KSOP

Geral

Ranking do poker online mantém três brasileiros no top 10; veja lista completa

O craque do Samba Poker Team caiu uma posição na atualização mais recente

Published

on

online
Pedro Padilha / Felipe Boianovsky / Brunno Botteon

Quarta-feira é dia de atualização do ranking do poker online, feita pelo PokerStake, e poucas novidades apareceram com o foco dos principais jogadores do mundo estando na WSOP, em Las Vegas. O Brasil continua com três representantes no top 10.

Pedro Padilha (5º), Felipe Boianovsky (7º) e Brunno Botteon (9º) continuam no top 10 na nova atualização. O grupo vem ocupando posições dentro do top 10 já há algum tempo: Padilha caiu uma posição em relação a última semana, enquanto Botteon subiu uma.

LEIA MAIS: Craques brasileiros conquistam pacotes para o EPT Paris e vão invadir a capital francesa após o Carnaval; confira

Já Alisson Piekazewicz (12º), Felipe Ketzer (14º) e Lúcio Lima (17º) ocupam posições dentro do top 20, com 19 brasileiros no total dentro do top 50, a melhor representação de um país nessa faixa do ranking com boa margem.

O top 3 se manteve inalterado, com Damian Salas, Connor Rash e Ramiro Petrone ocupando as primeiras colocações. A novidade na atualização mais recente é o retorno do austríaco
Daniel Smiljkovic ao top 10, derrubando o americano Chris Klodnicki.

Confira o top 10 completo do ranking do poker online:

1º – Damian Salas (Argentina) – 11.937
2º – Connor Rash (Estados Unidos) – 11.349
3º – Ramiro Petrone (Uruguai) – 10.946
4º – Roman Hrabec (República Tcheca) – 10.898
5º – Pedro Padilha (Brasil) – 10.742
6º – Niklas Astedt (Suécia)– 10.196
7º – Felipe Boianovsky (Brasil) – 9.908
8º – “idkthp” (Áustria) – 9.694
9º – Brunno Botteon (Brasil) – 9.409
10º – Daniel Smilijkovic (Áustria) – 9.389

Confira o episódio #73 do Poker de Boteco com Thiago Grigoletti:

Click to comment

Geral

Jeremy Ausmus elogia sistema de marcação de tempo da Triton e reforça pedido para que outras séries adotem: “acelera o jogo”

O americano acredita que isso pode acelerar o jogo e levar a um ambiente melhor nas mesas

Published

on

Jeremy Ausmus

Ao conversar com os jogadores de poker, a lista de elogios para a Triton Series é grande. E uma das mais recentes inovações da série High Stakes é daquelas que recebeu uma grande leva de elogios. Recentemente, a Triton adotou um sistema de marcação de tempo semelhante ao xadrez, onde você ganha um período fixo de tempo já no início do torneio e precisa administrá-lo.

Naturalmente, um jogador também ganha alguns segundos para tomar sua decisão antes que seu time bank comece a ser consumido. Mas os feedbacks iniciais são bastante positivos, e um deles veio de forma pública nesta segunda-feira. Foi o americano Jeremy Ausmus, seis vezes campeão de bracelete da WSOP, que elogiou a iniciativa—e ainda pediu que outras grandes séries adotem o mesmo procedimento.

LEIA MAIS: Após 14 dias, KSOP South América tem domínio brasileiro na grade de torneios; confira todos os campeões

“Eu sabia que a tecnologia está num ponto que torna isso possível”, disse Ausmus. “Espero que isso seja levado para outros eventos. Acho que as pessoas subestimam o quanto isso vai acelerar os torneios. Quando você precisa salvar seu tempo, naturalmente você age muito rápido, e o jogador da frente também precisa pensar rapidamente na decisão dele”, comentou.

Ausmus ainda disse que, além da melhora natural do tempo de torneio, o próprio ambiente pode ficar mais agradável. “Eu posso imaginar um mundo onde todo mundo está prestando atenção na mesa. Sem mais pessoas olhando no celular e sem prestar atenção. Acho que, no fim das contas, isso pode levar a um ambiente mais imersivo e de muita ação”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

Continue Reading

Geral

Annette Obrestad fala sobre retorno ao poker de forma regular, mas reforça: “só quero jogar o que achar divertido”

A campeã do Main Event da WSOPE em 2007 está de volta aos feltros

Published

on

Annette Obrestad (Créditos: Poker.org)

A norueguesa Annette Obrestad fez história em 2007. Ela venceu o Main Event da WSOP Europa naquele ano e marcou seu nome na história do poker como a jogadora mais nova a ganhar um bracelete. Depois de muitos anos longe do jogo, ela tem reaparecido em torneios e garante que a experiência tem sido maravilhosa.

Obrestad disputou recentemente o Main Event da WSOP Europa e conseguiu uma respeitável 35ª colocação, sendo também a última jogadora viva no field. Obrestad, com uma marca notável e com muitos anos de ausência do jogo, naturalmente chamou a atenção em sua volta. Mas os nervos também estiveram presentes. “Eu não estive calma como eu estava anteriormente, definitivamente. Um jogo de US$ 1 / US$ 3 já me deixava nervosa. Eu só queria jogar poker de novo e me divertir, mas ele traz pressão.”

LEIA MAIS: Após 14 dias, KSOP South América tem domínio brasileiro na grade de torneios; confira todos os campeões

Outro ponto de mudança, que Obrestad mencionou durante uma entrevista com a PokerNews, foi o estilo de jogo. “Todo mundo é muito agressivo hoje! Os estilos são muito diferentes. Antes eu era essa pessoa. Eu não queria entrar numa guerra de 6-bet pré-flop e arriscar meu torneio. Isso seria estupidez.”

A noruguesa, que atualmente mora em Las Vegas, não pretende fazer muitas viagens para os principais torneios do mundo. Ainda assim, ela quer disputar os torneios da WSOP em Las Vegas, a depender de conseguir um backer ou não. “Eu não jogo por rankings, jogador do ano, nada disso. Jogo os torneios que me parecem divertidos, é por isso que voltei, e como estou me divertindo! Acho que estou na fase de lua de mel com o jogo de novo, e tudo que eu quero fazer é jogar”, finalizou.

A entrevista completa, em inglês, foi feita pela Poker.org e pode ser conferida clicando aqui.

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

Continue Reading

Geral

Falastrão com ganhos no Twitter, Maurice Hawkins entra com pedido de falência para evitar pagar dívidas de poker

Hawkins abriu o pedido para evitar penhora na coleta de seus ganhos

Published

on

Maurice Hawkins

Maurice Hawkins é sinônimo de polêmica. Apesar de uma carreira de relativo sucesso no poker, que inclui o recorde de anéis da WSOPC (24) conquistados, ele também aparece de forma constante nas notícias com alguns casos controversos. E mais um foi adicionado à lista recentemente.

De acordo com a petição obtida pelo PokerNews, Hawkins entrou com o pedido no último dia 23. Ele busca se absolver do pagamento da dívida que tem com Randy Garcia, que até chegou a entrar em um acordo bastante favorável para Hawkins; ainda assim, o falastrão americano não pagou as parcelas, o que novamente gerou uma queixa de Garcia.

LEIA MAIS: Após 14 dias, KSOP South América tem domínio brasileiro na grade de torneios; confira todos os campeões

A PokerNews descobriu recentemente que, depois de ganhar dinheiro em um torneio recente, ele não pôde coletar a premiação por conta de uma penhora legal. Assim, o pedido de falência foi feito no dia seguinte para impedir que isso pudesse acontecer no futuro; a penhora foi solicitada por Garcia, e o advogado também falou recentemente que poderia “lutar contra” o pedido solicitado, querendo mostrar que o polêmico americano não está realmente falido e, sim, busca tirar vantagem do sistema para evitar o pagamento de dívidas.

Somente no ano de 2026, Hawkins já registra 31 premiações em dinheiro no Hendon Mob, a grande maioria em torneios da WSOPC. Ele também já venceu três torneios da série no ano. A lista de credores é longa e inclui Garcia, várias companhias de finanças e outras lojas. Denise Pratt também já afirmou há alguns meses que Hawkins havia lhe aplicado um calote.

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

Continue Reading

MAIS LIDAS