KSOP
Gustavo Lopes, o “Vascão”, é o grande campeão do Main Event do KSOP Rio de Janeiro e faz história: “honrado”
O jogador de Brasília jogou em altíssimo nível para ficar com R$ 400.000
O Main Event do KSOP Rio de Janeiro ficou nas mãos de um jogador à altura com a magnitude de mais um grande evento da série em solo carioca: Gustavo Lopes, o popular “Vascão”. O recreativo deixou claro novamente que características como postura firme, concentração e, principalmente, observação e atenção aos detalhes podem ser preponderantes para o sucesso.
Unindo tudo isso e um nível excelente de jogo, Vascão deixou o field de 1.206 entradas do Main Event na saudade para fazer a festa como o campeão. A incrível jornada do jogador de Brasília foi recompensa com uma forra sensacional de R$ 400.000, o prêmio máximo que foi destinado no torneio. Não houve nenhum tipo de acordo.
“A gente tem que ficar pensando nas palavras porque é um momento indescritível. A gente que gosta do poker a gente fica correndo atrás e brinca que só um fica feliz no poker, e isso não é verdade. Cravar um evento desse, maravilhoso, bem organizado é sensacional. Tô aqui muito feliz, contente demais, pelo apoio da família, amigos, minha esposa, meus pais. Muito agradecido”, disse o campeão.
Vascão escreveu um capítulo histórico para o poker brasileiro com o título do Main Event do KSOP Rio de Janeiro. O regular se tornou apenas o segundo jogador da história a unificar os títulos de campeão de evento principal tanto do KSOP como do BSOP. Ele igualou o feito de Luís Henrique Kamei, até então o único com essa façanha.
“Mais uma informação que é fantástica. O Luís Kamei é um grande jogador. Tô feliz, são dois grandes circuitos, não deve nada a nenhum grande circuito do mundo. Nossos dealers são maravilhosos, floors, os TDs. Eu tô muito honrado e muito feliz de ter conquistado numa mesa estrelada, field bom, ter alcançado essa grande honra e mérito”, comemorou.

A mesa final
A decisão do Main Event do KSOP Rio de Janeiro foi jogada em altíssimo nível e também em alta intensidade. O torneio voltou com 10 jogadores e logo na primeira mão Léo Lannes foi eliminado por Marllon Pinto para formar a FT. Foi um forte indício do que estava por vir.
As eliminações aconteceram em um bom ritmo. Mauro Silva foi o primeiro a se despedir. Pouco tempo depois, o profissional Victor Pedote caiu de KQ contra A3 de Marcelo Agrella. Parecia que Agrella, que jogou muito bem durante o Dia 3, ia embalar, mas um cooler impressionante atrapalhou demais a trajetória dele.
LEIA MAIS: KSOP: Gustavo “Vascão” encontra full house runner runner e puxa belo pote na reta final do Main Event após colombiano flopar sequência nuts
Depois de raise com Q8 de paus do cutoff, Marllon defendeu o big blind com K2 de paus e os dois floparam o flush com direito a um A de paus no flop. Não teve jeito: Agrella foi de c-bet, aposta no turn e all in river, passando muitas fichas para Marllon que assumiu a liderança e começou a comandar as ações da mesa.
Agrella sentiu o baque e acabou ficando na sétima colocação, seguido pela queda de Bruno Cohen em sexto. O 5-handed foi o momento mais interessante da mesa final e com grandes jogadores: Marllon, Vascão, Thiago Tsukamoto, Daniel Gadotti e João Pedro Sant’Anna. O equilíbrio foi constante e todos tiveram os seus momentos de brilho.

Marllon, Gustavo e Daniel
No momento certo, Vascão acertou um incrível call de K high contra Thiago para ganhar confiança. Pouco tempo depois, ele ganhou um coin flip para derrubar o próprio adversário em quinto e disparar na primeira colocação.
“Ali foi a virada. O meu stack, se eu errasse aquele hero call, comprometeria o meu torneio. Essa decisão foi muito, muito difícil. Aí vai ganhando confiança, comecei a poder explorar um pouco, trabalhar um pouco o stack. Depois chegou naquela mão da trinca, que fui pressionar o João Pedro, que é um grande jogador, fui pressionar pelo ICM”, disse Vascão.
A mão em questão foi quando ele jogou uma enorme pressão ao colocar João Pedro na porta com 44 sendo que Gadotti tinha cerca de sete blinds. A questão do ICM era o ponto chave, mas João deu o call com JJ e o board trouxe um 4 no flop para deixar Vascão muito perto do título. Ele eliminou Gadotti logo na sequência e chegou no heads-up contra Marlon com 5 para 1 de vantagem.

A festa de Vascão ao vencer o torneio
“Eu sou um jogador de live. Eu já jogo há muitos anos, desde 2006 que jogo os grandes torneios, a gente vai criando uma bagagem. Eu sou um recreativo, não tenho o tempo para estudar como os regs estudam, mas o meu grande diferencial é isso (ser observador). No live, os programas estão na nossa cabeça. A maravilha do poker é jogar pessoa. No live a gente joga a pessoa”, falou Vascão.
O heads-up não durou muito tempo. Numa mão jogada até o river com o board 39338, Vascão foi all in com QQ e Marllon tentou um hero call com A alto de A6. Marllon, diga-se de passagem, deu um show à parte na mesa final com muita animação e dancinhas divertidas em vários momentos. Foi quem mais comemorou cada pay jump conquistado e levou R$ 290.000.
Agora, Vascão, já tem um novo objetivo. Ele disse que vai lutar para igualar Wender Oliveira como bicampeão do Main Event do KSOP. “É mais um desafio e eu gosto de desafios. Vai ter uma etapa gigantesca, a de Camboriú, eu tenho que ir nela. Não posso foldar”, concluiu.
Confira a entrevista completa:
Confira a mão do título de Vascão:
Confira a premiação dos finalistas:
1º – Gustavo Lopes “Vascão” (Brasília/DF) – R$ 400.000
2º – Marllon Pinto (Belém/PA) – R$ 290.000
3º – Daniel Gadotti (Rodeio/SC) – R$ 200.000
4º – João Pedro Sant’Anna (São Paulo/SP) – R$ 140.000
5º – Thiago Tsukamoto (Santo André/SP) – R$ 105.000
6º – Bruno Cohen (Porto Velho/RO) – R$ 77.000
7º – Marcelo Agrella (Andira/PR) – R$ 56.000
8º – Victor Pedote (Rio de Janeiro/RJ) – R$ 42.500
9º – Mauro Silva (Capinzal/SC) – R$ 33.000
Confira as entrevistas com o trio sobre a relação do poker carioca com o KSOP:
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Confira o episódio #10 do Poker de Boteco:
KSOP
KSOP Iguazú terá torneios High Rollers todos os dias; confira a programação completa
O mais caro irá custar R$ 25.000 de buy-in
O KSOP vai desembarcar pela terceira vez em Puerto Iguazú, novamente no City Center Iguazú, a casa do circuito na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. Entre os dias 3 e 9 de junho, o festival promete fortes emoções com torneios para todos os perfis de jogadores, especialmente para os amantes dos High Rollers.
Com uma grade recheada de competições mais caras, não faltarão opções para quem gosta desse tipo de disputa. Logo no primeiro dia, o High Roller Light, de R$ 7.500, surge como principal atração, com início na quarta-feira e decisão na quinta.
Ainda na quinta-feira, o KSOP promove mais um torneio de destaque: o High Roller One Day, com buy-in de R$ 10.000 e níveis de blinds de 25 minutos. Já na sexta-feira, as atenções se voltam para o Super High Roller, torneio de R$ 25.000, que contará com stacks iniciais de 100.000 fichas e blinds de 45 minutos.
No sábado, dia em que será conhecido o campeão do torneio mais caro da série, acontece também o PKO One Day, com buy-in de R$ 10.000 e blinds de 25 minutos, uma ótima oportunidade para os fãs de caçadas a bounties valiosos.
A principal competição entre os torneios de maior buy-in será o tradicional Championship, que chega a Iguazú com entrada de R$ 15.000 e garantido de R$ 1 milhão. Por fim, no último dia da etapa, o High Roller Last Chance fecha a programação com buy-in de R$ 10.000 e níveis de 20 minutos.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
KSOP Puerto Iguazú terá R$ 3,5 milhões garantidos e grandes torneios em junho; confira
O evento ocorre entre os dias 3 a 9 de junho
Após o término da etapa Circuit de Manaus, o KSOP vai desembarcar mais uma vez em Puerto Iguazú, entre os dias 3 e 9 de junho, para a terceira parada válida pelo ranking de 2026. Por lá, estão programados torneios especiais, realizados no City Center Iguazú, com pelo menos R$ 3.5 milhões garantidos em premiações ao longo da etapa.
Começando pelo Main Event, torneio carro-chefe da série de buy-in R$ 4.000, que distribuirá uma premiação garantida de R$ 1 milhão, com cinco classificatórios ao longo dos dias. Outro torneio valioso da grade é o Warm-Up, com buy-in de R$ 1.000, que garante pelo menos R$ 300 mil em premiação aos participantes.
Já o Progressive K.O., de R$ 2.500, terá um garantido total de R$ 500 mil, também sendo disputado em classificatórios. Destaque também para o Iguazú Experience, com entradas de R$ 600 e R$ 100 mil garantidos. Fechando a lista dos torneios mais acessíveis em destaque, o Monster Mystery KO 6-Max terá buy-in de R$ 2.500 e premiação garantida de R$ 400 mil.
Por fim, a grade contará com diversos High Rollers, incluindo o Super High Roller, de R$ 25 mil de buy-in. Além disso, o tradicional Championship distribuirá R$ 1 milhão garantido, com entradas custando R$ 15 mil. Como sempre, o Mundo Poker estará presente para trazer todas as novidades diretamente da Argentina.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
KSOP Circuit Amazônia: Jesus Mejia, da Venezuela, derrota Dennis Magaldi no heads-up e fica com título do High Roller
O venezuelano puxou R$ 61 mil

O KSOP Circuit Amazônia foi encerrado com grande sucesso após sete dias intensos de poker em Manaus. E o último torneio a conhecer seu campeão foi o tradicional High Roller, que reuniu um excelente público neste domingo. No fim das contas, a vitória ficou com Jesus Mejia.
O venezuelano de Cumaná, que viajou até Manaus para disputar o KSOP pela primeira vez ao lado dos amigos, não deu chances ao field de 26 entradas no torneio de R$ 7.500 e foi recompensado com uma premiação de R$ 61.300. “São muitos anos de trajetória. São 25 anos viajando. Panamá, República Dominicana, Colômbia, Brasil”, comentou o campeão.
Jesus também destacou sua relação antiga com o país e elogiou a estrutura do evento. “Eu venho ao Brasil muitas vezes, porque conhecemos ele há 15 anos, quando ele fazia o torneio em Margarita, e nos tornamos grandes amigos. Aqui, a organização do KSOP é perfeita. Toda a estrutura é muito boa. Você pode jogar poker tranquilo. Os diretores, os dealers… tudo muito organizado”, completou o venezuelano.

A mesa final do torneio foi bastante disputada e contou com várias horas de jogo até Jesus sair campeão. No 3-handed, por exemplo, ele despachou Murad Abdelaziz e Dennis Magaldi, esse último, amargou o terceiro vice-campeonato na etapa.
O High Roller ainda teve uma paralisação durante a mesa final por conta de uma falta de energia. Assim que o jogo foi retomado, porém, o desfecho aconteceu rapidamente. Jesus garantiu a vitória ao acertar top pair e flush draw com contra de Dennis Magaldi, no board , sacramentando o título do High Roller.
Perguntado sobre disputar outras etapas do circuito, o venezuelano confirmou presença na etapa de Iguazú. “Sim, pelo que eu vejo, eu vou descer. Não vou para a Venezuela, vou para a Argentina. Quando vêm os bons torneios, tem que aproveitar”, comentou o campeão.
Confira a premiação completa:
1º – Jesus Rafael Mejia Borges (Venezuela) – R$ 61.300
2º – Dennis Magaldi – R$ 42.400
3º – Murad Abdelaziz – R$ 28.600
4º – Rafael Urias Wagenfuhr – R$ 19.020

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