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FBI desmonta rede de poker ilegal com nomes ligados à NBA e à máfia italiana; entenda como funcionava o esquema

A investigação denominada “Royal Flush” descobriu o esquema milionário envolvendo o ex-treinador do Portland

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As prisões de nomes ligados à NBA ocorridas nos Estados Unidos nesta quinta-feira ganharam explicações após uma longa entrevista coletiva concedida pelo diretor de investigações do FBI. O treinador do Portland Trail Blazers, Chauncey Billups, é acusado de envolvimento em um esquema milionário de poker com ligações à máfia.

Segundo o FBI, a operação batizada de “Royal Flush”, revelou que o esquema funcionava por meio de cash games privados realizados em Hamptons, Las Vegas, Miami e Manhattan. As sessões reuniam ex-atletas profissionais e empresários, e as vítimas, geralmente amantes do poker, eram atraídas para participar dos jogos sob a promessa de conviver com celebridades do esporte.

“Quando o jogo começava, os réus arrancavam das vítimas dezenas ou até centenas de milhares de dólares por partida. Os envolvidos também teriam cometido atos de violência, incluindo extorsão, para garantir que os jogadores pagassem todas as apostas”, declarou Joseph Nocella, promotor de Nova York.

As vítimas eram conhecidas no esquema como “fishs”, termo usado no poker para designar jogadores considerados mais fracos. Já os atletas famosos envolvidos recebiam a alcunha de “face cards”. Entre eles estava Chauncey Billups, apontado como um dos responsáveis por atrair milionários para os jogos privados.

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A investigação ainda apontou que tudo não passava de uma armação cuidadosamente planejada, na qual dealers e outros participantes também faziam parte do golpe, manipulando as partidas para garantir os lucros do grupo, que chegaram a US$ 7 milhões.

O esquema também utilizava embaralhadores automáticos adulterados, capazes de enviar informações sobre a ordem das cartas a um operador externo. A partir daí, um jogador infiltrado na mesa recebia as mensagens e, por meio de códigos previamente combinados, sinalizava as jogadas aos comparsas.

Mas as trapaças não paravam por aí. O golpe contava ainda com câmeras escondidas, lentes de contato especiais usadas para ler cartas marcadas, e até mesas equipadas com tecnologia de raio-x, capazes de identificar as cartas viradas para baixo.

Os mandados de prisão também resultaram na detenção de 13 membros ligados às famílias italianas Bonanno, Gambino, Lucchese e Genovese, tradicionais organizações mafiosas com forte presença nos Estados Unidos. De acordo com o FBI, esses grupos chefiam parte significativa da criminalidade organizada no país e mantinham participação direta no esquema de poker fraudulento, atuando tanto no financiamento quanto na lavagem do dinheiro obtido nas partidas.

Confira o Poker de Boteco #114 com Anthony Temperine:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

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Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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