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Temporada de 2023 do KSOP GGPoker tem domínio estrangeiro no Main Event com vitórias de Argentina e Colômbia

Gringos ganharam todas as edições do ano até agora

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O KSOP GGPoker já é tradicionalmente um circuito sul-americano. Mesmo composto majoritariamente por brasileiros, muitos jogadores dos países vizinhos da América do Sul fazem questão de comparecer nos eventos realizados por aqui e muitos dos gringos tem passagens marcantes no circuito mais querido do Brasil.

Já há algum tempo, ficou comum ver vários estrangeiros levando títulos dos torneios do KSOP GGPoker em diversas modalidades ou formatos. Mas são com os feitos no principal torneio de qualquer evento que os gringos mais chamam atenção. No Main Event, os estrangeiros parecem ter um toque especial e brilham há muito tempo.

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São várias vitórias de jogadores de outros países do Main Event nos últimos anos, mas a temporada de 2023 é um exemplo claríssimo da força sul-americana na competição. Neste ano, somente estrangeiros foram campeões do Main Event, mesmo com muitos craques brasileiros comparecendo em todas as edições. Até mesmo no online o filme se repetiu.

Foram três vitórias argentinas na temporada, além de uma colombiana na maior das edições. Relembre abaixo:

1ª etapa – KSOP GGPoker Rio de Janeiro

Jeronimo Abalos

Na abertura da temporada, já para mostrar que os estrangeiros viriam forte em 2023, o heads-up pelo título foi gringo. O argentino Jeronimo Abalos foi o grande campeão da competição, deixando pra trás o fortíssimo colombiano Sebastian Fonseca, que vai liderando o ranking de estrangeiros e é o segundo colocado do geral.

Jeronimo Abalos venceu um bom field de 1.111 entradas naquele Main Event e recebeu R$ 346.500 pelo feito. Na mesa final do torneio, Abalos teve uma bela história de redenção e saiu de short stack para o título, garantindo sua maior forra da carreira. Ali eram abertos os trabalhos dos jogadores de fora, com o grito “dale, campeón” já sendo ouvido.

2ª etapa – KSOP GGPoker Special – Balneário Camboriú

A segunda etapa de 2023 foi a maior de todas. O KSOP GGPoker Special foi uma festa absoluta para os jogadores e a maior das comemorações foi a dos jogadores colombianos, sempre muito presentes e bastante barulhentos. O craque do jogo Julian Pineda se impôs no Main Event daquela edição e teve um título memorável.

O colombiano, jogador da Pocarr, virou o heads-up contra o jogador de futebol Luis Henrique Taffner e se sagrou campeão do maior torneio do KSOP GGPoker no ano. Pineda anotou um belo hit de R$ 1.200.000, o maior já entregue pelo evento, e colocou de vez seu nome na história do circuito. O field do Main Event do KSOP GGPoker Special foi de 2.390 entradas.

3ª etapa – KSOP GGPoker Iguazú

A primeira edição internacional do KSOP GGPoker aconteceu no City Center Iguazú, em Puerto Iguazú, na Argentina, e foi um jogador da casa quem levou a melhor. Federico Tur foi protagonista da mesa final do primeiro Main Event realizado fora do Brasil e ampliou o domínio estrangeiro nesse quesito.

O hermano venceu um clássico entre Brasil e Argentina no heads-up para anotar mais um troféu para o time dos gringos, vencendo uma bela disputa com nordestino Paulo Cícero, também dono de uma bela campanha no torneio. Com o título em casa, Federico Tur recebeu R$ 255.000, valor definido após um deal com o brasuca. Foram 728 entradas na competição.

KSOP GGPoker Online

O Brasil é, provavelmente, o melhor país da atualidade quando se trata de poker online. Mas nem mesmo na “especialidade da casa” deu pra tirar o título das mãos estrangeiras. Mantendo a tradição e o domínio no ano, foi mais um jogador argentino quem soltou o grito de campeão na edição online do KSOP GGPoker.

Mariano Jimenez superou a boa concorrência do craque Marcello Giordano para conquistar o Main Event online da série e decretou mais um título albiceleste na temporada. Passando pelo field de 432 entradas, Jimenez saiu com o prêmio de US$ 8.019 na conta, anotando a quarta vitória gringa em quatro oportunidades na temporada.

Confira o MundoTV Cast #42 com Bárbara Akemi:

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Eduardo Gravronski acaba com hegemonia argentina e conquista o Main Event do KSOP GGPoker Iguazú: “um sonho”

O brasileiro teve uma bela campanha na mesa final após começar 5º em fichas

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Eduardo Gavronski

O KSOP GGPoker tem uma história marcada por conquistas estrangeiras no Main Event. Em Iguazú, as duas edições anteriores terminaram com títulos argentinos. Nesta terça-feira (26), porém, o brasileiro Eduardo Gravonski mudou o roteiro. Após uma atuação impecável na mesa final, ele encerrou a sequência dos hermanos e eternizou seu nome na história do circuito.

Gravonski não tomou conhecimento do field de 314 entradas e, depois de uma longa maratona, embolsou a forra de R$ 170.000 depois de um acordo no 3-handed. É um sonho realizado. Muita batalha, muita luta. Graças a Deus aconteceu. Agora no KSOP concretizamos campeão do Main Event. É um sonho de muito tempo”, falou o felicíssimo Eduardo.

O dedicado recreativo falou sobre os ingredientes que o tornaram campeão do Main Event do KSOP GGPoker. “Eu acho que é um somatório de muita coisa. É mais um hobby, mas sempre estudando, correndo atrás, jogando muito, jogando torneios deep stack. Saí um pouco dos turbos. Eu tava correndo atrás disso há muito tempo”, completou.

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Gavronski chegou na mesa final com o quinto maior stack e, com sabedoria, soube esperar os momentos certos para agir. Viu de camarote alguns embates, ganhou saltos na premiação sem correr tantos riscos e, quando conseguiu fazer fichas, foi cirúrgico para surfar a onda até o 3-handed com Felipe Boracchia e Renan Revinthis.

“Eu acho que evitei muitos showdowns. A variância pega mais no final, mas tentei jogar o máximo que eu pude o pós-flop. Num torneio deep stack, se você for flipar três, quatro dias seguidos, você vai cair”, considerou Gavronski.

Renan buscava a façanha do bicampeonato, feito realizado apenas por Wender Oliveira na história do KSOP GGPoker. Depois do acordo entre os últimos três finalistas, um coin flip entre ele e Gavronski com stacks praticamente idênticos formou o heads-up. O 66 de Eduardo segurou contra o AQ do carioca para chegar em vantagem no HU.

O terceiro Main Event da etapa de Iguazú teve a possibilidade do terceiro título de um argentino, mas Eduardo não deu chance para Felipe Boracchia no duelo final. Com paciência, ele conduziu o heads-up até deixar o rival com seis blinds e decidir em outro coin flip. A derradeira foi de 55 contra K8. Um 5 apareceu no flop e no turn ele já pôde fazer a festa.

55 com 5 no flop. Curiosamente, Eduardo tem cinco filhos. “Tava escrito! Um abraço para a piazada. Estão sempre torcendo por mim. Estão estudando, se formando, correndo atrás e eu e minha esposa estamos aqui”, finalizou o mais novo membro do hall de campeões do Main Event do KSOP GGPoker.

Confira a premiação e como foi a eliminação de cada um na mesa final:

1º – Eduardo Gavronski (Brasil) – R$ 170.000*
2º – Felipe Boracchia (Argentina) – R$ 127.500*

3º – Renan Revinthis (Brasil) – R$ 127.500

4º – Ivan Rego (Brasil) – R$ 66.000

5º – Matheus Pimentel (Brasil) – R$ 48.000

6º – Juan Klas (Argentina) – R$ 37.000

7º – Martin Briones (Argentina) – R$ 28.000

8º – Adir Bottin (Brasil) – R$ 22.000


9º – Diego dos Santos (Brasil) – R$ 18.600

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP GGPoker Iguazú: Cristian Quiñones vence Munhoz no heads-up e encerra etapa com o título do Turbo Finale

O argentino embolsou R$ 10.000

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O KSOP GGPoker Iguazú foi encerrado nesta terça-feira em grande estilo, com vários campeões sendo coroados no último dia da etapa. No Turbo Finale, último torneio da programação, a vitória ficou com Cristian Quiñones.

Regular do circuito, o argentino, que já possui diversos troféus do evento, levará mais um para sua casa, na região de Buenos Aires, após superar o field de 41 entradas do torneio de R$ 1.000. Pela conquista, ele recebeu um prêmio de R$ 10.000.

“Acho que este é o meu décimo troféu. Estou muito contente, muito feliz. Também estou feliz pelo meu amigo, que chegou ao heads-up do Main Event, mostrando que as expectativas são muito boas. Nesta etapa, eu já tinha outras mesas finais, mas o título só veio agora”, disse.

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Os jogadores Daniel Noronha, Cleide Sobrinho, Miriam Balen, Rodrigo Guimarães, Yamil Szumik e Raphael Munhoz estiveram na disputa pelo título. Cristian comentou sobre a amizade criada na mesa:

“Foi bastante divertido. Fizemos amizade ali. São pessoas com quem jogo sempre que vou ao Brasil. É muito agradável; todos são muito legais, e isso torna o torneio ainda mais atrativo”, contou.

A mão decisiva do torneio contra Raphael Munhoz foi um cooler. Com 84, eles disputaram um grande pote em um flop 843. O cantor e embaixador brasileiro do KSOP tinha 43. A jogada garantiu o título ao argentino.

Ele encerrou a entrevista agradecendo aos embaixadores Richard Dubini e Christian Sare: “eles são meus amigos. É muito bom estudar com eles; revisamos mãos e discutimos novas ideias de jogo. Isso me ajuda muito. Sou muito grato pelo tempo que dedicam ao Lify Coaching”, finalizou.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Cristian Quiñones – R$ 10.000

2º – Raphael Munhoz – R$ 8.000

3º – Yamil Szumik – R$ 4.800

4º – Rodrigo Guimarães – R$ 3.560

5º – Miriam Balen – R$ 2.700

6º – Cleide Sobrinho – R$ 2.100

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP GGPoker Iguazú: Ramon Pessoa crava o HR Last Chance e termina etapa com quatro troféus na bagagem

O cearense encostou na liderança de Marcos Grassi na disputa pelo ranking

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A cada etapa do KSOP GGPoker, Ramon Pessoa vai ampliando recordes e colecionando conquistas. O estrago foi grande no City Center Iguazú na etapa da fronteira argentina que se encerra nesta terça-feira (09). O cearense fechou com chave de ouro uma sequência de belíssimos resultados e foi campeão do High Roller Last Chance.

Com buy-in de R$ 10.000 e field de 12 entradas, Pessoa não perdoou a concorrência, arrancou para a cravada e embolsou R$ 48.000. Ele fechou a etapa com quatro troféus. Foi vice-campeão do Welcome High Roler, do High Roller PKO e terceiro colocado no High Roller Championship.

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“Não sei nem explicar a sensação na verdade. Vim para esse KSOP bem focado. A meta era bem essa. Queria sair em primeiro nos dois rankings. No de High Roller estou benzão e no geral chegamos e estou bem encostado no primeiro. Tá só começando o esquenta para Vegas. Quatro troféus não pode ser ruim, né?” comentou.

O craque já projetou a disputa ponto a ponto com Marcos Grassi na disputa pelo ranking geral. O hermano vai chegar para a etapa de Fortaleza, cidade de Ramon, na ponta. “Markito é meu parceirão, mas jogando em casa é outra pegada, né? Jogando em casa o bicho vai pegar, vou para cima e se Deus quiser vou sair de lá líder dos dois rankings”, lançou Ramon.

O campeão do High Roller Last Chance lembrou a boa energia que tem quando joga no país vizinho. “Geralmente no KSOP eu sempre me dou bem. Aqui na Argentina, nas terras argentinas, eu me dou muito, muito bem. Já rolou cravada no High Roller em 2023 na primeira vez que eu vim para cá e agora não foi diferente. Uma cravada, dois segundos e um terceiro”, finalizou.

Ramon Pessoa

Ramon Pessoa

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Ramon Pessoa – R$ 48.000

2º – Bruno Zeizer – R$ 29.500

3º – José Humberto Souza – R$ 19.400

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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