz mais confiança, você joga mais solto. Agora no Kings Turbo, por exemplo, eu dei rebuy porque fui perseguir um draw”, explicou.

Por fim, Valdeci celebrou também o sucesso da cirurgia que, segundo ele, melhorou ‘sua perna em 110%’: “Eu vim do stand-up e a comunidade ajudou, mas [com as] pessoas do poker, a ajuda foi surreal. Queria agradecer todo mundo que acabou ajudando. É uma cirurgia que os médicos dizem que muda a vida de muita gente. Em maio eu faço a da outra perna, e já está tudo pago também pela ajuda da comunidade do poker. Só tenho a agradecer”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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KSOP SA: Peterson Machado vence cooler em all in triplo e fica gigante na busca pelo tricampeonato do Progressive K.O.

O carioca venceu o torneio em outras duas oportunidades na carreira

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O Progressive K.O. é um dos torneios mais queridos da grade do KSOP, e o campeão da etapa South America 2026 será conhecido ainda nesta terça-feira. Um dos postulantes fortíssimos é Peterson Machado, que já venceu a competição em duas ocasiões ao longo da carreira.

O embaixador do KSOP está muito forte na briga e puxou um pote enorme na semi FT, que lhe rendeu uma ótima quantidade de fichas ao vencer um cooler em all in triplo. Ele tinha nos blinds 18.000 / 36.000, quando William Melo anunciou all in de 403.000 fichas com do UTG.

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No UTG+1, Victor dos Santos, com 1.492.000 fichas, resolveu isolar com . A ação chegou até o small blind, Peterson, que anunciou all in com 1.043.000 fichas, configurando assim o all-in triplo, com bounties valiosos em jogo. Machado jogava para segurar com seu par de damas.

Logo no flop, , Peterson acertou uma trinca e passou a liderar com tranquilidade. Ainda assim, William Melo seguia vivo por uma broca para sequência com o valete, enquanto Victor estava praticamente drawing dead. O turn foi um , mantendo a vantagem de Peterson.

Faltava o river, e Peterson só perderia para William caso batesse um dos valetes. No entanto, veio um , completando um full house e garantindo 2.561.000 fichas para o embaixador do KSOP, que segue na busca pelo tricampeonato do Progressive K.O.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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Em nova fase na carreira, Gabriel Reis equilibra família e poker, comenta novo time e detalha plano para o KSOP SA

O jogador de Santa Catarina é um dos presentes na etapa

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Balneário Camboriú se consolidou como uma das principais casas do poker brasileiro, recebendo jogadores de todo o país e até do exterior durante as etapas do KSOP. A etapa South America, por exemplo, costuma atrair um público fiel de Santa Catarina, que não perde a chance de marcar presença no grande evento. Nesse cenário, o regular Gabriel Reis é um dos nomes mais representativos.

Morando na região, Gabriel é figura carimbada nas etapas do KSOP em Balneário. Sua trajetória recente traz histórias marcantes, como em 2024, quando se tornou pai pela segunda vez durante a etapa de Itajaí. De lá para cá, muita coisa mudou dentro e fora das mesas, incluindo o “big hit” da carreira em 2025. A chegada do segundo filho também trouxe uma motivação extra ao jogador, algo que ele mesmo destacou ao falar sobre o momento especial de disputar a série em casa.

“Pô, jogar a ‘Libertadores do Poker’ em casa é sempre bom demais, né? É aquele momento de reencontrar os amigos, trocar ideia, sentir o clima, pra mim, está sendo especial. Hoje estou numa rotina em que consigo equilibrar bem as coisas, principalmente estar mais presente na criação dos meus filhos sem deixar o jogo de lado. Sinto que esse é o meu maior acerto nesse momento da vida, então está tudo caminhando bem”, contou Gabriel.

Ao falar sobre sua participação no KSOP, Gabriel explicou que optou por uma grade mais enxuta, priorizando torneios com melhores estruturas e premiações garantidas, em vez de volumar muito.

“Sobre o KSOP, eu optei por fazer uma grade mais enxuta, até porque não dá pra grindar tudo sem ter uma estrutura maior por trás. A ideia é focar mais nos High Rollers, nos Progressive KO e nos torneios que estiverem com garantido mais atrativo. Quero concentrar energia nesses eventos mesmo.”

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Vivendo um momento mais leve na carreira, Gabriel também destacou a importância de manter a consistência sem abrir mão do equilíbrio fora das mesas. Segundo ele, a ideia é seguir focado no próprio jogo, sem pressa por resultados, valorizando cada momento. Ele também reconheceu que 2025 foi um ano de virada, muito por conta de ajustes na rotina profissional e da influência de Felipe Carbonera, amigo próximo e head coach do seu time.

“A ideia é seguir tranquilo, fazer o meu jogo, buscar esses resultados com calma. Se vier agora, ótimo. Se não, a gente segue trabalhando e tenta no próximo. O mais importante é estar aqui, vivendo isso, revendo a galera e curtindo o ambiente. Em 2025 foi um ano bem importante pra mim. Eu estava muito focado nos aplicativos, jogando pouco nos sites. Aí entra o Felipe Carbonera, que é um grande amigo e também head coach do meu time, foi uma peça importante nessa mudança de direção”, disse.

Na sequência, Gabriel detalhou ainda mais esse processo de mudança, explicando como surgiu a decisão de migrar o foco para os principais sites de poker, como a GGPoker, que lhe rendeu US$ 155 mil recentemente, e como isso impactou diretamente sua rotina, principalmente em relação à família, que aumentou com a chegada de Valentim, seu segundo filho.

“E ele meio que me puxou, sabe? ‘Pô, cara, vamos jogar site. Já está na hora de tu ir pra site’. Eu também já estava querendo mudar um pouco a rotina, porque a pegada dos aplicativos é diferente, você joga com gente do mundo inteiro, acaba ficando muito preso à noite, madrugada e eu queria ajustar isso pra ter mais tempo com a minha família. No fim, ele me deu esse empurrão, eu abracei a ideia e gostei muito. A adaptação foi super boa, consegui engatar três bons resultados. Depois, acabei me desligando da Never Standard e enxerguei uma nova oportunidade na Smart, que é uma equipe sensacional, com head coaches que estão entre os melhores do Brasil. Quero aprender bastante com eles. E acredito também que tenho muito a agregar ao time. A expectativa é que seja uma parceria de muito sucesso”, pontuou.

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Gabriel Reis também ressaltou o impacto do novo time no seu desenvolvimento, especialmente no aspecto técnico, destacando a troca de conhecimento proporcionada pelos instrutores. Ele ainda fez questão de mencionar nomes importantes do cenário, como Gabriel Schroeder “gabsdrogba”, Gabriel Moura “aaurelio”, Dalton Hobold, Paulo Brombim e Alexandre Mantovani, o “Cavalito”, que contribuem diretamente para sua evolução.

“Então está sendo bem impactante, porque a gente aprende muito, principalmente nas reviews em grupo. São linhas que, muitas vezes, eu não tinha acesso antes. Apesar de eu já ter time, é um grupo de porte menor, no caso o ‘Dommo’, então o acesso acaba sendo mais limitado. E como eu também sou head coach do Dommo, eu queria justamente trazer algo mais elaborado, algo que fizesse mais sentido pensando no longo prazo”,finalizou.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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