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Jornada de Sander Totuli teve adeus à carreira de engenheiro, vitória épica no Sunday Million e persistência: “amo o que faço”

O craque contou muitos detalhes de sua trajetória para o Mundo Poker

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Se destacar num cenário competitivo e repleto de bons jogadores como é o poker online não é tarefa fácil. Quem sabe muito bem de como é árduo esse caminho é o paulistano Sander Totuli, de Ribeirão Preto. Ele foi um dos jogadores do país com maior destaque no mês de junho, marcado pela entressafra das séries online.

Sander acumulou três excelentes hits: US$ 22.276 pelo título do Battle Royale US$ 215, US$ 26.281 pelo vice no Evento #15 da Summer Series e mais £ 37.000 pelo 5º lugar no DTD500 no partypoker. “Quando você tem o primeiro resultado, você tira um peso, a confiança volta, aí vem o segundo, o terceiro, e isso é um sentimento de gratidão muito grande por todos que estão ao redor e veem o tanto que você se esforça e trabalha. É bem maneiro”, disse Sander.

Com tantos resultados próximos, o jogador de 35 anos viu muitos holofotes voltados para si neste mês e se tornou o personagem do quadro “Tô na Área” para contar sua estrada no poker. Amante do jogo há mais de uma década, o paulista conciliou a carreira de engenheiro com o jogo até 2018, jogando para time desde 2015, mostrando toda a sua dedicação.

“Acho que minha melhor característica é o meu volume e a minha dedicação. Eu amo o que faço e faço de coração. Eu trabalho 12, 14, 16 horas por dia incansável com naturalidade impressionante. Eu gosto muito de jogar”.

“Consegui juntar uma grana para me sustentar por volta de um ano e no meio de 2018 eu vi que era o momento de eu tentar, me dar essa oportunidade de realizar meu sonho de jogar profissionalmente. Saí do meu trabalho, fazia 10 anos que trabalhava na mesma empresa. E tô aqui até hoje”, contou.

Uma das histórias sensacionais contadas por Sander foi o do título do Sunday Million, em agosto do ano passado, quando recebeu US$ 107.000 pela cravada. “A minha reserva financeira que eu tinha guardado para um ano já estava acabando. Eu teria que voltar para o mercado de trabalho. E aí aconteceu, não poderia ter sido em melhor hora”, abriu o jogo.

O “S.totuli” do online é jogador Bedias Team desde 2015, hoje incorporado no 4bet Poker Team. Bernardo Dias é a grande referência da carreira de Sander. Numa baita entrevista, ele contou toda a saga da carreira, as decisões complicadas, a importância da família, do apoio de sua esposa Priscila e muito mais.

Confira a entrevista completa com Sander Totuli.

MP: Desde quando você joga poker e como foi a sua trajetória até os dias atuais?

ST: Eu tive o primeiro contato com o poker por volta de 2007, começo de 2008. Vi pela TV, achei legal, bacana, comprei aqueles box que vinham umas fichinhas e comecei a brincar com minha namorada na época, hoje minha esposa, com amigos e comecei a gostar bastante, me inteirar um pouco mais. Via vídeos da TVPoker Pro que o Akkari fazia. Em 2008 entrei na faculdade, trabalhava, estudava e não tinha mais tempo, jogava de vez em quando, nos finais de semana. Fiz uma continha no online e jogava torneios de 10 centavos, 50 centavos, sit and go. Até que um dia que fiquei em 2º num torneio das antigas de US$ 1,35 KO e consegui puxar minha primeira premiação que foi US$ 900 e poucos, achei que era o melhor jogador do mundo (risos). A gente sabe que não é bem assim.

Fiz Engenharia Civil. Me formei em 2012 e tive um tempo livre na parte da noite e comecei a jogar um pouco mais. No período de férias que eu peguei do meu trabalho, trabalhava numa empresa de fábrica de laje, eu fiz o curso do “KKGustavoKK”, que por sinal indico muito, ele é muito estudioso e dedicado, uma das minhas referências até hoje. Foi onde eu dei um start, querer melhorar, me aprofundar um pouco mais. Comecei a ter um pouco mais de resultados, mas continuei trabalhando. Se eu não me engano em 2015, o Bedias lançou um projeto que era tipo um time micro para iniciação. Quem dava aula era o “gordinho90” e o Vinícius “coloradoall”, uma máquina. Eu tinha aula com eles e comecei a ter meu primeiro contato, ter aulas semanalmente, ter um volume melhor. Eu passei dessa fase, terminou o contrato de um ano e logo após disso eu entrei para o time principal do Bedias, ter aula com ele, Machadinha (Gustavo Rocha), Machadada (Bernardo Rocha) e comecei a ter um pouco mais de noção das coisas, parte técnica. O Bedias é um cara sensacional. Estudava cada vez mais, me dedicava, mas sempre trabalhando. Consegui fazer um acordo na minha empresa onde e trabalhava dois dias da semana meio período, terça e quinta, que eram os dias que eu grindava mais hard. Sempre gostei de volumar bastante. Consegui juntar uma grana para me sustentar por volta de um ano e no meio de 2018 eu vi que era o momento de eu tentar, me dar essa oportunidade de realizar meu sonho de jogar profissionalmente. Saí do meu trabalho, fazia 10 anos que trabalhava na mesma empresa. E tô aqui até hoje.

Para complementar minha história de começo, meu parceiro de jogo, quando tava começando a jogar, sem dúvida foi o Alex. Era meu vizinho e trabalhava comigo. Era meu parceiraço de jogo. Se ele ganhava alguma coisinha no online, ele me passava uns dólarzinhos, se eu ganhava passava para ele.

MP: Você joga no 4bet há quanto tempo e qual a importância do time na carreira? Já tinha jogado em outros?

ST: Eu jogo no 4bet faz um ano e um mês. Até então jogava para o Bedias. O 4bet incorporou o Bedias Team na estrutura deles e trouxe todos os jogadores praticamente. Os caras são sensacionais, nos receberam muito bem. Acredito que não deve ser uma coisa muito fácil (o processo), mas eles nos trataram super bem, o Sketch principalmente, GM. Hoje eu faço parte do corpo do 4bet, mas eu não sou da parte Elite, sou do Bedias Team do 4bet, como se fosse um braço. Pra mim o time é essencial pra evolução de qualquer jogador. Um cara evolui sozinho? Sim, sem dúvidas, se tiver disciplina suficiente para jogar e estudar e ter amigos envolvidos no meio. Mas não tanto quanto num time. O time serve para ter uma disciplina melhor, uma grade de estudos certinha, você ter um norte, pessoas para tirar dúvida a qualquer momento, fazer network com várias pessoas do meio, respira isso, seu círculo de amizade é esse. Não tem como não evoluir se você quiser. O 4bet é o melhor pra isso, as pessoas são muito capacitadas, a parte administrativa é muito boa, a parte técnica é fenomenal. Bem maneiro, fazem muita coisa para te incentivar, race interna, premiações, isso é bem legal. Entrei em um make-up muito alto agora, próximo a quase de US$ 800 ABI meu, e os caras seguraram as pontas, nunca falaram nada. Sou muito grato a eles.

MP: É impossível não tocar no assunto sobre esse mês impressionante. O que explica tantos resultados consecutivos e de grande impacto? Qual o sentimento?

ST: Não posso tirar meus méritos porque foi um mês pós-série, onde a maioria dos regulares vão descansar, e como eu tinha um make-up alto, eu gosto muito de jogar, eu tentei aproveitar esse momento. Minha parte técnica, sempre revisando, eu vi que não estava errando tecnicamente. Eu sempre volumei muito. Eu acredito que uma hora ou outra as coisas acontecem. Tem um pouco de sorte, mas se eu não tivesse sentado para jogar nesse período que a maioria dos regulares não estava jogando eu não teria conseguido esse mês. Óbvio que você pode perder um flip na bolha de uma FT e as coisas não darem certo, mas deu. Soube aproveitar o momento. Mas acho que isso pode acontecer com qualquer pessoa que esteja preparada. Eu não vejo como algo anormal, aconteceu porque aconteceu. As cartas bateram na hora que tinha bater, eu revisei os torneios e vi que tiveram spots que eu poderia jogar de forma mais lucrativa.

Não poderia ter vindo em melhor hora. Foi depois das séries que os resultado que você almeja tanto não vieram. E tinha um make-up bem alto, por volta de uns US$ 800 ABI, mas eu sabia que estava próximo do limite de voltar à regularidade. Quando você tem o primeiro resultado, você tira um peso, a confiança volta, aí vem o segundo, o terceiro, e isso é um sentimento de gratidão muito grande por todos que estão ao redor e veem o tanto que você se esforça e trabalha. É bem maneiro.

MP: Quais características do seu jogo, sejam técnicas ou mentais, você vê como chave do sucesso?

ST: Eu acho que tecnicamente eu tenho muito a aprender, todos nós temos, a gente estuda diariamente e volta a estudar coisas que já estudamos para fixar. Acho que minha melhor característica é o meu volume e a minha dedicação. Eu amo o que faço e faço de coração. Eu trabalho 12, 14, 16 horas por dia incansavelmente com uma naturalidade impressionante. Eu gosto muito de jogar. Acredito que no meu ABI eu sou uma das pessoas que mais voluma no mercado. Por mais que eu esteja no make-up, eu jogo, não perco a esperança, reviso meu jogo, tiro dúvida, a persistência é o que me mantém. Eu já tive três ou quatro downswings bem significativas que se eu não tivesse total certeza que não era isso que eu queria para a minha vida eu já teria parado. Eu tinha uma carreira consolidada, era um Engenheiro Civil que trabalhava no mercado fazia muito tempo, só que eu amo. E tudo que você faz o que ama é muito gratificante. Não vou falar que tenho o melhor mindset do mundo, eu tilto também, xingo, brigo, bato a mão na mesa, mas eu tento expor meu sentimento na hora e isso me ajuda bastante. Automaticamente não fico remoendo mais e 15 segundos já não lembro mais da bad beat e do torneio que tava almejando. Eu volto. Apanho, apanho, apanho e dou a cara para apanhar mais. Isso acho bem legal em mim.

MP: Com esse tanto de resultado recente, obviamente você ganhou mais destaque na mídia. Como que você lida com esse reconhecimento? Sente que mudou algo?

ST: É doidera isso essa parada de resultado assim. Vários resultados recorrentes e você começa a ter um maior destaque. Eu sou tão na minha, tanto é que nem postava nada, para mim isso é tudo novidade. Nunca joguei high stakes, jogava ABI por volta dos US$ 50. As coisas começaram a acontecer naturalmente. Eu tô me acostumando agora, sabe? Minha esposa até falava “vai, publica alguma coisa, mostra que você tá jogando”. Mas essa parte de rede social é tudo novidade. Espero que os resultados continuem, mês que vem é um bombardeio de série, vários torneios importantes e quero estar preparado para estar aí na mídia (risos).

MP: Tem alguma história especial que marcou a sua carreira?

ST: Eu acho que sem dúvida a história que me marcou foi quando eu cravei o Sunday Million. Foi um dia que eu tinha começado a jogar às 9h da manhã. A minha reserva financeira que eu tinha guardado para um ano já estava acabando. Eu teria que voltar para o mercado de trabalho. E aí aconteceu, não poderia ter sido em melhor hora. Eu terminei o Sunday Million por volta das 5h30, quase 24h jogando. Eu lembro que nas últimas mãos no HU, o corpo já não tava respondendo direito, eu tremia na hora de fazer os moves, eu lembro desse sentimento até hoje. E pá! Cravamos o Sunday Million. Isso é uma coisa que poucas pessoas conseguiram e pra mim foi na melhor hora. Consegui livrar meu make-up, fazer um saque, fazer uma reserva financeira boa e continuei meu sonho. As coisas voltaram a fluir naturalmente de novo. Logo em seguida disso minha mulher perdeu o trabalho. Foi surreal para mim. Só de falar isso eu começo a tremer pela sensação que foi. Acordar ela falando “acabei de cravar o Sunday Million”. É um peso que tava nas minhas costas, já tava angustiado. Foi o momento que me marcou.

MP: Quem são suas referências no poker online?

ST: Isso vai mudando conforme o tempo. Quando eu comecei minha maior referência, acho que a de todo mundo, era o André Akkari. O sonho de todo mundo era fazer aula com ele, conhecer, via ele jogar, participava de todos os Home Games dele, até ganhei um no comecinho, ganhei uns US$ 200 (risos). Quando eu fiz a aula com o KKGustavoKK, minha referência passou a ser ele, ele amassava o field do micro e low stakes. Eu via todos os vídeos dele no Youtube, ele é muito engraçado, me explicava o jogo de uma maneira muito simples, uma didática tremenda. Eu nem conhecia os regs high stakes, eu olhava o ambiente que eu tava. Quando eu entrei pro Bedias, aí já era, a paixão bateu ali. Pra mim, a minha referência hoje e de muito tempo é o Bedias e vai ser o Bedias. Ele entende muito do jogo, te deixa tranquilo, confia, põe pra cima na hora que precisava. Puxa a orelha quando tem que puxar. Sem dúvida nenhuma é ele. Entrei no 4bet agora, tenho o GM, Crema, pessoas fenomenais, mas a minha referência é o Bedias, pessoa que me ensinou tudo o que eu sei. Eu gostaria de citar também o Machadinha. Ele é uma pessoa que quase ninguém comenta, sabe, mas é uma das pessoas mais inteligentes do jogo que eu conheço. Entende demais do jogo GTO. Ele é um dos caras que precisa muito de um resultado bom, uma alavancada, porque ele é sensacional. Já tive muita aula com ele e ele tem um feeling muito bom. Eu gosto de ter referência próxima, presentes diariamente.

MP: Como é a sua relação com o live?

ST: Eu nunca participei de UM torneio live na minha vida. Jogo profissionalmente há três anos, regularmente uns sete anos e nunca joguei um torneio live na vida. Ano passado eu quase fui, quase, beirei para ir, mas no final acabou não dando certo, e esse que eu tinha certeza que eu ia veio o Corona e também não deu certo. Mas eu acredito que no próximo BSOP Millions, com toda certeza, eu irei para participar. Pra mim o poker live é meio que uma recreação, eu que volume muito no online, o BSOP para mim seria uma recreação. Eu conheço pessoas há oito anos, até mais, que eu não conheço pessoalmente. Eu acho que seria o momento melhor de ir para um BSOP e conhecer o pessoal, conversar, ver cada um. Deve ser uma sensação fantástica e eu não vejo a hora de ter um livezinho, por a cara para bater e os tiozões me porem no bolso (risos). Deve ser bem maneiro.

MP: Gostaria de fazer um agradecimento especial?

ST: Eu gostaria de citar o apoio da minha família. Não foi muito fácil no começo, lógico, meus pais são pessoas mais velhas e não sabiam direito, mas confiaram em mim. Larguei um trabalho de Engenheiro para jogar poker, não deve ser fácil para eles. Em primeiro lugar, minha esposa que tá do meu lado dia após dia, vê todo meu esforço, sem dúvida não existiria pessoa melhor para estar do meu lado. Eu faço tudo pela minha família, por ela, pela minha cachorra Atena. Sem isso a gente não vai para lugar nenhum, buscar as raízes ali, seus pais, familiares, esposa, isso é muito importante. Gostaria de citar eles e o quanto eu sou grato pela confiança e pela dedicação que têm comigo para tudo que preciso. Não deve ser fácil ser casada com um poker player que fica 15h, 16h com cinco minutos de intervalo por hora. Eu amo muito minha esposa, minha mãe, meu pai, irmã, todos sempre me apoiaram, minha vó, minha sogra. Todo mundo que tá ali presente no meu dia-a-dia. Isso é muito importante.

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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