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Passagem pelo McDonalds para construir bankroll e evolução mental: Dan Cates repassa carreira e aponta motivos para o sucesso

O “Jungleman” consegui sucesso ao longo do tempo e deixou alguns pontos que o levaram a isso

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Dan Cates

O americano Dan Cates tem uma história pra lá de respeitada no poker mundial, que cresceu ainda mais nos últimos anos. O “Jungleman” é o atual bicampeão do Poker Players Championship da WSOP, um dos mais prestigiados da grade da série, que tem o buy-in de US$ 50.000. E estar tão em alta fez Cates ser convidado para uma boa entrevista para a CNBC, canal dedicado a negócios.

Em um longo papo, o premiado jogador repassou toda a sua carreira e citou os motivos que acredita que o fizeram ter sucesso. O começo não foi nada fácil para um ainda jovem Dan Cates. Sem experiência, o “Jungleman” quebrou mesmo antes de ser profissional ou ter idade para jogar efetivamente, o que fez com que ele aprendesse a se virar.

“Encontrei algumas pessoas no bairro, mas elas eram muito melhores do que eu e perdi US$ 3.000 quando tinha 17 anos, quase todo meu dinheiro. Então meus pais bloquearam minha conta. E eu tive que conseguir um emprego diário no McDonald’s por um mês para ganhar algum dinheiro”, contou o hoje craque do esporte.

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A partir disso, com US$ 1.000 por mês de salário, Cates foi jogando, estudando e passou a vencer. Para isso, o jogador contou que aprendeu habilidades cruciais: ler as pessoas e não deixar a mente afetar o desempenho. Já com 19 anos e resultados aparecendo, Dan Cates trancou a faculdade para se dedicar integralmente ao poker, numa decisão que futuramente se mostrou certeira.

Campeão de muita coisa e respeitado por toda a comunidade, o profissional explicou alguns motivos que o fizeram crescer: “Quando criança, eu era muito arrogante. Eu sabia que era inteligente desde muito jovem. Eu tinha boas notas e não tive que trabalhar tanto. Mas quando comecei a jogar videogame, lembro-me de pensar: ‘bem, talvez eu não seja tão inteligente, porque as pessoas estão me esmagando'”, começa.

“Então, eu via outras coisas que as pessoas estavam fazendo e aprendia com elas. Eu aprendi muito. E percebi: ‘espere, essa mentalidade de ser arrogante não apenas irrita as pessoas, mas me fecha para possibilidades que podem ser ainda melhores do que eu conheço'”, completa, explicando a mudança no mindset.

Cates em seu primeiro título do PPC

“A pior situação possível é se você pensa que, com certeza, é melhor do que alguém – e não é. É exatamente assim que você perde muito dinheiro”, define o “Jungleman”. O craque americano contou também como faz pra manter a mente inabalável, mesmo nos piores momentos durante uma sessão ou em toda a carreira:

“Certamente é fácil desanimar. É realmente tentador cair nessa mentalidade de desespero. Mas essencialmente encontrei maneiras de colocar meus ovos em outras cestas, o que é um processo complicado para todos. A resposta simples seria encontrar amizades significativas. Tenha hobbies. Basicamente, não coloque toda a sua vida onde todas as suas emoções estão ligadas a essa única coisa. Se essa coisa é volátil, seu estado emocional varia muito”, descreve Cates.

Por fim, Dan Cates ainda traça um comparativo sobre o poker e a vida no quesito ler as pessoas: “Ler reflete a capacidade de encontrar a verdade, de reconhecer o que é verdade e o que é falsidade. Você precisa disso em combinação com outra coisa: a capacidade de agir sobre isso. No poker, você precisa ser capaz de ler seu oponente e responder adequadamente. Acho que o equivalente na vida real a isso seria algo como: ‘Observe suas ações, não suas palavras’. Se você olhar o suficiente, vai descobrir a verdade”, finaliza.

Confira o episódio #13 do Poker de Boteco:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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