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JPT: Em mesa final repleta de reviravoltas, Pedro Maia conquista o título do histórico Main Event

O campeão do maior torneio da história do JPT levou para casa o prêmio de R$ 37.250

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A nona edição do JPT teve o ponto alto de todo o evento já na madrugada de sábado para domingo. Em uma edição histórica do Main Event, a maior de todos os tempos do circuito, o principal capítulo foi escrito por Pedro Maia. O jogador do Rio de Janeiro foi o grande campeão do torneio e garantiu o mais importante troféu do Jokers Poker Tour.

Pedro Maia cravou seu nome na história da série ao vencer um torneio que contou com 650 entradas, número recorde. Foram R$ 390.000 arrecadados, quase o dobro dos R$ 200.000 anteriormente garantido pelo buy-in de R$ 650. Depois de uma performance excelente, a maior fatia desse valor ficou nas mãos do carioca, que recebeu R$ 37.250 pelo título.

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Feliz pelo título, Pedro não escondeu as raízes para falar da vitória, contando até uma paradinha: “é uma sensação muito boa conseguir conquistar esse troféu. Eu tava engasgado desde a etapa passada que fiquei em terceiro. O Wendel (Cader) me deu uma bad lá, AK x KT, e vim buscar nessa etapa”, comentou o campeão.

A mesa final começou com stacks relativamente curtos, mas o bom tempo de blinds manteve um jogo bastante equilibrado. Depois das primeiras eliminações e o até então chip leader Paulo Vó ia comandando a decisão. A situação se manteve por algum tempo, até Valmi Brito e Pedro Maia encostarem.

Com mais algumas eliminações, foram esses três jogadores que chegaram a um 3-handed emocionante. Valmi era quem tinha mais fichas nesse momento, com boa distância sobre os rivais. Pedro era o short na maior parte do tempo, mas a história mudou em um embante contra Valmi. Ali, ele conseguiu uma dobra crucial e ficou em melhor situação, chegando próximo do stack do líder.

“A estrutura ficou mais apertada no final. O primeiro e o último em fichas estavam próximos, então tudo podia acontecer. Uma jogada errada podia estragar sua FT toda. Mas eu tava bem confiante e acabou batendo as nossas”, contou Pedro. Pouco tempo depois, ganhando mais alguns potes para assumir a liderança, Pedro Maia deu um golpe fatal em Valmi Brito para ir para o HU contra o antigo CL da FT.

Ele tinha uma distância bastante considerável contra o amigo Raphael Vó, mas as duas primeiras mãos do heads-up, dois all ins, emparelharam novamente o jogo. Só que a estrela de Pedro Maia voltou a brilhar mais forte. Depois de novamente deixar Raphael com poucas fichas, Pedro finalmente conseguiu o cobiçado troféu após alguns all in automáticos, encerrando uma trajetória de respeito no maior torneio do JPT.

Cheio de moral por ser campeão, ainda teve falinha pra cima do rival: “o Vó é cliente meu né, já conheço faz tempo. Ele tá jogando demais, parabéns, mas não tinha como dar ele não”, finalizou o campeão, feliz da vida com a vitória.

Confira a premiação da mesa final (reajustada após acordo):

1º – Pedro Maia – R$ 37.250
2º – Raphael Vó – R$ 37.250
3º – Valmi Brito – R$ 29.000
4º – Fábio Machado – R$ 25.000
5º – Rafael Pereira – R$ 15.000
6º – Ronaldo Fonseca – R$ 11.500
7º – Jean Paulo “Pantufa” – R$ 9.000
8º – Wellington Rodrigues – R$ 8.000
9º – Heitor José – R$ 7.000

Confira o episódio #13 do Poker de Boteco:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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