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Jason Koon abre o jogo em entrevista e elege futuro número #1 do mundo da All Time Money List: “é inevitável”
O craque falou sobre a excelente fase que vive e muitos outros assuntos
Jason Koon é um dos nomes do poker que mais transmite respeito perante a comunidade. O embaixador do PokerStars é reconhecido por ser uma pessoa bastante simpática, sincera e que não se envolve em polêmicas desnecessárias. Em uma longa entrevista para o site PokerOrg, ele falou sobre diversos temas. Quando Koon fala, é sempre bom parar para ouvir.
Atualmente, o americano é o terceiro colocado da All Time Money List com US$ 66.589.406 em ganhos. Metade desse valor veio nos torneios high stakes da Triton Series. Ele vem subido de maneira constante na lista com ganhos impressionantes nos últimos tempos. De março para setembro, por exemplo, ele saltou do quinto para o terceiro lugar ao somar mais US$ 7,3 milhões para a conta.
“Eu jogo fields pequenos. Eu não acho que seja necessariamente que estou jogando em um nível melhor que os outros. Acho que estive heads-up 14 ou 15 vezes e ganhei 12 deles. Isso não sou eu sendo um jogador de elite de heads-up. Isso sou eu runnando muito, muito bem”, disse o modesto Koon.
“Se você olhar para alguém como (Isaac) Haxton, que é um dos melhores de todos os tempos em heads-up, ele não ganhou um título de Triton fazendo seis heads-ups. Tem um monte dessas estatísticas que parecem legais e eu até poderia me intitular como o “The Closer” (O Finalizador) se eu quisesse. Mas, na verdade, eu estou jogando fields pequenos e provavelmente runnando muito bem quando jogo”, continuou o craque.

Koon venceu o High Roller de US$ 50.000 da WSOP neste e levou o segundo bracelete da carreira
Quem vai ser o próximo número #1 da All Time Money List?
Koon disse que alcançar o topo da lista não é algo que o move. Por outro lado, ele disse ter certeza de quem vai atingir esse posto muito em breve: Stephen Chidwick. “Ele é um dos meus amigos mais próximos do poker. Ele é número #2 da lista nesse momento e inevitável que ele vai ser tornar o número #1”, apontou Jason.
“Eu acho que ele vai ser o número #1 por uma larga margem porque ele joga uma tonelada de volume e ele ama. E ele simplesmente não se cansa do poker. Eu adoro jogar, mas eu odeio grindar os mega eventos pelo que fazem com a minha saúde. Eu amo jogar poker, mas viagens internacionais e ficar acordado até as 04h da manhã não é mais pra mim. Acho que isso vai me tirar da disputa pelo primeiro lugar”, explicou.

Stephen Chidwick é a aposta de Koon para ultrapassar Bryn Kenney na All Time Money List
Nostalgia ao assinar com o PokerStars
Koon se tornou embaixador do PokerStars em novembro do ano passado. O anúncio até surpreendeu de certa forma parte da comunidade, pois o craque vinha de uma sequência mais isolado em termos midiáticos após a saída do mesmo cargo na GGPoker. Ele disse que a proposta teve um efeito “nostálgico” na carreira e lembrou do começo.
“Minha primeira grande vitória foi no Sunday Storm. Não era chamado de Sunday Storm na época, era o Sunday US$ 250K ou US$ 300K, mas era um torneio de US$ 11 que teve mais de 25.000 entradas e eu ganhei, sem acordo, para US$ 25.000 mais ou menos. No mesmo domingo, fiquei em segundo ou terceiro em outro torneio. Tive um domingo de US$ 40.000 para mais com um bankroll de US$ 800. Esse foi o começo”.
“Estou feliz por estar aqui. Já vi de tudo. Participei de todos os setores da indústria e acredito que sou um meio-termo perfeito entre a nova geração e a velha guarda. Ouço e entendo ambos os lados. Acredito que posso oferecer uma perspectiva e foi por isso que eu entrei”, concluiu Koon.
Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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