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CNC Poker Brasil: coaching “sob demanda” reúne estrelas do poker brasileiro como professores; saiba mais

Projeto criado pelo inglês Raymond Norton chega ao país com forte elenco

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Os jogadores de poker brasileiros ganharam mais um espaço para aprender e melhorarem o seu jogo. Está chegando no Brasil o CNC Poker, uma plataforma de coaching que reúne diversos jogadores conhecidos do país como professores. O CNC já existe fora do país há algum tempo e percebeu um espaço a ser preenchido para lançar conteúdo em língua portuguesa.

O idealizador do CNC é Raymond Norton, um jogador de poker britânico que começou sua carreira em 2010. Ele jogou profissionalmente por cerca de sete anos e integrou o bitB, time criado por Patrick Leonard, Tomi Brouk e Samuel Vousden, onde teve o seu maior período de influência. Norton acabou migrando dentro do bitB para conduzir o negócio e se tornou administrador do time.

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Foram quase seis anos de bitB entre ser jogador e “manager” e Raymond explica que foi um período de ricas experiências com o trio de fundadores. Posteriormente, os donos decidiram encerrar o bitB, que funcionava como os times do Brasil no sistema de staking, isto é, de “cavalar” os jogadores. Porém, a estrutura de sucesso do time fez com que Raymond dessa continuidade ao modelo de ensino.

Assim foi formado o CNC Poker. O coaching consiste em um sistema “sob demanda”. O usuário vai pagar exatamente pelo tipo de conteúdo que ele deseja consumir dentre a extensa lista de opções da plataforma. “Fornecemos a eles cronogramas de treinamento contínuos de quatro semanas da nossa equipe em uma variedade de tópicos e eles podem escolher o conteúdo que querem”, explica Norton.

“O CNC é genuinamente único no mercado e acredito que seja a melhor abordagem para os jogadores”

“Essa é a melhor abordagem porque obriga a nós e nossos treinadores a lançar constantemente o melhor conteúdo que pudermos adaptado às necessidades de nossos membros”, continua o criador do projeto. Dessa forma, Norton juntou uma equipe estrelada de professores. O grupo não se resumo apenas a poker. Também tem coaches de desempenho no CNC.

Os clientes poderão encontrar aulas especiais de nomes como Daniel Almeida, Luiz Feres, Ramon Kropmanns, Eduardo Silva, Carlos Levis, Felipe Boainovsky, Nello Netto, Álvaro Pinheiro, Marcelo Aziz e até de portugueses como Luís Dono e Rui Bouquet, dentre outros. “Os brasileiros são alguns dos melhores jogadores de poker do mundo”, fala Norton.

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“A falta de conteúdo desses jogadores na sua língua nativa realmente me surpreendeu. Esse foi um grande motivador para eu trazer o CNC para o Brasil. Os melhores coachings brasileiros ensinando jogadores brasileiros em português é o que faz sentido. Eu estou muito feliz com a equipe técnica que conseguimos montar”.

Raymond, então, completa prometendo um espaço único para os jogadores. “O CNC fornecerá tudo para os jogadores que não precisam de apoio financeiro e não desejam ser “cavalados”, mas que desejam uma comunidade, um sistema de suporte e acesso a alguns dos melhores jogadores online para coaching”, finaliza.

Confira o  Poker de Boteco  #25 com Kelvin Kerber:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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