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João Fera breca arrancada de britânico e leva primeiro título da carreira de SCOOP com vitória no Evento #52-H
O craque teve a companhia de Lucio Lima no pódio
WCOOP, anel da WSOP Circuit, Sunday Million, Powerfest, mesa final do Main Event da WSOP Online… o currículo de João Fera é pesadíssimo, mas tinha uma lacuna: um título do SCOOP. Depois de tantos anos de carreira, essa espera acabou em grande estilo. O jogador de São Paulo conseguiu uma vitória categórica no Evento #52-H (US$530 8-Max) para concretizar a cravada.
O “XxJoaoFeraxX” derrubou um field de 635 entradas para levar a bagatela de US$ 54.758 pela conquista. Além disso, o ex-jogador do Samba Team também deixa para trás algumas traves na série do PokerStars. No ano passado, ele fez uma mesa final e ficou com o sexto lugar. Em 2020, foi vice-campeão do Evento #73-H e forrou US$ 132.873.
A sonhada cravada veio depois de uma mesa final com a companhia de Lucio Lima, o “WizardOffAz”. O jogador do Insight foi eliminado com a medalha de bronze e um prêmio de US$ 27.824. O mineiro foi parte importante da cravada de João, pois uma mão entre os dois no 5-handed deu uma forte impulsionada para a sequência do paulista.
Fera ainda correu um grande risco nessa jogada. Naquela altura, Lucio era o chip leader e João o segundo em fichas. Depois de abrir raise com JJ, ele viu Lucio 3-betar, o que poderia ser apenas pressão, e decidiu shovar todo o seu stack, mas levou call do líder disparado com AK. O valioso coin flip acabou com final feliz para o “XxJoaoFeraxX” depois do board 88533, evitando a queda “antes da hora”.
O futuro campeão assumiu a liderança e o 3-handed com Lima veio de forma natural. Fera tinha 33.601.108 fichas, o sócio do Insight 23.850.188 e o britânico “3betwizkid” apenas 4.688.704. Só que o europeu conseguiu uma baita arrancada para impedir a dobradinha brasileira. O jogo ficou “pegado” e o britânico chegou a assumir a liderança em determinado momento.
Quatro mãos depois disso, Fera derrubou Lucio quando eles estavam parelhos em fichas. O AK dele superou o AT do “WizardOffAz” no board 6597J. João começou o HU em desvantagem, mas a virada veio de forma avassaladora. Em apenas oito mãos, João virou o jogo com autoridade e concretizou o título em um all in pré-flop de 88 contra J6.
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Confira o episódio #07 do MundoTV Cast:
WSOP
WSOP: João Simão encabeça a lista de trio brasileiro classificado no Dia 1B do US$ 10.000 GGMillion$
Aloísio Dourado e Wagner Wysotchanski completam a trinca verde e amarela
O segundo e último flight do Evento #11 US$ 10.000 GGMillion$ High Rollers aconteceu hoje na WSOP e três jogadores brasileiros estiveram na disputa atrás da classificação. A boa notícia é que todos eles conseguiram atingir o objetivo, carimbando vaga para o retorno da competição.
João Simão, Aloísio Dourado e Wagner Wysotchanski estão classificados para o Dia 2 do torneio e se juntam a Belarmino de Souza na lista. No Dia 1B, que teve 209 entradas e 111 classificados, Simão foi quem terminou melhor. O mineiro finalizou o dia com 317.000 fichas, quase 127 blinds.
Aloísio Dourado, por sua vez, fechou o Dia 1B com 157.000, quase 63 blinds. Por fim, Wagner Wysotchanski ensacou 108.000 fichas, 43 blinds. Chance Kornuth (444.000), Kristen Foxen (274.000) e Alex Foxen (240.500) foram alguns dos nomes conhecidos que também avançaram.
O GGMillion$ High Rollers volta nesta terça-feira às 12h local, 16h de Brasília, com inscrições ainda abertas por mais dois níveis. O jogo será retomado nos blinds 1.000 / 2.500 e a premiação em jogo será divulgada após a finalização do período de registro.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
WSOP: Yuri Dzivielevski lamenta proibição do uso de patches após nova regra imposta pela WSOP em 2026
Brasileiro é patrocinado pela Coin Poker, mas não pode usar nada relacionado à marca
A nova regra sobre o uso de patches, imposta pela WSOP em 2026 após a gigante polêmica do ano passado (quando houve a promoção do Club WPT Gold que interferiu no resultado direto de um torneio valendo bracelete), afetou vários jogadores patrocinados por empresas concorrentes. E tem brasileiro no meio dessa história.
Yuri Dzivielevski revelou hoje através de seu Instagram que foi proibido de utilizar os materiais da Coin Poker, site pelo qual é patrocinado. O pentacampeão da série comentou o fato mostrando um dos moletons produzidos pela empresa, dizendo que só pode usar na série se cobrir o logo da Coin Poker.
LEIA MAIS: WSOP: Dia Final não emplaca e Yuri Dzivielevski cai rapidamente no Evento #08 US$ 1.500 Badugi
A reclamação do brasileiro se junta a de Patrick Leonard, outro jogador patrocinado pela Coin Poker. Antes mesmo de começar a série, Leonard havia falando sobre a recusa da WSOP em permitir os patches do site, colocando em xeque até mesmo sua participação na série. Segundo o “Pads”, essa era uma regra prejudicial para o ecossistema. O britânico decidiu vir mesmo assim.
Por se tratar de uma empresa privada, a WSOP pode definir as regras conforme achar melhor. A regra diz que “não são permitidos: alegações falsas; propagandas de remédios, tabaco, armas de fogo e munição; material sobre loterias ou concursos; jogos de azar; linguagem controversa ou obscena; pornografia; propriedade intelectual; material difamatório; e qualquer coisa que possa impactar negativamente a WSOP”.
A Coin Poker e o WPT Club Gold foram proibidos pela WSOP, mas outras empresas, como o ACR, por exemplo, estão liberadas. O próprio Yuri Dzivielevski utiliza outros patches em sua roupa: o da RegLife e o da Jump. Para saber qual pode ou não pode ser utilizado, os jogadores precisam pedir liberação prévia para a WSOP.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
ONLINE
Pedro Padilha tenta blefe ousado, mas encontra royal flush de Lex Veldhuis em High Roller da GGPoker neste domingo; confira
A mão aconteceu quando restavam 16 jogadores na briga
Mesmo com a WSOP já rolando em Las Vegas, o poker online não para, principalmente na GGPoker. Lex Veldhuis, que recentemente passou a jogar por lá, foi um dos que engatou forte neste domingo e transmitiu sua sessão ao vivo na Twitch, com direito a uma mão bastante interessante contra Pedro Padilha.
Eles se enfrentaram no Bounty Hunters Sunday Main Event, com buy-in de US$ 5.250. Lex Veldhuis acertou um royal flush e viu o brasileiro tentar um blefe logo no início do torneio, dobrando o stack do streamer após isso.
A jogada ocorreu no nível 1, com muita agressão no pré-flop. Lex tinha e viu o flop trazer . O pote já tinha 43 big blinds, com Padilha sendo o agressor e dando c-bet de 10,9 big blinds. Veldhuis pagou e Guillaume Nolet foldou. O turn então trouxe o , dando um flush para Lex, que possuía a segunda melhor mão possível naquele momento.
Ele então viu o brasileiro apostar 16,3 big blinds e apenas pagou. Eis que o river completou o board, agora dando um royal flush para o streamer. O pote já tinha 98 big blinds quando Padilha anunciou all in, recebendo insta call de Veldhuis. O brasileiro mostrou para um blefe total, enquanto Lex revelou a melhor mão possível e puxou um enorme pote.
Lex ainda deu azar, pois Padilha sobreviveu com apenas 0,5 big blind e um bounty de US$ 1.250. No entanto, na mão seguinte, o do streamer quebrou o do brasileiro e o de Emilien Pitavy, garantindo as eliminações e coletando US$ 2.500 em bounties.
Confira abaixo:
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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