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Thalles Assis é o grande campeão do Main Event do RPSOP e leva o título para Minas Gerais

Com a vitória no evento principal da terceira etapa, o mineiro levou R$ 45.000, o troféu de campeão e um anel

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O principal torneio da terceira etapa do RPSOP contou com a presença de diversos jogadores do estado de São Paulo, principalmente de cidades do interior paulista. Mas a maior vitória da edição cruzou a fronteira do estado. O mineiro Thalles Assis fez uma mesa final de almanaque e foi o grande campeão do Main Event, levando um belo troféu e um anel pelo título.

O profissional de Uberlândia veio até São José de Rio Preto junto a vários amigos de Minas Gerais e escreveu a melhor história da etapa. Thalles superou um field numeroso que contou com 755 ações e coroou um grande desempenho na decisão com um baita prêmio na conta. No último dia de jogo, o mineiro levou R$ 45.000 para a conta.

A cravada veio de uma forma emocionante. Na reta final, ele ganhou mãos enormes que o levaram até o título e o heads-up também teve muita emoção. Ele conseguiu pegar um blefe para assumir a liderança, tomou uma bad beat logo depois pela vitória e decidiu a vitória em um flip que terminou com trinca a favor do mineiro.

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Todo esse esforço depois de cinco longos dias de jogo deixou o campeão satisfeito: “terminar com esse título é bom demais. A gente tem que chegar as vezes, né? Ralo muito, grindo online. Uma hora tem que dar a gente. É maravilhoso”, descreveu o campeão, já com o troféu em anel em posse.

Regular e tarimbado, Thalles ainda recusou um deal no 4-handed quando aparecia na parte debaixo da tabela, tamanha a confiança em seu jogo. Deu certo: “eu senti que tinha uma vantagem sobre os adversários. Vi que eles estavam cometendo alguns erros e achei que não valia a pena. Preferi arriscar e funcionou”, explicou.

Agora dono do título do Main Event, o mineiro já cravou: “na próxima etapa muito provavelmente vamos estar de volta para defender esse título”, fechou o campeão.

A mesa final

A decisão começou com o atual campeão Paulo Henrique Miranda na liderança, mas logo na primeira mão ele dobrou um dos rivais, equilibrando mais a disputa. O chip leader geral do torneio Kalebe Tobias chegou como short stack na decisão e acabou sendo o primeiro eliminado, numa disputa com Leonardo Teixeira.

O próximo a cair foi Rômulo Issas, eliminado pelas mãos de Davizão. Pouco tempo depois, o mineiro Fabrício Galvão também deixou a mesa em uma blind war contra Mayron Vieira. As quedas seguiram em ritmo rápido e Leonardo viu seu bom começo virar uma má runnada e deixou a disputa na sexta colocação. Campeão na segunda etapa, Henrique Miranda foi o próximo a sair, em quinto.

Nessa hora, Marcelo Carvalho ia fazendo uma FT de sobrevivência e emoção. Ele conseguiu algumas dobras – com direito até a broca salvadora – e construiu um bom stack. Muito consistente na decisão, Thalles Assis foi outro a chegar muito firme no 4-handed e foi nessa faixa do jogo que as coisas se encaminharam.

Tales ganhou uma mão importantíssima nesse momento contra o médico Mayron Vieira, num cooler de dois pares x dois pares. Pouco tempo depois, o recreativo que trabalha na área da saúde deixou o jogo e colocou todos os três finalistas com um troféu. Não dmeorou para que Davizão também não resistisse e caísse em terceiro, ficando com a medalha de bronze.

O heads-up começou com Marcelo tendo vantagem sobre Thalles, mas ma tentativa gigantesca de blefe de Marcelo deu a liderança absoluta para o mineiro logo no começo do heads-up e a mão seguinte poderia definir o torneio. Mas uma bad beat impediu a queda do iluminado Marcelo Carvalho e reequilibrou o jogo.

Mas a história já parecia ter dono e, mesmo depois de dobrar o rival, Thalles matou o jogo. Em um grande flip, o jogador de Uberlândia deixou o rival com somente uma ficha. Mesmo dobrando algumas vezes, Marcelo não resistiu e Thalles finalizou a disputa com o primeiro lugar assegurado.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Thalles Assis – R$ 45.000
2º – Marcelo Carvalho – R$ 28.000
3º – Davizão – R$ 20.000
4º – Mayron Vieira – R$ 15.840
5º – Paulo Henrique Miranda – R$ 12.000
6º – Leonardo Teixeira – R$ 9.000
7º – Fabrício Galvão – R$ 7.000
8º – Rômulo Issas – R$ 5.000
9º – Kalebe Tobias – R$ 4.200

Confira o MundoTV Cast #53 com Daniel de Freitas:

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Jeremy Ausmus elogia sistema de marcação de tempo da Triton e reforça pedido para que outras séries adotem: “acelera o jogo”

O americano acredita que isso pode acelerar o jogo e levar a um ambiente melhor nas mesas

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Jeremy Ausmus

Ao conversar com os jogadores de poker, a lista de elogios para a Triton Series é grande. E uma das mais recentes inovações da série High Stakes é daquelas que recebeu uma grande leva de elogios. Recentemente, a Triton adotou um sistema de marcação de tempo semelhante ao xadrez, onde você ganha um período fixo de tempo já no início do torneio e precisa administrá-lo.

Naturalmente, um jogador também ganha alguns segundos para tomar sua decisão antes que seu time bank comece a ser consumido. Mas os feedbacks iniciais são bastante positivos, e um deles veio de forma pública nesta segunda-feira. Foi o americano Jeremy Ausmus, seis vezes campeão de bracelete da WSOP, que elogiou a iniciativa—e ainda pediu que outras grandes séries adotem o mesmo procedimento.

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“Eu sabia que a tecnologia está num ponto que torna isso possível”, disse Ausmus. “Espero que isso seja levado para outros eventos. Acho que as pessoas subestimam o quanto isso vai acelerar os torneios. Quando você precisa salvar seu tempo, naturalmente você age muito rápido, e o jogador da frente também precisa pensar rapidamente na decisão dele”, comentou.

Ausmus ainda disse que, além da melhora natural do tempo de torneio, o próprio ambiente pode ficar mais agradável. “Eu posso imaginar um mundo onde todo mundo está prestando atenção na mesa. Sem mais pessoas olhando no celular e sem prestar atenção. Acho que, no fim das contas, isso pode levar a um ambiente mais imersivo e de muita ação”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

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Annette Obrestad fala sobre retorno ao poker de forma regular, mas reforça: “só quero jogar o que achar divertido”

A campeã do Main Event da WSOPE em 2007 está de volta aos feltros

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Annette Obrestad (Créditos: Poker.org)

A norueguesa Annette Obrestad fez história em 2007. Ela venceu o Main Event da WSOP Europa naquele ano e marcou seu nome na história do poker como a jogadora mais nova a ganhar um bracelete. Depois de muitos anos longe do jogo, ela tem reaparecido em torneios e garante que a experiência tem sido maravilhosa.

Obrestad disputou recentemente o Main Event da WSOP Europa e conseguiu uma respeitável 35ª colocação, sendo também a última jogadora viva no field. Obrestad, com uma marca notável e com muitos anos de ausência do jogo, naturalmente chamou a atenção em sua volta. Mas os nervos também estiveram presentes. “Eu não estive calma como eu estava anteriormente, definitivamente. Um jogo de US$ 1 / US$ 3 já me deixava nervosa. Eu só queria jogar poker de novo e me divertir, mas ele traz pressão.”

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Outro ponto de mudança, que Obrestad mencionou durante uma entrevista com a PokerNews, foi o estilo de jogo. “Todo mundo é muito agressivo hoje! Os estilos são muito diferentes. Antes eu era essa pessoa. Eu não queria entrar numa guerra de 6-bet pré-flop e arriscar meu torneio. Isso seria estupidez.”

A noruguesa, que atualmente mora em Las Vegas, não pretende fazer muitas viagens para os principais torneios do mundo. Ainda assim, ela quer disputar os torneios da WSOP em Las Vegas, a depender de conseguir um backer ou não. “Eu não jogo por rankings, jogador do ano, nada disso. Jogo os torneios que me parecem divertidos, é por isso que voltei, e como estou me divertindo! Acho que estou na fase de lua de mel com o jogo de novo, e tudo que eu quero fazer é jogar”, finalizou.

A entrevista completa, em inglês, foi feita pela Poker.org e pode ser conferida clicando aqui.

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

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Falastrão com ganhos no Twitter, Maurice Hawkins entra com pedido de falência para evitar pagar dívidas de poker

Hawkins abriu o pedido para evitar penhora na coleta de seus ganhos

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Maurice Hawkins

Maurice Hawkins é sinônimo de polêmica. Apesar de uma carreira de relativo sucesso no poker, que inclui o recorde de anéis da WSOPC (24) conquistados, ele também aparece de forma constante nas notícias com alguns casos controversos. E mais um foi adicionado à lista recentemente.

De acordo com a petição obtida pelo PokerNews, Hawkins entrou com o pedido no último dia 23. Ele busca se absolver do pagamento da dívida que tem com Randy Garcia, que até chegou a entrar em um acordo bastante favorável para Hawkins; ainda assim, o falastrão americano não pagou as parcelas, o que novamente gerou uma queixa de Garcia.

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A PokerNews descobriu recentemente que, depois de ganhar dinheiro em um torneio recente, ele não pôde coletar a premiação por conta de uma penhora legal. Assim, o pedido de falência foi feito no dia seguinte para impedir que isso pudesse acontecer no futuro; a penhora foi solicitada por Garcia, e o advogado também falou recentemente que poderia “lutar contra” o pedido solicitado, querendo mostrar que o polêmico americano não está realmente falido e, sim, busca tirar vantagem do sistema para evitar o pagamento de dívidas.

Somente no ano de 2026, Hawkins já registra 31 premiações em dinheiro no Hendon Mob, a grande maioria em torneios da WSOPC. Ele também já venceu três torneios da série no ano. A lista de credores é longa e inclui Garcia, várias companhias de finanças e outras lojas. Denise Pratt também já afirmou há alguns meses que Hawkins havia lhe aplicado um calote.

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

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