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Matheus Machado confirma fase espetacular, vence o High Roller Championship e é bicampeão no BSOP Millions 2025

O mineiro embolsou R$ 780.000

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Matheus Machado

O poker brasileiro, nos últimos anos, revelou grandes nomes e ganhou proporções ainda maiores no cenário mundial. Entre os destaques do país atualmente está Matheus Machado, jogador que vem brilhando ao longo de todo o ano de 2025. E, na tarde deste sábado (29), ele escreveu mais um capítulo importante da carreira ao conquistar o High Roller Championship do BSOP Millions.

Matheus, que dias atrás já havia vencido um 1-Day High Roller, garantindo seu primeiro troféu na etapa, voltou a brilhar ao superar um field de 58 entradas no torneio de buy-in R$ 50.000. Pela performance dominante, ele embolsou R$ 780.000, resultado que levou seu total de premiações na etapa para mais de R$ 1 milhão. Após a vitória, Machado comemorou o momento especial:

“Nos últimos anos eu tenho tido muitos resultados significativos. Tenho me dedicado muito para isso. Junto com amigos que somos apaixonados pelo jogo. A gente estuda junto, estamos sempre conversando, sempre trabalhando para evoluir. Esse título significa o esforço de muito trabalho, porque eu tinha uma certa dificuldade em performar no poker ao vivo. Ver como está sendo essa etapa, com dois títulos para casa, me traz uma resposta de que estou evoluindo, que estou no caminho certo para conseguir ser o jogador que quero ser no cenário ao vivo também”, disse o campeão.

LEIA MAIS: BSOP Millions: Mesa final do BSOP Championship está formada com craques na disputa e terá Diones Lopes na liderança

O torneio havia sido paralisado na noite anterior após o tempo limite ser excedido. Apenas Rafael Moraes, sócio do BSOP, foi eliminado antes da interrupção. Assim, o jogo retornou neste sábado com sete jogadores restantes. Matheus começou o dia com ampla vantagem em fichas e soube usar o enorme stack como arma para confirmar o título.

No caminho até a cravada, além de Moraes, Machado deixou para trás nomes de peso como Iván Lucá, Ariel Bahia, Paulo Joanello, Breno Drumond, Benny Glaser e, por fim, Luan Coelho, recreativo experiente em torneios high rollers do BSOP.

Após a vitória, Matheus destacou o clima da mesa final e o nível dos adversários: “cara, foi bem divertido, porque eu estava entre amigos ali. O Luan, o Breno… O Breno mora comigo, né? Então a gente está todo dia junto. Infelizmente para ele, eu eliminei ele do torneio, mas faz parte do jogo. Foi uma mesa final difícil, porque não tinha ninguém bobo ali. Mesmo os recreativos eram dispostos, eram agressivos. Então não teve moleza. Eu estava bem focado, concentrado para tomar as melhores decisões e acredito que foi isso que eu fiz”, comentou.

Matheus agora terá um desafio ainda maior pela frente. Aproveitando cada momento e detalhe que o BSOP Millions lhe proporcionou, o jogador, que em 2024 conquistou um bracelete da WSOP Paradise, no formato online, desta vez, terá a chance de participar presencialmente do evento, que começa na próxima semana. Machado encerrou a entrevista demonstrando grande expectativa para o evento:

“O BSOP foi muito importante não só por ele em si, porque todo ano ele é talvez o circuito preferido de muita gente, e o meu também. Ele foi muito importante para chegar lá em Bahamas e conseguir competir em alto nível nesses torneios, que vão ser super caros e exigem bastante energia e habilidade para eu conseguir ter uma performance boa e trazer ótimos resultados de lá”, finalizou.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Matheus Cardoso – R$ 780.000
2º – Luan Coelho – R$ 564.000
3º – Benny Glaser (Inglaterra) – R$ 364.000
4º – Breno Drumond – R$ 275.500
5º – Paulo Joanello – R$ 213.200
6º – Ariel Bahia – R$ 166.350
7º – Ivan Lucá (Argentina) – R$ 132.590
8º – Rafael Moraes – R$ 104.000

Confira o Poker de Boteco #119 com Marcos Soares, o “Ibaminha”:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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