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WPT Global bane jogador irlandês do MetaGame após flagrante de tabelas de range abertas em transmissão; Zinhão comenta o caso

O jogador foi “caguetado” por Patrick Leonard no Twitter

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A batalha contra o uso de RTA (Real Time Assistance) nas mesas online segue firme diariamente na segurança dos sites de poker online. Na última quarta-feira, essa guerra ganhou mais um capítulo, envolvendo o site WPT Global, que baniu imediatamente um streamer após um flagrante transmitido pela Twitch.

Grinder de low stakes cash game, o irlandês Alan Finn, mais conhecido como “AlanFPoker”, é um dos jogadores estrangeiros do Meta Game (equipe brasileira liderada por Zinhão) e realizava transmissões como influenciador do próprio site. Ele acabou deixando “vazar” as famosas tabelas de ranges abertas enquanto disputava um heads-up nas mesas do WPT Global.

O problema é que esse tipo de recurso vai contra as regras da plataforma. O caso ganhou repercussão após o profissional Patrick Leonard publicar um print do flagrante no X (antigo Twitter), marcando o WPT Global. A resposta foi rápida: o site repostou a denúncia e confirmou que o jogador foi banido e teve seus fundos confiscados. “Não toleramos o uso de RTA. AlanFPoker foi banido com efeito imediato.”

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Assim que foi banido, o jogador Alan apagou rapidamente a transmissão em seu canal na Twitch, que atualmente conta com cerca de 2.700 inscritos. Ele não se pronunciou sobre. A postagem gerou algumas discussões, especialmente sobre se Finn, de fato, havia cometido alguma infração.

Na imagem capturada, é possível ver que o jogador mantinha duas planilhas do Excel abertas, com os nomes: “Lista de compras da mamãe” e “WPT Range V2.0”. A regra 9.2 da plataforma é clara: qualquer tipo de assistência externa utilizada para obter vantagem nas jogadas é considerada proibida.

“Os jogadores estão proibidos de usar dispositivos como robôs ou qualquer outro programa de assistência externa ao jogador (EPA) que distorça a jogabilidade normal e dê ao jogador uma vantagem injusta. Os Jogadores devem tomar suas próprias decisões ao jogar, sem a ajuda de quaisquer informações diferentes das obtidas durante sua própria experiência de jogo”.

Nas redes sociais, o WPT Global, que vem crescendo cada vez mais, tem se posicionado como um forte combatente a essa práticas ilegais no poker online. Em casos recentes envolvendo o ACR Poker, por exemplo, a plataforma chegou a criticar publicamente o concorrente, inclusive com um tom de deboche.

Procurado pelo Mundo Poker, Mateus Carrión, o “Zinhão”, sócio do Meta Game, equipe da qual Alan Finn faz parte, comentou sobre o caso e quais serão os procedimentos em relação à atitude do jogador irlandês:

“Chegou até mim porque eu mesmo sigo o Pads no Twitter e vi um tweet dele que dizia: ‘Apaguei porque não quero acabar com a vida dele, bla bla bla.’ Aí eu fui fuçar nos comentários, e alguém havia postado um print da Twitch do Alan e as charts de pré-flop ali embaixo. Aí eu não sabia se era sobre aquilo que estavam falando, demorei um pouco a entender, fucei um pouco mais e vi que era sobre isso. Na hora, mandei mensagem pros meus sócios e já falei sobre o ocorrido. Hoje, a WPT Global entrou em contato conosco dizendo que o jogador foi banido e que ele deve responder às perguntas da security da WPT Global, e agora cabe a ele esclarecer os pontos com a sala.

Sobre o que nós faremos:

1 – Reforçar o Termos dos sites pros nossos players pra que eles não violem nenhuma regra.
2 – Prestar todo apoio a ele pra que a situação seja resolvida.
3 – Cooperar com a WPT Global com tudo que estiver ao nosso alcance.

Sobre o Alan, posso afirmar que é um cara espetacular. Ele é irlandês, mas joga no MetaGame desde que era BrPC, há mais de 4 anos. É um cara idôneo, que sempre cumpriu tudo com muita lealdade, um cara muito trabalhador, um grinder ferrenho. Ano passado, inclusive, fizemos questão de trazer ele pro Brasil pra nossa festa de encerramento. Ele veio e realmente é um cara que eu gosto muito e que eu atesto pelo caráter e pelo profissionalismo. Não é porque ele possa ter cometido um erro que vocês vão me ouvir dizer que eu vou ficar contra ele ou que ele vai ser expulso do time ou qualquer coisa assim. De maneira alguma. Que tipo de pessoa eu seria se, quando um jogador meu comete um erro, eu pioro a situação? Ele tem todo o nosso apoio e, se ele tiver que pagar pelo erro dele, que seja.

Sobre o ocorrido: sinceramente, eu não sei se ele estava ciente do que uma chart de pré-flop poderia causar. Hoje, todo mundo é muito desesperado com esses assuntos no meio do poker, e também existe um monte de gente querendo aparecer como o bastião da moral e dos bons costumes.
É bom esclarecer que uma chart de pré-flop é totalmente diferente de um solver em tempo real. Ele não “solva” nada, é algo estático. Mas cabe à WPT Global tomar uma decisão baseada nos termos de serviço deles e em como eles querem conduzir essa situação”, falou.

Confira o episódio #105 do Poker de Boteco com Murilo Milhomem :

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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