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Por dentro do Sambinha: Vinícius Perri e Marcelo Wenzel falam dos bastidores do time de base do Samba Team

O instrutor e o jogador do time responderam perguntas sobre o dia a dia da profissão

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Todos os jogadores que aspiram uma carreira no esporte da mente têm como porta de entrada, muitas vezes, os times de poker. O ambiente e a rotina do dia a dia costumam gerar muita curiosidade nas pessoas e normalmente chovem perguntas nesse sentido. A Mega Seleção do Samba que está aberta também tem vagas para o Sambinha, time de base.

Sabendo disso, batemos um papo bem legal com o instrutor Vinicius Perri e o jogador Marcelo Wenzel, ambos integrantes do Samba Resenha, uma das divisões do Sambinha, time do Samba Poker Team. Durante a conversa, eles falaram um pouco sobre o dia a dia, a estrutura e como funciona o time que prepara os players para chegarem na divisão principal: o Samba.

1) Vinicius, como é o dia a dia de quem ensina e dá suporte para essa turma do Sambinha?

– Dentro do Samba Resenha tenho algumas tarefas. Entre elas, as que mais se destacam são dar aula semanais para um grupo de coach com cerca de 15 jogadores, responder dúvidas sobre algumas mãos e auxiliar os jogadores que estão na minha mentoria. Atualmente, usamos o Slack para auxiliar nas dúvidas de mãos dos nossos jogadores. Para nós, atletas profissionais, ter a chance de expor uma mão que tivemos dúvida e ter acesso às opiniões dos players do grupo de coaches é uma excelente forma de estudo e ajuda os instrutores a enxergar evolução nos jogadores.

2) Marcelo, desde que você chegou no time, o que você mais gostou na estrutura do Sambinha?

– O material que é passado aqui é o que mais me agrada. Os backers se esforçam demais para passar um conteúdo de qualidade e estão sempre à disposição para tirar minhas dúvidas individualmente. Como o Vini falou, uso muito o Slack para discussão de mãos, a videoteca no Vimeo com aulas me ajuda demais. É tudo muito organizado. Sinto que aqui minha evolução é constante.

3) Vinicius, além do que o Marcelo citou, tem mais algum diferencial que vale a pena ser destacado?

– Um diferencial bem grande que temos são as mentorias. Essa é uma forma do instrutor estar mais próximo dos players do time. São entre 8 e 10 jogadores, o que torna o relacionamento bem mais próximo.

4) Marcelo, o que você acha que melhorou no seu jogo depois que começou a jogar para o Sambinha?

– Meu jogo melhorou muito em todos os aspectos. Hoje, eu consigo entender mais a teoria, tenho mais confiança para aplicar o que estudo nas aulas, consigo selecionar melhor os torneios que jogo. Em poucos meses aqui no Samba Resenha, sinto que evolui demais e ainda tenho muito a evoluir.

5) Vinicius, como vocês fazem para potencializar os pontos fortes dos jogadores e ajustar os pontos fracos?

– Eu acredito que potencializar um ponto forte é o mais fácil, pois tende a ser algo que o próprio player tem uma disposição de estudo maior sobre o assunto. Agora, sobre os pontos fracos, isso depende de alguns fatores. Se for um player que está realmente querendo melhorar, vamos entregar material, indicar vídeos da biblioteca, e logo isso começa a ser resolvido. Porém, quando vemos aquela situação de um player que não julga aquele ponto fraco como algo relevante, aí fica mais difícil de evoluir o nível de jogo. Não dá para ajudar muito quem não quer ser ajudado.

Se você está interessado em ingressar no Samba e aproveitar toda a estrutura do time, o Sambinha tem vagas abertas. A Mega Seleção 2021 do Samba já está rolando e vai até dia 31/07. Tá afim? Quem quiser fazer parte do Samba Poker Team e participar da Mega Seleção basta clicar aqui para preencher o formulário de inscrição. O processo é gratuito. Boa sorte!

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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