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Poker para todos: Conheça o Aces Inclusivos, projeto idealizado por Zig Pepice que tem como objetivo a inclusão social

O narrador é o gestor do projeto que conta também com Barrerinha e Raul Isiara

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Zig Pepice

O poker é um esporte democrático, já que qualquer pessoa tem a oportunidade de jogar e competir contra outras nos mais diferenciados níveis. Ainda assim, é preciso um cuidado para que o lado da acessibilidade – nos mais diversos pontos de vista – também seja levado em conta para que isso, efetivamente, torne-se realidade.

Mas, além de democrático, o poker pode ser inclusivo. E é nesse ponto que o Aces Inclusivos enxergou uma oportunidade para transformar a vida de pessoas com deficiência: no esporte. Idealizado por Zig Pepice, narrador da MundoTV e gestor de projetos da CardRoom, o Aces Inclusivos surgiu como um projeto que serviria para levar essas pessoas aos grandes palcos.

Criado em 2024 por Zig Pepice, Barrerinha, sócio da CardRoom, e Raul Isiara, coach do time, o Aces Inclusivos hoje conta com 56 alunos PcDs (Pessoa com Deficiência). São pessoas autistas, cadeirantes, surdas, cegas, com baixa visão, amputadas, entre outros, que procuram no mundo do poker uma chance de competir por igual.

Todos os integrantes do Aces Inclusivos contam com aulas ministradas por Raul Isiara, que faz um trabalho incrível em auxiliar os alunos do projeto se atentando a todas as dificuldades. Além disso, os membros do Aces ainda concorrem a rankings que podem levá-los aos grandes eventos de poker no Brasil.

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De acordo com Zig Pepice, a proposta do Aces Inclusivos é fazer com que o poker seja um divisor de águas para os PcDs. “Essa parte da população tem menos oportunidades na vida ou acabam excluídos por vários fatores, como falta de acessibilidade ou mesmo o preconceito, por exemplo. Nós, do Aces, queremos deixar o jogo mais inclusivo e com maior responsabilidade social”, declarou.

No entanto, a tarefa não é fácil. Além de ter que quebrar barreiras, o Aces Inclusivos tem um custo alto para fazer todas as adaptações necessárias. O fator financeiro é um dos principais obstáculos para o desenvolvimento do projeto que, até hoje, caminhou com o apoio de patrocinadores. Para 2026, várias marcas importantes já se manifestaram em apoio: 4bet Poker Team, Step Team, Crusher Poker Tem, SCPT, Sagrada Resenha, Instapay e Evolution.

Ainda assim, crescendo ano a ano, o Aces Inclusivos criou também um novo caminho para custear as despesas. Juntamente ao lançamento de uma nova temporada de um podcast que conta a história de seus integrantes, o Aces inclusivos lançou uma arrecadação virtual e solidária na qual todos podem contribuir para ajudar ao projeto. Toda doação é bem-vinda e será totalmente repassada para os custos de operação. Você pode clicar aqui para ajudar.

Outra despesa do Aces Inclusivos vem com as viagens organizadas pelo projeto para que alguns de seus jogadores marquem presença em eventos ao vivo. No último ano, Alex Lima ganhou essa oportunidade e foi até o KSOP. Além de fazer bonito com uma mesa final, Alex, diagnosticado com autismo, concedeu uma baita entrevista para falar sobre os desafios para PcDs e como o poker pode ajudar.

Alex Lima é membro do Aces Inclusivos e esteve no KSOP em São Paulo

Isso, inclusive, encheu Zig Pepice de orgulho: “eu preciso citar que no Aces Inclusivos existem jogadores que são lucrativos, já jogam de forma profissional. Mas ver um aluno nosso, como foi o Alex Lima, que é autista, jogando e conquistando seu espaço foi muito legal. Muito mesmo. Espero que em 2026 o Aces consiga levar mais pessoas para os grandes eventos do Brasil e tenhamos outras histórias como essa”, falou o coordenador do projeto.

Aquela ocasião resultou na manifestação de outros PcDs, em uma série de matérias sobre o tema no Mundo Poker. Para 2026, a intenção do Aces é fazer com que o projeto chegue a mais pessoas e que mais jogadores sejam formados ou impulsionados pelo programa. No fim, é dar voz e espaço a pessoas para que elas tenham a certeza que todos são iguais.

Todas as informações sobre o projeto podem ser encontradas no Instagram do Aces Inclusivos. Dúvidas, curiosidades ou outras infos também podem ser feitas através do Whatsapp pelo número 45 99116-4672. O Aces Inclusivos é o poker como inclusão. Apoie!

Clique aqui para fazer uma contribuição solidário para o projeto Aces Inclusivos

Confira o Poker de Boteco #121 com Alexandre “Bigorna”:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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