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Na FT do Main Event da WSOP, Noel Furlong teve coragem para enfrentar o melhor jogador do momento e futuro Hall da Fama do poker
A mesa final do torneio de 1999 foi inesquecível para muitas pessoas

A terça-feira trouxe uma triste notícia para o mundo do poker. Noel Furlong, campeão do Main Event da WSOP em 1999, faleceu aos 83 anos de idade no último domingo. Depois do choque com a notícia, a comunidade do poker passou a relembrar a trajetória do jogador nas mesas e memórias em honra ao jogador foram contadas.
O jogador e comentarista Jesse May revelou uma longa história sobre o jogador que, segundo ele, resumia sua imagem nas mesas de poker: um jogador destemido. A carreira do irlandês Noel Furlong contou com alguns outros títulos relevantes, mas o maior deles não poderia deixar de ser o ME da WSOP.
É dali que Jesse May conta a grande história. Em 1999, Noel foi um dos três irlandeses que alcançaram a mesa final do torneio, junto com Padraig Parkinson e George McKeever. Furlong já havia chegado até a FT em 1989, mas saiu com o sexto lugar. Ele teria uma nova chance para fazer história.
Mas outros dois nomes chamavam a atenção naquela mesa final. Um deles era Erik Seidel, que na ocasião já possuía quatro braceletes da série (atualmente tem oito), além de um vice no Main Event de 1988. Seidel não começou com muitas fichas, e as atenções estavam voltadas ao outro jogador.

Erik Seidel é dono de oito braceletes da WSOP
Huck Seed havia sido o campeão do Main Event três anos antes, em 1996, e era tido como o melhor jogador da época, enfrentando e vencendo nomes como Doyle Brunson, Chip Reese e Johnny Chan. Ele era o segundo em fichas e o nome a dar trabalho na mesa final, sendo apontado como favorito. Seu estilo de adolescente despojado deixava muitas pessoas surpresas.
Mas não Noel Furlong. Em determinado momento da disputa, ambos os jogadores eram os líderes em fichas e já tinham mostrado um jogo bem agressivo em situações anteriores. E a colisão entre ambos acabou sendo o fator determinante para o futuro título. As estratégias naquele tempo eram diferentes, mas ainda assim a jogada foi surpreendente.

Huck Seed é um dos grandes nomes da história
Seed deu limp do UTG e Furlong aumentou logo depois. Depois dos outros jogadores desistirem, Seed não quis saber e anunciou um grande all-in, imaginando que o rival não poderia pagar absolutamente nada pela situação da mesa. Mas não foi o que aconteceu. Destemido e corajoso, Furlong acreditou que poderia estar na frente e pagou com A3.
A jogada foi certeira. Seed segurava J8.
O board confirmou a vitória para o irlandês, que praticamente selou a eliminação de Seed e fez com que Noel disparasse para nunca mais ser alcançado. Hoje, parece impensável uma jogada com essa mas, na ocasião, foi uma mostra da ousadia de Noel Furlong. Ele arriscou a consagração e acertou em cheio. Sua coragem, posteriormente, se eternizou com a conquista do bracelete e o prêmio de US$ 1 milhão.
Você pode conferir a postagem original abaixo:
My favorite Noel Furlong story is about poker, it’s the hand that won him the World Series of Poker in 1999. pic.twitter.com/w0kgxWsCHr
— Jesse May (@ScurrilousMay) June 29, 2021
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Confira o episódio #09 do Depois do River:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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