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KSOP SA: Marcus Vinicius Borges supera longo heads-up e fica com o título do Welcome High Roller
Marcus levou R$ 117 mil com o título
Marcus Vinicius Borges precisou de seis horas de disputa em uma mesa final qualificada. Jogador regular de longa data, a etapa em Balneário Camboriú não poderia passar sem uma conquista, já que Marcus mora na cidade. E ela veio justamente no Welcome High Roller, o primeiro torneio de buy-in caro do KSOP South America.
Com buy-in de R$ 10.000 e um total de 42 entradas, Marcus foi o grande campeão após batalhar por dois dias no salão do Expocentro. A recompensa foi o prêmio de R$ 117.000, a maior premiação entregue na etapa até o momento.
“O torneio todo foi bem tight. Pelo que eu vi, quem tentou jogar de forma mais agressiva acabou caindo cedo. A mesa final foi bem tight também. Isso é legal porque você consegue jogar mais confortável. O pós-flop me ajudou bastante também. A mesa final foi com grandes nomes”, contou em entrevista para a MundoTV após a cravada.

As 42 entradas foram compostas por jogadores de renome. Se nem todos cabiam na FT, qualidade não foi o que faltou entre os nove finalistas, numa lista que incluiu nomes como Kaio Camargo, Martin Romero, Eric Dal Magro e, claro, Daniel Croce. O longo heads-up gerou elogios ao amigo que vive grande fase, mas foi necessária paciência do campeão, já que Croce conseguiu voltar ao jogo múltiplas vezes.
“Isso aconteceu duas vezes, eu quase queimei, mas me esforcei para não spewzar, até porque ele estava jogando mais tight. Pensei que era o momento de esperar o momento certo, e valeu a pena. O Daniel é um amigo de longa data, foi um prazer jogar com ele”, resumiu.
Com mais 12 dias de KSOP South America pela frente, Marcus já confirmou que pretende buscar mais troféus. “Eu moro aqui em Balneário, então devo jogar mais, vou olhar a grade mas ainda não decidi nada. Gostaria de agradecer a quem torceu por mim, a turma do CGP que eu tenho no coração, sou do Rio Grande do Sul. Agora sou apenas um jogador recreativo que mostrou que ainda é possível ter títulos”, finalizou.
Confira a premiação final:
1º – Marcus Vinicius Borges – R$ 117.000
2º – Daniel Croce – R$ 77.000
3º – Kaio Camargo – R$ 53.150
4º – Giuseppe Calio (Argentina) – R$ 39.000
5º – Yannick Capocetti (Argentina) – R$ 30.000
6º – Bruno Ewerton – R$ 23.000

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
KSOP
João Bauer acerta sequência nuts no turn contra dois pares e elimina Osiel Miguel no Mytery PKO do KSOP SA
A jogada aconteceu no classificatório 1E do torneio

Presente na etapa South America, João Bauer é um dos engatados no Dia 1E do Mystery Progressive K.O do KSOP South America e, logo no início de sua participação no valioso torneio de R$ 1 milhão garantido, já conseguiu uma boa quantidade de fichas ao acertar o nuts.
Nos blinds 600 / 1.200, Osiel Miguel abriu mini-raise do UTG com . Logo à sua esquerda, João Bauer aplicou um 3-bet para 7.000 fichas com . A mesa rodou em fold e Osiel pagou.
LEIA MAIS: KSOP SA: Com excelente desempenho na etapa, Kaio Camargo valoriza resultados: “é uma maratona”
Os dois viram o flop . Com o segundo par, Osiel deu sequência à mão, enquanto João Bauer buscava um rei para completar a sequência. Bauer apostou 7.500 fichas e recebeu call. No turn, o apareceu, dando dois pares para Osiel, mas também completando a sequência nuts para João Bauer.
O pote já tinha 32.000 fichas e, com 27.000 para trás, Osiel anunciou all in. João Bauer nem pensou duas vezes antes de pagar com o nuts, apenas aguardando o river. O completou o board, confirmou a vitória de Bauer e garantiu um stack de 72 big blinds, além da eliminação de Osiel Miguel.
Confira abaixo:
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KSOP SA: Com excelente desempenho na etapa, Kaio Camargo valoriza resultados: “é uma maratona”
São cinco mesas finais desde o início da etapa

Desde o início da etapa, Kaio Camargo está dando o que falar no KSOP South America. O regular brasileiro, com muitos bons resultados no circuito, não está passando longe das forras. Até esta quinta-feira (16), já são cinco mesas finais em Balneário Camboriú e contando.
Kaio, que está dividindo seu tempo no salão com o poker online, é um jogador experiente e de ótimo desempenho nas duas modalidades. Ainda assim, o “Kaiotex” sabe a dificuldade que é atingir esse patamar. Por isso, em entrevista ao Mundo Poker, ele valorizou o excelente momento.
“No geral, estou bem feliz. A gente trabalha pra ter esses resultados, mas obviamente a gente não espera, não sabe quando vai acabar runnando bem, pegando essas mesas finais consecutivas. Estou bem contente, preparado para os próximos dias. É uma maratona, ainda tem vários dias, tranquilo também, com a cabeça tranquila, tentando tomar as melhores decisões o tempo todo.”
Quem assiste ao Kaiotex nas mesas percebe que a simpatia fica apenas nas palavras. Com muito sorriso e falinhas para os adversários, ele combina a personalidade com um desempenho brutal nas mesas. Os ótimos resultados estão chegando nas mesas do KSOP, mas o regular reconhece que nem sempre as coisas foram assim no live.
“Talvez hoje seja uma qualidade legal, mas eu demorei um pouco para me adaptar, para entender. O field do live tem algumas diferenças, com o tempo você vai pegando. Acho que eu consigo trazer um pouco dessa parte teórica, também fazer algumas adaptações. Acabei jogando uma quantidade grande [de live] nos últimos três anos. E eu também conheço muita gente do field, também é outra qualidade que eu trago.”
Por fim, Kaio, que atualmente reside em Florianópolis com Saymon Dias e Vinicius Gonçalves, amigos de poker, também contou um pouco sobre como está sua vida junto de dois outros grandes jogadores, dizendo que foi preciso uma “adaptação” para o novo estilo de vida.
“A gente tenta se ajudar o tempo todo. O lado bom é que você acaba vendo conteúdo toda hora. O lado ruim, pra mim, é que eu não funcionava assim. Agora eu tô tentando me adaptar. De vez em quando eu também preciso dar uma apagada. A gente vem de três escolas bem diferentes, um tenta acrescentar de um lado, o outro do outro. Eu acho que é bem bom pra todo mundo”, finalizou.
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Kelvin Kerber marca presença no KSOP SA, fala sobre protagonismo em documentário lançado e revela nova participação na Triton Series
O jogador também comentou sobre a participação na transmissão do GGMillion$

A região de Balneário Camboriú é a casa de muitos dos principais jogadores do poker brasileiro e, durante o KSOP South America, vários deles aproveitam a série para disputar alguns torneios. No Ultra High Roller, quem marcou presença foi Kelvin Kerber, sócio do Samba Poker Team.
Em boa fase, o profissional, embalado por resultados tanto no live quanto no online, deixou o conforto de casa para se inscrever no torneio de R$ 100.000. Em conversa com o Mundo Poker, Kelvin comentou sobre a decisão de participar e a relação com a série.
“É isso, né? Pertinho de casa. O evento é sempre muito legal, muito bacana. Na verdade, sempre que tem KSOP aqui eu venho e jogo alguma coisa. E dessa vez teve o Ultra High Roller, não ia perder, né?”, falou.
Nesta quarta-feira, enquanto Kelvin Kerber se preparava para engatar no Ultra High Roller do KSOP South America, a GGPoker anunciou o documentário da série Online Poker Millionaires, tendo o brasileiro como protagonista. O lançamento marcou um momento especial para o profissional, ampliando sua visibilidade entre fãs do poker ao redor do mundo.
“Eles fizeram no ano passado e deu bastante certo com o Alexiologis. E eles estavam procurando um brasileiro. O mercado brasileiro no poker é incrível, é um país que engaja muito também. Então estavam buscando alguém que fizesse sentido com o que tinham planejado. Lá no Paradise, no fim do ano, me conectaram com eles.
Começamos a conversar, falei um pouco da minha rotina, da minha vida, eles gostaram e fechamos. Em fevereiro vieram gravar, ficaram lá em casa ou melhor, passaram alguns dias por lá. Foram quatro dias no total, e teve de tudo ali. É até louco porque o episódio tem 20 minutos, mas eu nem sei quantas horas de gravação foram. Muita coisa aconteceu para chegar naquele resultado. Fiquei bem satisfeito. Acho que deu para mostrar a essência da minha vida, da minha rotina, da minha história, que era a ideia. E com certeza quem já assistiu e quem ainda vai assistir, no Brasil e no mundo, vai curtir, porque ficou muito bem feito”, comentou.

Paralelamente ao documentário, Kelvin Kerber também foi convidado de honra de Jeff Gross na mesa final do GGMillion$. Com comentários técnicos, o brasileiro foi bastante elogiado pelos telespectadores durante a vitória de Pascal Lefrançois, demonstrando a visão de um profissional acostumado ao high stakes.
“O documentário também é em inglês, né? Então, quando não é a nossa língua principal, fazer conteúdos tão longos assim é bem desafiador. Não é só uma questão de saber falar a língua, mas da fluidez, do flow, das pronúncias e, às vezes, até da falta de vocabulário para expressar exatamente o que você quer dizer ali.
Mas foi bacana também nesse sentido, de me colocar nessa posição. Comentar a mesa final foi muito legal. É um programa grande do poker, semanal, né? E me convidaram justamente para promover o episódio que ia sair. Então foi meio que um dois em um: deu para divulgar bem o episódio e também participar de uma mesa final que foi muito bacana, bem grande mesmo. E foi bem divertido de comentar”, ressaltou.
O mês de março foi um divisor de águas na carreira do profissional. Pela primeira vez, ele viajou para um evento exclusivo da Triton Series ao lado dos amigos Pedro Padilha, Alisson Piekazewicz e Gabriel Tavares. Foram horas de voo até Jeju, na Coreia do Sul, e a experiência terminou com três bons resultados, incluindo mesas finais.
“A Triton Poker Series é uma experiência muito gostosa. É aquele tipo de evento que você vai e já sai com vontade de jogar o próximo. A gente até fica mal acostumado. Eles realmente conseguiram pegar boa parte dos problemas que existem no poker live, aquelas dificuldades naturais que a gente sabe que fazem parte, e melhorar ou resolver várias delas.
Então, quando você vai pra lá, mesmo com os percalços normais do poker ao vivo, que você já está acostumado, você praticamente não sente no dia a dia. A experiência acaba ficando incrível. Claro, é muito longe, as etapas são muito caras… mas a experiência também é única”, contou.
Por fim, Kelvin Kerber já adiantou para os fãs brasileiros que estará presente em Montenegro, no próximo mês, para a disputa da série na região europeia. Ele pontuou os motivos que o fazem pegar gosto pelos torneios da Triton:
“E a ideia é continuar indo. Eu já fechei a próxima, já garanti o buy-in, então vou de novo. Enquanto estiver fazendo sentido pro ABI que eu estou jogando e pro que eu quero pra minha vida, eu pretendo continuar participando e competindo. Porque é gostoso competir nesse nível, e fica ainda melhor quando os resultados acompanham”, finalizou.

Kelvin em ação na Triton Series
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