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Dalton Hobold coroa bom momento e vence ranking de melhor jogador de maio do PocketFives

Profissional vem tendo ano incrível em 2021

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Dalton Hobold

Os rankings do PocketFives, site que lista todos os resultados online dos jogadores de poker ao redor do mundo, são uma ótima forma para consultar quem são os melhores do momento. Enquanto Yuri Martins vem em longa dinastia no principal deles, o de melhor da atualidade, outro grande jogador também conseguiu um feito expressivo.

Dalton Hobold, que vem tendo um ano absolutamente incrível, foi o grande vencedor do ranking de melhor jogador do mês de maio. O resultado foi divulgado ontem pelo próprio PocketFives, coroando o grande momento que o profissional vive na carreira.

No mês passado, o jogador atingiu a marca de 3.174 pontos, bem a frente do segundo colocado, o português Rui Bouquet, que acumulou o 3.044 pontos. Os dois países têm se destacada frequentemente no poker online mundial e mais uma vez mostraram o domínio do momento.

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Dalton também se encontra bem colocado no ranking liderado por Yuri Martins, sendo o 15º melhor do mundo no momento segundo o site. No mês passado, o PocketFives registrou cinco prêmios de cinco dígitos para o brasileiro, com 140 ITMs no total, totalizando ganhos superiores a US$ 330 mil.

Na sequência do ranking, o Brasil ainda emplacou mais dois jogadores. Fabiano Kovalski finalizou na quarta colocação, apenas um ponto atrás do terceiro, com 3.001 pontos. Logo atrás dele, com 2.907, Leocir Carneiro fechou a lista do país na quinta posição.

No ano, além de Dalton, Brunno Botteon, em janeiro, e Yuri Martins, em fevereiro, também venceram a disputa mensal do site.

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Confira o episódio #07 do Depois do River:

Jornalista, jogador de poker e apaixonado por esportes. Também gosta de viajar e vive para ser feliz, não necessariamente nessa ordem.

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David Peters domina decisão e crava o Evento #07 do US Poker Open

Craque venceu o Main Event em 2019 e levou novo título em 2021

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David Peters

O US Poker Open segue dando grandes prêmios para os jogadores que estão engatando nos eventos de US$ 10 mil. Depois de ser fator responsável por uma mudança no ranking da All Time Money List, com a entrada de Cary Katz na décima colocação, o evento segue em alta.

Outro dos integrantes da cobiçada lista de maiores vencedores de todos os tempos também conseguiu escrever seu nome no hall de campeões nesta edição. David Peters, que atualmente é o sétimo colocado, anotou mais uma bela conquista e cresceu ainda mais seu número de ganhos.

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O americano venceu o Evento #07 NLHE, depois de enfrentar o torneio com mais participantes e maior prizepool gerado até o momento. Foram 99 entradas, que totalizaram um valor de US$ 990.000, sendo que o grande campeão levou US$ 217.800.

O profissional bateu Jared Jaffee no heads-up para confirmar a conquista. O vice-campeão, que reclamou durante a semana sobre a demora nas filas nos eventos do Venetian, deve ter ficando contente com a medalha de prata, que rendeu a ele US$ 158.400.

Peters, que já havia vencido o Main Event em 2019, começou a decisão com o quinto melhor stack, mas não demorou para rumar até o topo da tabela. No 6-handed, o jogador já era o líder do torneio e não saiu mais até o final, garantindo mais um belo troféu.

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Confira o episódio #07 do Depois do River:

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Jans Arends mostra aposta completamente aleatória no Twitter e questiona quem sai ganhando com odds alta

Opinião da maioria dos comentários é a favor de quem aceitasse o desafio

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Jans Arends

Parece que todo jogador tem nas veias a ânsia por apostas. Quando se vive nesse mundo, qualquer situação corriqueira pode virar motivo de “bet” entre qualquer jogador, que sempre procura um motivo pra torcer além do simples fato de acompanhar.

Esse tema, inclusive, foi um dos assuntos debatidos no episódio #07 do Depois do River, que você pode conferir aqui. E até situações inimagináveis podem de repente se transformar em uma aposta maluca, como a que revelou Jans Arends no Twitter.

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O “Graftekell” usou seu perfil para mostrar uma delas bem diferente do comum, se questionando quem estaria se dando bem ao aceitar:

“Aposta interessante: comer um abacaxi inteiro de tamanho médio com casca, com a parte superior e inferior removidas. 3 horas de tempo total. Quem aceitar o desafio recebe 10:1, quem fez uma boa aposta?”

Para deixar claro, quem aceitar o desafio teria que comer um abacaxi inteiro, incluindo a casca, em três horas de tempo. Apenas a coroa e a parte de baixo seriam removidas. E se a pessoa conseguisse, ganharia 10x mais que o valor apostado.

Logo na primeira resposta, Remko Rinkema disse que as odds são muito favoráveis a quem tentar comer o abacaxi, seguido por muitos outros comentários que quem tentasse comer o abacaxi estaria ganhando confortavelmente.

Jans Arends seguiu firme no lado de que não é tão simples assim. Pessoalmente, comer um abacaxi inteiro, com casca, não parece ser algo fácil. Quem você acha que se daria bem nessa história?

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Confira o episódio #07 do Depois do River:

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“Depois do River” discute o legado e o reconhecimento de Caio Pessagno para o poker brasileiro; veja opiniões

“Depois do River” discute o legado e o reconhecimento de Caio Pessagno para o poker brasileiro; veja opiniões

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A sétima edição do programa “Depois do River”, conduzido pelo quarteto Dan Almeida, Laura Cintra, Luiz Torres e Ytarõ Segabinazzi aconteceu ontem à noite, em seu novo horário das 22 horas, e começou logo com um tema muito legal de ser debatido: a importância e o reconhecimento de Caio Pessagno para o poker brasileiro.

O craque do interior de São Paulo já foi embaixador do PokerStars e um grande criador de conteúdo sobre o jogo, ajudando muitos recreativos e até mesmo aqueles que queriam trilhar uma carreira profissional no jogo. Há alguns anos, Pessagno se abdicou das redes sociais e desse contado midiático, focando apenas no jogo ao vivo.

A galera do “Depois do River” comentou sobre o reconhecimento dele perante a comunidade do poker e todos emitiram boas opiniões. Luiz Torres abriu o assunto:

“Quem era das antigas, quando a gente começou e tava começando o poker online, todo mundo olhava o Pessa. Ele era o cara naquela época. Inclusive, ele era também patrocinado pelo PokerStars, todo mundo queria ser, e o gráfico dele era monstruoso, cheio de resultados com o jeito dele de jogar”.

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“Depois de alguns anos assim que ele ficou muito exposto, ele mesmo quis se fechar de mídia. Foi uma opção dele. Ele mesmo conversou isso comigo, ele foi no meu canal em dezembro, faz um ano e meio, e ele conversou. Fazia anos que ele não aparecia na mídia e bateu um papo com a galera. Ele disse que teve que escolher entre ser o cara da mídia ou o grinder. Ele escolheu ser o grinder e que não dava pra fazer as duas coisas”, lembra o Raiz.

“A gente vê que todo ano ele consegue um grande resultado e ele continua sendo um super jogador, um monstro do poker, mas tá escondido na mídia. Você não vê praticamente em lugar nenhum. Eu sou fã de carteirinha”, completa Luiz.

Dan Almeida também deu uma opinião bastante interessante, depois de concordar com Laura Cintra que ele é um dos grandes da história, apesar de não ser tão falado mais na mídia. A streamer e o paranaense o chamaram de “lenda”.

“Ele não ser tão mencionado na mídia não minimiza o fato dele ser uma lenda. Tudo o que ele fez, ele ter sobrevivido ao tempo e ainda ser um grande jogador e ainda bater stakes altos. Ele é precursor de muita coisa dentro da parte técnica do jogo. Foi um dos caras dentro dos MTTs que conseguiu enxergar coisas que hoje em dia a gente vê claramente por conta dos softwares que ele já fazia e já aplicava com qualidade oito, 10 anos atrás”, lembra Dan.

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“Eu acho que na época dele que ele volumava um monte e era destaque na mídia, ele era muito reconhecido pelo jogador recreativo e aspirante a profissional e pouco reconhecido pelos profissionais, pelas jogadas controversas que ele fazia e que hoje a gente vê que eram as corretas. Quem tá chegando nessa leva de agora do poker online talvez não conheça tanto o Pessagno, mas acho que ele tem um respeito imenso de qualquer ou quase qualquer profissional e regular”, completa o paranaense.

Ytarõ Segabinazzi também emitiu a opinião e fez um paralelo com a importância do tempo nesta questão sobre o reconhecimento atual do paulista.

“O poker brasileiro passou por um momento de 2016, 2017 que expandiu muito em dois pontos: midiático e do Brasil alcançar mais coisas. Na época que o Pessagno estava no auge, tinha pouquíssimas perto dele. Hoje veio muita gente crescendo junta, por causa de time, da evolução. Dá uma falsa sensação de que o que fazem hoje é muito melhor do que o que Pessa fazia. Mas é outro momento”.

E você? Acha que Caio Pessagno tem o reconhecimento merecido tanto da mídia como do público brasileiro por tudo que fez na carreira?

Confira o momento do debate:

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