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Alen Fillipi supera as traves recentes, conquista o BSOP Championship e marca seu nome na história do poker brasileiro

O alagoano saiu com uma histórica forra de R$ 3,4 milhões

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O maior torneio de poker já realizado no Brasil terminou neste sábado com um desfecho pra lá de espetacular. Diretamente de Alagoas, o carismático Alen Fillipi deu a volta por cima após acumular diversas retas finais importantes na carreira e, finalmente, alcançou a glória máxima ao conquistar de forma exemplar o título do BSOP Championship.

Em 2021, Alen já havia sentido o gosto de estar no palco principal ao terminar em sétimo lugar no Main Event do BSOP Millions. Desta vez, porém, ele não deixou escapar a vitória. Após cinco dias de competição, soltou o grito de campeão, superou o field de 714 entradas do buy-in de R$ 30.000 e faturou a impressionante premiação de R$ 3.418.000.

Sobre a conquista, Alen se emocionou ao relembrar sua trajetória no jogo: “a gente começou jogando uns torneiozinhos lá atrás e, de repente, você está num torneio desse nível. As coisas vão acontecendo, dão certo, e você ganha. É inimaginável. No começo eu jogava torneios pequenos, fui subindo, subindo, até poder jogar eventos maiores. E hoje ganhar o maior torneio que já teve aqui, é surreal. Mesmo vivendo o melhor dos sonhos, a gente ainda fica na dúvida se é capaz. E terminou que deu certo”, disse Alen.

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A mesa final foi um verdadeiro divisor de águas no torneio. Com tantos nomes importantes na disputa pelo título, Alen Fillipi precisou de muita paciência e, claro, persistência para sair com a vitória. Ele superou adversários de peso como Martin Kabrhel, Bernardo Soares, Giorgio Tonin, Gregory Fabião, Ramiro Araújo, Pedro Padilha, Diones Lopes e Matheus Grazziotin.

Sobre o momento decisivo de sua carreira, Alen explicou como lidou com a pressão: “eu quis tirar a pressão de mim, sabe? Fiz algumas grandes retas e, infelizmente, não aconteceu como eu queria. Em 2021 teve aquela situação, mas eu acho que Deus sabe de tudo, no momento certo, as coisas acontecem. Fiquei até emocionado. Só quero agradecer a Deus mesmo.”

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Avançando eliminação após eliminação, Alen chegou ao 3-handed, que terminou com um acordo na premiação. A mão que lhe deu a vantagem absoluta veio contra Diones Lopes, quando Fillipi acertou um flush e eliminou o adversário. A jogada turbinou seu stack, e o campeão detalhou o que passou pela cabeça naquele momento:

“O Diones era um cara muito agressivo. Ele estava se passando em alguns spots e, ali na hora, eu pensei no range dele e não errei. Eu tinha uma boa leitura, porque ele estava bem wide na maioria das mãos. Shovei, mas era um shove com equidade. E o jogo, assim como aprendi anos atrás, só acaba no river. Dessa vez o river estava do meu lado. Quando tem que ser da pessoa, acontece esse tipo de coisa e deu certo, graças a Deus”.

O heads-up foi disputado contra Matheus Grazziotin, outro jogador que merece muitos aplausos, ele também alcançou a mesa final do Main Event, terminando na terceira colocação. A mão que definiu o título de Alen acabou sendo um cooler de dois pares, no qual o alagoano levou a melhor sobre o catarinense. Torcedor do Palmeiras, vice-campeão da Libertadores, Alen brincou que se “vingou” da derrota para o Flamengo de Grazziotin, desta vez nos feltros.

Integrante do Full Poker Team, Alen aproveitou a entrevista para agradecer à equipe e explicar como a conquista do histórico BSOP Championship representa um divisor de águas na carreira:

“Sai aquele sentimento do quase, sabe? Aquela mesa final do Millions foi um palco que me doeu muito. A gente lembra até hoje, passa, mas fica aquele peso do ‘faltou pouco’. Agora, na WSOP, aconteceu algo parecido com um amigo, o Murilo, e você fica com essa sensação de merecimento, esperando a sua vez. E hoje, graças a Deus, era pra ser meu mesmo. Tudo se encaixou. Todo mundo me dizia: ‘A sua hora vai chegar’, e chegou.

Eu devo muito ao time. Os caras me ajudaram demais. O Renan Aziz, o Betto, o Capotinha… todos. Sempre tirando minhas dúvidas, sempre apoiando. Esses caras são incríveis. Eu ganhei muito por causa deles também”, finalizou.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Alen Fillipi – R$ 3.418.000*

2º – Matheus Grazziotin – R$ 2.115.000*

3º – Diones Lopes – R$ 2.597.000*

4º – Pedro Padilha – R$ 1.150.000

5º – Ramiro Araújo – R$ 850.000

6º- Gregory Fabião – R$ 620.000

7º – Giorgio Tonin – R$ 475.000

8º – Bernardo Soares – R$ 350.000

9º – Martin Kabrhel (República Checa) – R$ 275.000

*acordo

Confira o Poker de Boteco #119 com Marcos Soares, o “Ibaminha”:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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