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Phil Hellmuth responde crítica de Fedor Holz sobre seu jogo com lista de braceletes: “não estava esperando”

A lenda não gostou nem um pouco do comentário do alemão

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“Parem as máquinas”, diria José Roberto Avellone. A quarta-feira (07) foi marcada por uma polêmica entre jogadores do mais alto escalão do poker mundial. Mais cedo, Phil Galfond elogiou o jogo de Phil Hellmuth em um longo post, mas recebeu um comentário contrário do alemão Fedor Holz sobre sua opinião.

O bicampeão da WSOP respondeu da seguinte forma: “Ele jogou fora todos os 300K que o vi jogar, então não compartilho da sua visão. Acho que ele é um jogador claramente perdedor em jogos mais difíceis e principalmente joga um estilo que explora os oponentes mais tights e mais fracos, e jogadores da WSOP e os old school. Acho divertido jogar contra ele”.

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Holz prosseguiu a opinião. “É apenas minha observação ao jogar contra ele e vê-lo jogar. Eu acho que é importante estar aberto a outras abordagens e soluções, só não acho que o (jogo) dele seja particularmente notável no jogo atual”.

Quem conhece Phil Hellmuth, sabe que ele não deixaria passar em branco a crítica contundente do “CrownUpGuy” e respondeu com uma imagem nas redes socias que contém a lista dos 15 braceletes de sua carreira. O “Poker Brat” publicou um texto acompanhando que em sua síntese pede mais respeito para o jovem jogador.

Confira na íntegra a resposta de Hellmuth:

“Eu não estava esperando você atacar o meu jogo, Fedor Holz. Pessoalmente, sempre respeitei a geração que veio antes de mim. Respeito os caras que abriram o caminho por mim. É verdade, joguei fora 2 ou 3 buy-ins de US$ 300.000 que joguei com você. Eu respeito você, Fedor, e respeito os grandes vencedores do poker que usam estratégias que eu não concordo”, abriu Phil.

“Espero continuar ganhando braceletes da WSOP nos próximos 25 anos e provar a você, algum dia, que minhas estratégias, embora não convencionais, são de primeira linha. Eu nunca julgaria o jogo de grandes jogadores de poker porque os vi em alguns dias ruins. Em vez disso, me perguntaria: Como eles estão ganhando? Quais estratégias funcionam para eles? Posso incorporar essas estratégias para mim?”.

Hellmuth terminou o texto dizendo “Fedor, espero mostrar a você que sou um ótimo jogador de poker. Meu objetivo é ganhar 24 braceletes da WSOP e 5 títulos do WPT. Em 2019, nos torneios da WSOP, eu tive: um 2º lugar, um 3º, um 5º, um 6º e um 16º. Minha esperança é que eu possa ganhar o respeito de todos no mundo poker, incluindo as novas gerações talentosas de agora e do futuro”, finalizou.

 

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I wasn’t expecting you to attack my play @fedorholz! Personally, I always had respect for the generation that came before me. Respect for the guys that plowed the road for me. It’s true, I did punt 2-3 $300,000 buy-ins that I played in w you. I respect you Fedor, and I respect the big winners in poker whose strategies that I don’t agree with. I hope that I can continue to win @WSOP bracelets for the next 25 years and prove to you, someday, that my strategies, although unconventional, are top notch. I would never judge a great poker players play because I saw them have a few bad days. Rather, I would ask myself: how are they winning? What strategies work well for them? Can I incorporate those strategies myself? Fedor – I hope to show you that I am a great poker player. My goal is to win 24 @WSOP Bracelets and 5 @WPT titles. In 2019 WSOP tourneys I had: a 2nd-, a 3rd-, a 5th-, a 6th-, and a 16-place finish. My hope is that I can earn everyone’s respect in the poker world, including the new—talented generations—of now & the future #POSITIVITY

Uma publicação compartilhada por Phil Hellmuth Jr. (@philhellmuthpositivity) em

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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