Geral
Erik Seidel critica quantidade de braceletes por temporada e declara: “perdeu um pouco do valor”
Dono de 10 títulos da WSOP, o americano vê a premiação atualmente como banal
A discussão entre o “tamanho” dos braceletes ao vivo e online sempre rendeu bons debates. Agora, porém, o aumento significativo de eventos online ao longo de cada temporada – e com isso o número de braceletes entregues – tem feito alguns nomes de peso se posicionarem. Erik Seidel foi um dos mais recentes a falar sobre isso.
Dono de 10 braceletes, Seidel criticou a “banalidade” que se tornou conquistar um bracelete. Presente no NAPT em Las Vegas, Erik Seidel abordou o tema em uma rápida entrevista e deixou a crítica respeitosa, mas forte, fazendo uma comparação pesada para a situação:
“Acho que ficou um pouco fora de controle o número de braceletes, que eles os distribuam como se fossem doces de Halloween. Acho que tiraram um pouco do seu valor. Mas gosto de jogar a WSOP. É sempre divertido jogar, mas definitivamente não sou uma daquelas pessoas que vai voar para o México para jogar online”, disse Seidel.
O decacampeão da WSOP ainda falou que, claro, quer mais braceletes, mas não a qualquer preço. O mesmo se passa com Phil Hellmuth, segundo o jogador, por exemplo. Ele é outro dos que não tenta ampliar seu recorde com os eventos online. Com mais um integrante de peso no debate, a discussão fica cada vez mais válida.
Confira o episódio #83 do Poker de Boteco com Ramon Kropmanns:
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Jogador de cash game high stakes é preso no EUA acusado de passar cheques sem fundo no Wynn Las Vegas
O chinês já esteve envolvido em outras controvérsias
Um jogador conhecido por aparecer nas populares streams do Hustler Casino Live foi preso em Las Vegas sob a acusação de passar cheques sem fundo no famoso cassino Wynn. O chinês Ye Shen, que utiliza o codinome “Tony Mars” nas streams, é o acusado.
“Tony Mars” foi acusado de tentar passar um cheque sem fundos suficientes na conta e, ainda, acusado de roubar US$ 100 mil ou mais por dois cheques que totalizam US$ 300 mil. A acusação foi reportada inicialmente pelo Las Vegas Journal-Review e corroborada pela PokerNews. Ele foi preso em 14 de maio, mas já foi liberado pelas autoridades.
O jogador chinês possui um histórico de controvérsias, com acusações antigas de trapaça e roubo em jogos privados na Califórnia que somam mais de US$ 3 milhões. O PokerNews reportou também que, na época, ele disse estar retornando para a China, mas mais uma vez acabou se complicando em Las Vegas.
O Las Vegas Review-Journal aponta que os cheques foram entregues em dezembro de 2024. Ele tem poucos resultados relevantes em torneio, com sua melhor premiação de US$ 32 mil chegando em um torneio Invitational da PokerGO, onde ficou na quarta colocação.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
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