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Sócio do JPT, Carlos Moreira exalta ideia inovadora de evento para toda família e fala sobre projeto inclusivo: “desmistificar”
O carioca está com o evento praticamente desde o início

A nona edição do JPT pode medir seu sucesso através de diversos fatores. Uma rápida verificada no salão onde acontece o evento é suficiente para entender que a ideia pegou, já que muitos jogadores marcam presença no LeCanton, em Teresópolis. Isso só se deu após um árduo trabalho de toda a equipe que organiza. E, desde o começo do circuito, lá na primeira edição, o JPT tinha um objetivo claro: desmistificar o poker e realizar a integração entre as pessoas.
A ideia inovadora de se criar uma atração que fosse boa não só para os jogadores, mas também para toda a família, foi o diferencial do evento. Hoje, já com nove edições, todo o trabalho construído recolhe frutos de um grande desenvolvimento e cada vez mais pessoas se interessam por comparecer. Carlos Moreira, empresário e também jogador, acompanha o circuito quase desde o início e hoje se orgulha de ver o que construiu, como ele mesmo conta.
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“Eu virei sócio do JPT na segunda edição. Era um projeto inovador, um projeto de divulgar o poker e desmistificar essa ideia de não-esporte, de um jogo que prejudicava, que destruía famílias, que as pessoas perdiam dinheiro. A gente queria mostrar pro mundo, pras pessoas, que o poker é um esporte que pode ser vivido pela família toda, junto com as esposas, com os filhos. Queríamos fazer essa integração. Então a gente uniu as viagens, os resorts e o poker. Acho que deu super certo. Hoje o JPT é um dos maiores eventos do Rio de Janeiro, exceto os de nível nacional, dentro do Rio é o que mais dá premiação. Já estamos bem consolidados, indo pra décima edição, com a galera sempre se divertindo, feliz, como sempre pode ser visto dentro do salão”, relata o carioca.
O projeto de integrar toda a família ao esporte não vem só da boca pra fora. Além de organizar diversas atrações extra poker durante a realização do evento, o JPT também prepara aquelas pessoas que não tem muito conhecimento, mas querem aprender a jogar, seja para entender e poder acompanhar sabendo o que acontece, seja para jogar efetivamente. Para isso, o evento tem um torneio especial, inclusivo, chamado de Torneio Escola. Como o próprio nome diz, o intuito é fazer os jogadores, principalmente as mulheres, se ambientarem:
“A gente começou com o Torneio Escola, que era feminino, e depois disso veio o Ladies. O torneio foi tão inclusivo nesse ponto que as meninas que aprenderam o poker com a gente hoje jogam outros torneios. Minha esposa mesmo começou por lá, hoje ela é mesa finalista de BSOP, campeã do Ladies do JPT. Ela é um exemplo vivo de evolução a partir desse torneio inclusivo que a gente criou. A ideia é essa mesmo, de integrar todo mundo, que as mulheres venham jogar. Hoje a gente vê poucas mulheres em relação ao comparativo com homens e nós queremos que esse número cresça, porque tem muito potencial. Incentivamos muito essa questão”, explica Carlos.

O ambiente diferenciado é um dos pontos altos do JPT
O sucesso desse torneio, por coincidência, foi refletido hoje. Fernanda Marchon foi mais um exemplo disso. Ela começou no JPT acompanhando o marido, participou pela primeira de um Torneio Escola em outra edição e, neste, ela já conseguiu o título em uma grande história. Ela reconheceu a importância do circuito nessa sua entrada no poker e elogiou o ambiente criado e apresentado para todos que comparecem ao JPT. Isso deixa Carlos orgulhoso e ele conta como funcionam as coisas:
“É muito satisfatório o reconhecimento das pessoas nesse ponto. Hoje mesmo, na hora das vendas pro evento, 70% das vezes quem faz o contato são as esposas. Elas não querem perder o evento. Aquelas que não jogam tem muita coisa pra fazer. Tem show a tarde, noite, a gente faz bingo com prêmios como bolsas, chocolates, óculos. Tem atração o tempo todo pras que não gostam de jogar. Aqui a gente cria atividade o dia todo pra que nunca seja chato pra elas. Além da recreação do resort para as crianças, a gente também contrata pra ter atividades até de madrugada, exatamente pra todo mundo poder se divertir”, explica.
É exatamente esse clima agradável o ponto alto do JPT. Além dos bons prêmios em dinheiro, a relação entre os participantes se fortalece cada vez mais. “Uma outra coisa que é muito legal é que com o ambiente, os grupos começam a se integrar. Pessoas que nunca se viram na vida começam a virar amigas a partir do JPT, a ponto de frequentar a casa umas das outras. Aí chega aqui e parece que se conhecem há muito tempo. Isso porque aqui virou uma família, a família JPT”, define o sócio.
Por fim, com tantos elogios e com uma estrutura visivelmente diferenciada, fica difícil não imaginar como a série vai estar no futuro. Ontem, alguns dos planos já foram revelados durante a cerimônia de abertura, mostrando que o JPT tem a ambição de se expandir ainda mais. Os organizadores mantêm os pés no chão, buscando uma evolução por etapas, mas crescer está mesmo nos planos de todos por aqui.
“O JPT é um evento carioca, do estado do Rio de Janeiro. Vem muita gente do interior do estado, mas já está vindo também gente de Minas Gerais, de São Paulo. O sonho é tornar o JPT um evento nacional. Temos esse projeto. A gente acredita que uma escada se sobe degrau por degrau, então queremos nos consolidar no Rio de Janeiro e quem sabe depois entregar isso em outros estados. Estamos indo pro online agora também, fazendo um home game pra que as pessoas que estão aqui possam jogar entre elas. Esse é um projeto imediato e mais pra frente chegar a nível nacional”, crava Carlos.
Confira o episódio #13 do Poker de Boteco:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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