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MUITO OBRIGADA! Depois de quase dois anos, me despeço do Mundo Poker com enorme gratidão no peito

Agradeço a toda equipe e fãs do site que acompanharam meu trabalho nesse período

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(Crédito: KSOP)

“Caí de paraquedas no mundo do poker, mas está sendo uma boa aventura”, essa é a minha frase de descrição de perfil no site. No início, pensei que seria difícil achar algo que resumisse meu novo momento profissional, mas acabou sendo mais fácil do que pensava.

E, sim, que aventura! Sem dúvidas uma das maiores que vivi até o momento e é com lágrimas de gratidão que hoje encerro minha temporada no Mundo Poker. Quando eu consegui esse emprego, que eu tentei na doida, digamos assim, nunca pensei que poderia ser uma jornada tão significativa para mim.

De março de 2019 a dezembro de 2020, eu cresci horrores como pessoa e profissional. Na faculdade, sempre tive aquele sonho – que todos os estudantes de Jornalismo têm – de viajar por aí fazendo o que gosta: escrever histórias. Só que eu pensei que seria só mais um sonho, sabe? Então apareceu essa oportunidade quando eu estava atravessando um momento bem difícil, mas “dei as caras” como dizem os cearenses.

Na entrevista com o editor-chefe Ytarõ Segabinazzi, fui bem sincera e falei que o poker não fazia até então parte do meu universo. A ideia que eu tinha do poker era aquela ultrapassada que ainda se vê por aí, de ser algo “clandestino”, sei lá. Confesso que nunca na minha vida imaginei trabalhar com o esporte da mente e eu não conhecia ninguém que jogasse, quer dizer, só uma pessoa que nem era mais próxima.

Minha 1ª entrevista internacional proporcionada pelo poker. Na foto, converso com a bielorrussa Irina Tsikhanskaya no KSOP Natal

Mas mesmo assim o Mundo Poker me acolheu da melhor forma possível. Ytarõ foi me ajudando a entender o jogo tão complexo, respirei poker o máximo que podia. Era uma loucura, usei metade de um caderninho quase só de anotações. Quase fiquei louca, mas foi dando certo com o tempo.

Era um trabalho bem puxado no início porque além de aprender, tive que fazer todo o processo jornalístico da coisa. Cheguei a ficar de manhã até quase umas 23h da noite um dia trabalhando e estudando poker. Foi tão cansativo que o Ytarõ, com toda a sensibilidade dele, mandou um açaí de surpresa para minha casa porque foi tão corrido o dia que nem tempo para jantar tive. Hoje eu acho graça de tudo isso.

Se eu pensei em desistir? Com certeza, ainda mais no meu primeiro evento um mês depois de entrar na empresa. Foi lá em Natal (RN) que conheci pessoalmente o nosso querido chefe e toda a equipe do PokerTV. Foram bem uns dez dias fora de casa e meus pais estavam super preocupados comigo e com medo de não ser um trabalho sério (eles não sabem nada de poker até hoje). E eu tentando fazer o meu melhor mesmo sofrendo com a rotina de até umas 14h acordada por quase duas semanas seguidas.

Eu, Guilherme Schiff e Ytarõ Segabinazzi durante o KSOP Rio de Janeiro, nosso último evento juntos

Na medida que os dias iam passando e a correria apertava, eu também conseguia ter meus momentos de felicidade. Não tem como contar as inúmeras risadas que dei de Natal até o Rio de Janeiro no circuito do ano passado. Assim, as coisas foram ficando mais leves, fui entendendo como funcionava o jogo e o jornalismo de poker. Sempre achei o máximo encontrar mulheres, mesmo que poucas, no meio como jogadoras, dealers, entre outras profissões exercidas nos eventos.

Eu conheci muita gente bacana e que levarei para o resto da vida. Além do Ytarõ, que já citei um milhão de vezes, eu também não poderia deixar de citar meu colega Guilherme Schiff até porque tudo isso aconteceu por causa dele. O conheci pessoalmente só no evento de São Paulo e logo vi que era um cara bem tranquilo e comprometido com o poker, é um menino apaixonado pelo o que faz e por isso faz tão bem. Obrigada Schiff por toda a parceria de sempre, por todas as dicas, humildade e ajuda que você me deu não só nos eventos mas na cobertura diária do site em si. A gente sempre tentou lavar a mão um do outro e deu certo. Aliás, nós três!

Claro que eu também não posso deixar de agradecer o Ytarõ Segabinazzi pela incrível pessoa e profissional que ele é. Obrigada por desde sempre ter sido completamente disponível para me ajudar. Aprendi com você coisas de poker e da vida também. Obrigada por ter confiado e acreditado em mim quando nem mesmo eu conseguia. Obrigada por ter tido tanta paciência no meu processo de aprendizagem no esporte da mente. Ah, ao Schiff também, viu, me ensinou muito!

Enfim, vocês dois eram as pessoas que eu mais conversava nesses últimos anos e estiveram presente nos momentos tristes e felizes. Eu fico extremamente satisfeita de ver como nosso trabalho deu bons frutos e sei que é só o início. Vocês são dois profissionais excepcionais e pessoas maravilhosas. Tenho nenhuma dúvida de que o Mundo Poker vai crescer ainda mais daqui pra frente e que sempre farei parte da família não importa aonde estiver.

Eu num dos poucos momentos de descanso no KSOP Special em Balneário Camboriú (SC)

Podem contar comigo sempre e sei que posso contar com vocês também. Meu muito obrigada por toda essa linda jornada que vivemos juntos, é uma honra ter trabalhado com vocês. E se não fosse vocês e o poker, não estaria hoje dando um passo extremamente importante na minha vida pessoal e profissional. Obrigada por terem acreditado em mim e aberto as portas da casa. Vocês são demais, brilhantes, gênios do poker, e estarei sempre torcendo pela felicidade de cada um.

Conheci pessoas maravilhosas e que sempre foram muito gentis comigo. Obrigada você também, jogador ou fã de poker, que me acompanhou nesse período e gostou das minhas matérias. Enfim… Muito obrigada, Mundo Poker! Sempre serei Mundo Poker de coração! Foi por causa de vocês e do esporte da mente que agora me preparo para mais uma aventura envolvendo o poker. Dessa vez, em Malta! Mais uma vez obrigada, eu amo vocês!

Toda a equipe de mídia que participou da cobertura do KSOP Special em Balneário Camboriú (SC)

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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