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Com coachs especialistas na modalidade, Evolution Spins está com inscrições abertas para o time; saiba mais

Time conta hoje com mais de 200 jogadores e não para de crescer

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Que o Brasil é um dos mais fortes países mais fortes do mundo quando se pensa em poker não é novidade para ninguém. Só que o que nem todos sabem é que não é só nos tradicionais MTTs que o país vem fazendo um trabalho magistral. Em outra modalidade, a dos Spins, que recentemente também se popularizou ao redor do mundo, o Brasil tem um dos melhores time do mundo.

O Evolution Spins é um time especializado na modalidade Spin and Go, categoria que veio em uma franca ascensão nos últimos tempos por conta de uma dinâmica que atende a mais jogadores. Com disputas rápidas entre três players, a modalidade é a escolhida por muitos e a randomicidade dos prêmios – que podem chegar até a 20.000x o valor do buy-in – em questão de poucos minutos é um atrativo enorme para todos.

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Mas, assim como qualquer modalidade de poker, os Spins tem suas variáveis e conhecê-las é fundamental para se dar bem no longo prazo. É por isso que o Evolution Spins trabalha com uma equipe de altíssima qualidade para desbravar todos os conceitos do jogo e, já há algum tempo no mercado, o time se colocou como um dos principais em todo mundo. E o melhor de tudo? Eles estão com inscrições abertas para novos jogadores.

O Evolution Spins é encabeçado pelo craque Francisco Nogueira, o “Chiconogue”, e por Alison Davi, o “Easygame775”, ambos profissionais do esporte há muitos anos. Mas não são só eles que compartilham seu conhecimento no jogo com os mais de 200 jogadores que hoje fazem parte do time. Uma boa gama de instrutores complementam a equipe e oferecem suporte para os players, visando sempre a evolução no jogo.

O time é dividido em quatro partições diferentes e todas elas possuem um sistema integrado. Seja qual for a partição, os jogadores têm aulas semanais com os instrutores, suporte 1×1 para encontrar leaks no jogo, live sessions com os coaches para aumentar a experiência, grupos de estudos e aulas individuas. Além de todo conteúdo técnico oferecido pelo Evolution Spins, os jogadores podem chegar ainda a um deal de até 50%, incluindo o rakeback.

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Com inscrições abertas, o Evolution Spins procura jogadores que queiram se dedicar exclusivamente à modalidade, que oferece muitas vantagens em relação a outras categorias de poker. Uma delas é que a rotina pode ser muito mais leve e não existe “obrigação” em jogar aos domingos. Os jogadores podem escolher seus horários de jogo conforme achar melhor e atingir o volume esperado pelo time é uma tarefa relativamente fácil.

Além disso, outra vantagem significativa é que os saques nos Spins são muito mais frequentes, visto que a variância é menor, e isso também reflete em menos possibilidades de entrar no temido ferro. Todas essas características fazem com que os players fiquem menos frustrados com downswings e mais motivados a volumar e ver um retorno rápido dos seus esforços.

Se você tem interesse em entrar para o Evolution Spins e jogar em um time especialista na modalidade mais dinâmica do poker, basta preencher este formulário. Não perca a chance!

Conheça as quatro partições do Evolution Spins:

Gambit in Vegas: administrada por Rose Gambit e Neto Vegas
Silver: administrada por Francisco Nogueira e Alison David
Striker: administrada por Igor Reis e Everth Drumond
Red Liners: administrada por Joab e Rafael Mkrs (que já acertou um 20.000x na roleta)

Confira o MundoTV Cast #37 com Alexandre Mantovani:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

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Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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