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BSOP Millions: Em dia especial na família, Felipe Boianovsky é campeão do R$ 250k Super High Roller

A vitória no torneio foi dedicada ao recém-nascido sobrinho

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O dia na família era especial. Afinal, o sobrinho de Felipe Boianovsky nasceu neste 20 de novembro. E a homenagem do titio não poderia ser melhor: ao vencer o Super High Roller de R$ 250 mil do BSOP Millions, a vitória foi dedicada ao mais novo membro da família.

“Eu dedico essa vitória para ele. Também dedico para a minha filha que está longe; eu tenho que ficar longe quando venho jogar essas séries live”, contou ao Mundo Poker em entrevista.

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Um dos membros mais queridos da comunidade do poker no Brasil, Felipe passou por um field de 40 entradas totais no Super High Roller de R$ 250.000, até o momento igualando o The Legends do BSOP Millions 2024 como o de buy-in mais caro da história do poker brasileiro ao vivo—número que será superado nesta sexta-feira pelo R$ 500.000 Super High Roller Series. A vitória lhe rendeu o prêmio de R$ 3.200.000.

“Estou me sentindo muito bem, muito feliz de ter conquistado esse torneio hoje. Foi muito gostoso ter meus amigos ali no rail torcendo, minha namorada também, foi muito especial.”

O Super High Roller foi de Felipe Boianovsky no início e no fim, mas o meio trouxe momentos bastante complicados. O “Piv” foi chip leader ao final do Dia 1 e, ainda assim, chegou a estar bastante short stack perto da bolha na mesa final. Um dos jogadores mais técnicos do país, a calma e a experiência fizeram a diferença.

O Hendon Mob aponta que essa é a segunda maior premiação da carreira do brasileiro em torneios live, perdendo apenas para os US$ 746.286 que ele conquistou com a segunda colocação no US$ 50k Super High Roller do EPT Monte Carlo em abril de 2024. “É muito mais especial que Monte Carlo, até por ter cravado, né? Estar aqui nessa série também é incrível, com meus amigos, em casa”, apontou.

A mesa final do R$ 250k Super High Roller teve mais uma leva de nomes especiais na briga. Thiago Crema, Pedro Padilha e João Simão são alguns deles, porém o destaque estrangeiro ficou por conta de Vladimir Minko, que Piv apontou como um dos “melhores do mundo”: “eu joguei muito com ele online, acho ele um dos melhores do mundo. Não que eu me sinta mais confortável com ele no live; só que eu jogo live há mais tempo, sei que ele é bem mais novo. Ele não foi o jogador que me deu mais pressão por estar lá, porém é muito agressivo, joga muito bem e foi desafiador como sempre”.

A cravada não significa descanso. Piv brincou com os amigos que, se o late register do R$ 100k One Day estivesse aberto, ele ainda engataria. O próximo passo é o R$ 500k Super High Roller: “A confiança não vem de ‘estou jogando muito bem porque eu cravei’, a gente entende a variância. Mas o grande resultado tira um pouco do peso das costas nas séries grandes, né? Vou estar mais leve, mais tranquilo”, contou.

Por fim, Felipe falou sobre o CTB, um projeto novo no qual ele, Alisson Piekazewicz e Guilherme Schreiber estão no comando. “O CTB é o Centro de Treinamento Burricolândia, um projeto onde eu e o Alisson somos instrutores e o Anão19 (Guilherme) é o fundador. É uma escola online, a gente dá aula lá e deixo o convite para todos entrarem no CTB”, finalizou.

Vale notar que o título de Felipe também impediu uma marca histórica de Leandro Zavodini. Campeão do The Legends R$ 250k no ano passado, ele teria a chance de se tornar o campeão nos dois torneios de maior buy-in da história do país. Zavodini, no entanto, acabou por ficar com a segunda colocação.

Confira a premiação final:

1. Felipe Boianovsky – R$ 3.200.000
2. Leandro Zavodini – R$ 2.200.000
3. Vladimir Minko (Rússia) – R$ 1.400.000
4. Ruben Lopes (Portugal) – R$1.080.000
5. Léo Rizzo – R$ 850.000
6. Pedro Padilha  – R$ 675.000

Confira o MundoTV Cast #81 com Ramon Pessoa:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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