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JPT: Goleada progressiva até quadra elimina Thiago Torati após coin flip na mesa final do Start Rio Jogos

Par de 6 do jogador de Petrópolis não teve a menor chance no 6-handed

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Um dos nomes mais conhecidos do field do Start Rio Jogos, o primeiro torneio da grade da segunda etapa do JPT em Teresópolis, era o de Thiago Torati. O experiente jogador mostrou as credenciais ao alcançar a mesa final. A eliminação veio em um coin flip padrão, mas com um desfecho raro de observar.

Torati levou uma sonora goleada no coin flip. O carrasco dele na parada foi o regular Arthur Salomão e a mão dele evoluiu a cada street. Em ritmo acelerada, a mesa final do Start RJ contou com três eliminações relâmpago. Torati estava short stack e conseguiu manejar bem para somar os pay jumps.

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Quando restaram cerca de seis big blinds, ele se envolveu em all in pré-flop contra Salomão de contra . O flop já trouxe a má notícia para Torati com dois pares para Arthur. O turn foi irreversível, pois trouxe , completou um full house e deixou Torati drawing dead.

Só que o baralho resolveu tripudiar ainda mais. O river fechou a conta da goleada com , dando uma quadra para Salomão. Thiago recebeu R$ 4.900 com o sexto lugar do torneio.

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Jornalista apaixonado pelo poker desde 2014, santista fanático e um grande especialista em pagar na broca

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Samir Cader crava o Start Rio Jogos do JPT com direito a virada no heads-up contra Luís Henrique Taffner

Título no primeiro evento da segunda etapa foi o quarto dele no circuito

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Samir Cader (Crédito: @jacksonmartinsreal)

O primeiro torneio da grade de quatro dias do JPT no hotel Le Canton foi o verdadeiro suco de JPT: salão cheio, muita falinha, clima descontraído e… título da família Cader! O Start Rio Jogos, com buy-in de R$ 600, teve como grande campeão Samir Cader, agora tetracampeão do circuito carioca.

Samir superou a concorrência de 221 entradas e ficou com um prêmio de R$ 13.000. Dois acordos aconteceram na mesa final. O primeiro foi no 5-handed e o segundo no 3-handed. O prêmio original para o campeão seria de R$ 21.500. O bom convívio entre os jogadores do field – que resulta em alguns acordos – foi celebrado pelo campeão.

“A gente vem pela amizade, pelo ambiente, como você viu a resenha estava solta. A gente fica bastante à vontade por conta do que o JPT representa para nós. Mais uma vez deu bom. A gente tem que aproveitar e comemorar. É sempre uma alegria estar com a galera aqui”, enalteceu Cader.

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A mesa final contou com nomes como Ney Meirelles, Adalberto Santana, Thiago Torati e Arthur Salomão. O 3-handed teve participação de dois nomes bem conhecidos do cenário carioca e nacional: Almir Reis, presidente da Beija-Flor, e o jogador de futebol Luís Henrique Taffner, vice-campeão de Main Event do KSOP.

O heads-up foi contra Luís Henrique e começou com vantagem o adversário. Uma bad beat colaborou para a virada de Cader. “Ele pediu all in no escuro, mas eu acabei vendo um K e ele acabou vendo um A”, conta. Sem ver a outra carta, eles foram all in. E o curioso é que ambos tinham 4. Dominado, Samir achou um K no turn para virar o jogo.

Logo na sequência, com mais fichas, ele sacramentou o título em outro all in pré-flop, agora de KQs contra 87s. O board 4QT5Q finalizou o torneio. Cader já tem um boa ideia de plano para o final de semana do JPT.  “Vou tentar o Main Event. Tem também o Torneio de Duplas que eu vou jogar com o meu filho. Meu filho gosta de estar aqui, eu o trago para ter esse momento entre pai e filho”.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Samir Cader – R$ 13.000*

2º – Luís Henrique Taffner – R$ 13.000

3º – Almir Reis – R$ 13.000

4º – Arthur Salomão – R$ 10.000

5º – Michel Duarte – R$ 10.000

6º – Thiago Torati – R$ 4.900

7º – Adalberto Santana – R$ 4.000

8º – Ney Meirelles – R$ 3.300

9º – Fabiano Fonseca – R$ 2.700

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Novo CEO do JPT, Anthony Temperine vê internacionalização do evento como objetivo: “sobre conexões”

Plano conta com embaixadores de São Paulo, Argentina e Chile

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Anthony Temperine (Crédito: @jacksonmartinsreal)

Antes do início da segunda etapa do JPT em 2026, um anúncio bastante importante foi feito pelo evento carioca: Anthony Temperine, antes embaixador e comunicador da marca, se tornou o novo CEO do evento que cresceu demais nos últimos anos. Articulado e proativo, Temperine conversou com o Mundo Poker sobre a novidade.

“Posição desafiadora. Entrei aqui no JPT para ser embaixador, para ser comunicador. Nessa veia de produzir evento em 10 anos, comecei a enxergar tudo o que a gente poderia melhorar, tudo o que JPT tem de bom e como poderia aproveitar isso melhor. Recebi essa missão de ser o CEO. É uma função muito mais estratégica de entender para onde vai a empresa, para onde vai a marca”, falou o carioca.

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“Primeiro passo foi levantar pessoas que têm a mesma energia como embaixadores para ter essa função”, explicou parte do processo que está inserindo no JPT.  Levantei o Helvio e o Sheik em São Paulo para o público de São Paulo saber como é o JPT. Levantei o Max Mastan para trazer o público argentino e o Cristian do Chile. Tenho o Recreativo Lucrativo em Búzios fazendo um trabalho sensacional também”, analisou.

“Agora é fazer o JPT conhecido não só nacionalmente, mas internacionalmente. Esse vai ser o meu principal objetivo”, acrescentou Temperine.

O trabalho não é feito através de escolhas a esmo. “Não é só trazer gente de fora, mas gente de qualidade. Gente que vem, apesar do prêmio ser bom, não só pelo dinheiro, mas pelas conexões, amizade, networking, pelos negócios. Tudo o que o JPT proporciona que vai além das fichas, da mesa e da premiação em dinheiro. Não é mais sobre poker. É sobre conexões”.

A segunda etapa do ano é no tradicional hotel Le Canton, em Teresópolis, um dos locais favoritos dos regulares do circuito. “O Le Canton tem um charme especial. Aqui a gente está em um clima de serra, onde a gente consegue trazer mais a família, amigos”, finaliza Temperine.

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JPT: Halley Lopes vai para o gamble na bolha do ITM do Start Rio Jogos, se dá mal e leva chuva de falinhas

Eliminação de Halley para Adalberto Santana divertiu os jogadores do JPT

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Halley Lopes
Halley Lopes (Crédito: @jacksonmartinsreal)

Dono de um excelente currículo no JPT, o regular Halley Lopes foi um dos primeiros protagonistas da segunda etapa do ano iniciada nesta quinta-feira (21). No entanto, não foi do jeito que ele gostaria. No R$ 600 Start Rio Jogos, o torneio que abriu o festival, ele foi eliminado na bolha do dinheiro.

A estrutura acelerou o ritmo e a bolha do dinheiro foi rápida. O hand for hand não tinha nem começado oficialmente quando a parada em questão aconteceu na mesa de Halley. Não teve muita cerimônia. Nos blinds 5.000 / 10.000, Adalberto Santana optou em dar limp e a ação chegou em Halley no hijack. Ele tinha oito big blinds e decidiu anunciar all in.

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A mesa rodou em fold e voltou para Santana – jogador conhecido por gostar do gamble e bastante adepto das falinhas – que nem titubeou para dar o call com mais fichas. No showdown, Halley apresentou e precisava pedir cartas contra o do adversário. Ainda antes do board, as falinhas da mesa começaram.

Luis Henrique Taffner declarou imediatamente que Halley já estava eliminado. Thiago Torati, na mesa ao lado, também engatou a quinta marcha nas brincadeiras antes mesmo do desfecho. Não teve jeito: o board correu e deixou Lopes drawing dead no turn. A galera não o perdoou e a chuva de falinhas com questionamentos da decisão foi implacável.

Halley deixou bem claro a todos: “eu queria o call”. A bolha de R$ 950 estourou, mas para a sorte dele uma outra eliminação aconteceu simultaneamente em outra mesa para aliviar. Eles dividiram o prêmio do 27º colocado.

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