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KSOP SA: Em nova fase da carreira, Jonathan Wolter se prepara para WSOP e projeta crescimento da Smart Gaming
O jogador recentemente deixou a CardRoom para se aventurar em um novo projeto
Sediado em Balneário Camboriú, o KSOP South America começou nesta semana e já vem recebendo um ótimo público. Entre os presentes no evento está Jonathan Wolter, jogador profissional que voltou ao poker ao vivo no Brasil após um período afastado dos eventos no país.
O jogador, que também passou por uma transição de carreira, deixou a sociedade da Cardroom para atuar como instrutor na Smart Gaming, equipe que conta com nomes como Gabriel Schroeder, Gabriel Moura e Dalton Hobold entre os sócios, conversou com o Mundo Poker em uma breve entrevista.
“Eu parei de jogar muito live porque comecei a focar mais em Vegas. Lá os fields são bons, tem muita oferta e, geralmente, quando eu vou, fico bastante tempo. Como não gosto de ficar tanto tempo fora de casa, tento compensar para não ir a outros eventos. Fico mais em Vegas e acabo jogando menos o KSOP. Aqui no KSOP, vim basicamente para jogar meio que tudo, até uns 10K, e também jogar bastante online. Então trouxe meu computador, joguei na GG durante a tarde e, no fim do dia, vim para cá jogar os melhores torneios. A ideia é fazer uma grind meio híbrida, aproveitar um pouco a cidade. Vim mais para mudar de ambiente, sair um pouco de casa, mas a rotina de grind segue firme”, iniciou.
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Faltando cerca de um mês e meio para o início da World Series of Poker 2026, Jonathan quer utilizar o KSOP também como laboratório para o verão em Las Vegas, onde buscará seus primeiros braceletes. O profissional revelou estar bastante confiante para a sequência nos Estados Unidos:
“Ah, com certeza, né cara. Tem a questão do aquecimento também. Você testar algumas estratégias que acha que vão ser boas, experimentar algumas coisas. Em Vegas, esse ano eu vou ficar um mês. No ano passado, fiquei uns 40 dias. Dessa vez, me programei para chegar ali no Millionaire Maker e jogar o que tiver dali para frente. Pretendo focar bastante nos paralelos também, jogar no Venetian, jogar no Aria, o que tiver”, contou.
Todo o processo de evolução estratégica passa diretamente pelo trabalho desenvolvido na Smart Gaming, time no qual Jonathan atua como instrutor. Satisfeito com o momento atual da carreira, o profissional destacou a identificação com o projeto e a oportunidade de crescimento constante:
“Na Smart eu estou bastante contente, porque tem mais a ver comigo, com o perfil dos sócios. Na Cardroom eu estava ali como sócio também, e também como jogador. E na Smart eu entrei como jogador e acabei me tornando instrutor. Eles me ofereceram um projeto de base. Então eu estou jogando, tendo aula com caras que eu admiro, que considero bons, não só como jogadores, mas como gestores e administradores de modo geral. E também tenho essa oportunidade de estar dando aula ali, então estou bem contente. Alinhou bem com o que eu queria e acho que estou no caminho certo”, comentou.
Empolgado com a nova fase da carreira, Jonathan também projetou um futuro promissor para a equipe, destacando o crescimento bem consistente com “categoria de base” e o potencial da Smart Gaming no cenário nacional:
“Sim, eu projeto para os próximos meses, anos, que a Smart vai estar entre os top 3 times do Brasil. Tanto em quantidade de jogadores, mas principalmente em qualidade. Tem muito cara bom ali, de vários limites, e o time de base também está vindo bem forte. A gente está escolhendo bem as pessoas que estão entrando, a galera que está lá está evoluindo legal. Então tem um potencial de estar entre os top 3, acho que facilmente, nos próximos meses”, finalizou.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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KSOP SA: Kaio Camargo engata sequência insana, puxa três bounties e dispara no Progressive K.O.
Kaio acertou quadra e ainda eliminou dois adversários na mão seguinte do torneio
Está rolando no salão do KSOP South America o Dia 2 do Progressive K.O. de R$ 3.000. O torneio atraiu muitos regulares para a disputa e superou a premiação garantida com facilidade, e nesta terça-feira, a caça aos bounties continuou. Quem se deu muito bem foi Kaio Camargo, o “Kaiotex”, que engatou uma sequência excelente.
Kaio, que precisou de bastante paciência durante o classificatório 1C, conseguiu passar para o segundo dia com um ótimo stack. Com o Mundo Poker observando a mesa, ele teve grande sucesso numa sequência de mãos nos blinds 20.000 / 40.000, que o colocaram como chip leader do evento com 30 jogadores ainda vivos na briga pelo título.
A primeira delas foi um flip clássico contra o argentino Ulisses Acosta. Ulisses anunciou o resteal de 20 blinds contra o open do “Kaiotex” e os dois foram para o flip, com o brasileiro segurando contra o do adversário. Não houve sofrimento: já no flop, Kaio acertou uma quadra, e o board não deu qualquer chance para o argentino, que foi eliminado na 38ª colocação.
Logo em seguida, Kaio acabou por engatar numa mão ainda mais impressionante. O cantor Munhoz anunciou all in de 255.000 fichas e Kaio, Roger Ruivo e José Arlindo Totel anunciaram o call, formando um pote com mais de um milhão de fichas. No flop , José Arlindo liderou all in com mais 120.000, e Kaio shovou por cima com 1.035.000. Ruivo, depois de muito ficar na pensativa, largou a mão; ele cobria Kaio por uma pequena margem.
No showdown, Munhoz segurava , José Arlindo possuía e Kaio segurava . O turn e o river garantiram o potaço e a liderança do torneio para o regular.
Com o megapote, Kaio assumiu a liderança do torneio e ainda colocou dinheiro no bolso com mais duas eliminações. Só quem não ficou muito feliz foi Roger Ruivo, que revelou que segurava QT e teria acertado a trinca no turn.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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KSOP SA: Ramon Kropmanns engata em all in triplo e cai na bolha do High Roller One Day com KK
Ramon foi colocado num spot doloroso e não sobreviveu
Na noite de segunda-feira, os jogadores do High Roller Deep Stack One Day do KSOP South America presenciaram uma paradaça justamente na bolha da premiação do torneio, e a eliminação de Ramon Kropmanns veio com um forte semblante de frustração do curitibano pelo spot que se desenvolveu.
Com cinco jogadores restantes e o primeiro pagamento chegando em R$ 24.950, a ação chegou no cearense Ramon Pessoa. Do button, nos blinds 20.000 / 40.000, ele decidiu pressionar os adversários e anunciou open shove de . O que ele não esperava era encontrar os adversários carregados.
Logo à sua esquerda, Marin Gechev anunciou o call de forma instantânea. A ação chegou em Kropmanns no big blind. Ele ficou extremamente desconfortável com a mão, pensando bastante no que deveria fazer. Por fim, ele anunciou o call e mostrou . O showdown de Gechev complicou muito: ele segurava .
O board correu e deu o pote gigante para Marin, que acabaria como campeão do torneio. Ramon Pessoa, Carlos Serrano e Caio Ozawa também atingiram a zona de ITM. Para Ramon Kropmanns, coube a intensa frustração e a saída rápida das mesas por ter bolhado num spot dificílimo.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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KSOP SA: Vanessa Oliveira tem KK quebrado com broca cruel no river na reta final do BC Experience; assista
River foi cruel com a jogadora, que ficou short stack na reta do torneio.
As emoções em Balneário Camboriú, local onde está sendo disputado o KSOP South América, seguem acontecendo nos diversos torneios da grade. Com muitas mãos sendo jogadas diariamente, algumas delas marcam muito os jogadores. A player Vanessa Oliveira acabou sofrendo em uma destas e foi na reta final do BC Experience.
A mão em questão aconteceu já no dia final do BC Experience e o torneio estava 11 left. As blinds eram de 150.000/300.000. Posicionada no Cutoff, Vanessa saiu com e viu a mesa rodar em fold. Em sua ação, a jogadora abriu para 600.000. Henrique Padre, no small blind com , optou apenas pelo call.
No flop, Vanessa seguiu à frente na mão. As três primeiras cartas do board foram , porém seu adversário ficou por uma broca para acabar com o sonho da player. Henrique Padre deu check e Vanessa fez uma bet de mais 600.000, que foi imediatamente paga pelo vilão.
O turn trouxe o e não mudou nada na configuração da mão. Os dois jogadores, desta vez, optaram pelo check e as emoções ficaram para a última carta. E o baralho, como sempre, trouxe sua confusão. O completou a sequência de Henrique, deixando Vanessa em maus lençóis. Padre, então, fez uma bet de 1.500.000 fichas, que foi paga por Vanessa, perdendo a mão e ficando com apenas 5.9 blinds para a sequência do jogo.
Confira a mão:
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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