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BSOP: Fábio Freitas valoriza nova identidade visual e fase atual do circuito: “trazer a comunidade global”

Fábio concedeu uma longa e bela entrevista ao Mundo Poker

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Fábio Freitas é um nome bastante conhecido na história do Brazilian Series of Poker. Jogador de longa data e presente em vários destinos de poker do Brasil e do mundo, Fábio assumiu um papel na organização do evento durante a última temporada. Ele esteve presente em várias das novidades que o BSOP apresentou recentemente.

Uma das principais foi a mudança da identidade visual do circuito. Fábio, com longa carreira na comunicação, teve papel ativo ao longo do ano no desenvolvimento do projeto, que foi oficialmente apresentado no BSOP Millions de 2025. Em entrevista ao Mundo Poker, ele falou sobre a importância de se manter as raízes brasileiras no novo cenário.

“A gente trabalhou bastante no ano passado. Um trabalho muito profundo, com muito significado pra marca. E acho que a gente, em conjunto… O BSOP inteiro abraçou muito a nova identidade visual. Todo mundo se envolveu. A gente tinha que revisitar todos os significados da marca, precisou muito ouvir daqueles que criaram. O resultado é muito forte, é uma marca muito potente. É muito importante pra gente, como o objetivo do BSOP é se tornar cada vez mais um circuito global, e o Brasil é uma marca muito forte pro mundo, a gente tá usando essa marca do Brasil, né, E a mudança do BSOP não é só visual”, contou.

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Fábio não para no BSOP. Seja sentado nas mesas durante os torneios ou discutindo aspectos da organização, não há tempo a ser gasto. Mas ele não reclama. “Poucas pessoas acho que podem ter a felicidade que eu tenho de trabalhar com uma coisa que você é apaixonado. Eu sou apaixonado por poker. Eu jogo o BSOP a vida inteira. Tenho uma carreira na comunicação, então, poder colocar tudo aquilo que eu aprendi, que eu desenvolvi ao longo da vida profissional, a favor de um negócio que eu gosto tanto… Eu falo muito isso com o Rafa [Moraes, CEO do BSOP] no dia a dia. O Rafa é profissional de poker tocando um circuito de poker. Eu, profissional de comunicação, apaixonado por poker, ajudando a construção da marca de um circuito de poker no Brasil… acho que o Brasil merecia muito da força que já tem.”

Na última edição do BSOP Millions, os buy-ins chegaram a ter variação de R$ 500 até R$ 500 mil, com o advento da Super High Roller Series. A pluralidade de jogadores é também um orgulho para Fábio. “Eu acho que o BSOP hoje é um circuito plural, que a gente atende do jogador de buy-ins iniciais a um torneio de meio milhão de reais. A gente atende todos os públicos, a gente tem um cash game primoroso, acho que uma das maiores viradas da marca do BSOP é o cash game. É mais do que só o poker, é uma experiência, é um cuidado, a gente toma cuidado com a hospedagem de todos os jogadores, na hospitalidade como um todo. Eu conheço alguns poker rooms pelo mundo, acho que eu nunca vi um tipo de entrega como a gente faz aqui.”

“A nossa missão é essa proximidade de poker, entretenimento, diversão, coisa para a família, e o jogo hardcore sério. A gente tem etapas de turismo, que a gente fez no BSOP Summer, o BSOP One, que é uma festa para os principais clientes do BSOP, a gente tem as collabs com o Neymar, tem muita gente que está aqui perto do ecossistema. Acho que a gente está num momento muito feliz do BSOP, e um momento muito feliz do poker brasileiro. É uma história legal de contar, porque ela é verdadeira”, contou.

Por fim, o anúncio da abertura da etapa com R$ 1 bilhão de premiação entregue e a manutenção da Super High Roller Series em 2026 também enchem os olhos de Fábio para outro aspecto: a presença da comunidade global no BSOP. “O Brasil é muito grande, né? Tem muito o que explorar ainda. Eu acho que tem um potencial muito grande. Se a gente falasse há um tempo atrás, há dois, três anos atrás, os níveis de torneio, esse sonho grande… foi a construção de uma indústria ao longo desses 20 anos. A construção de uma indústria deu a possibilidade do BSOP hoje ter uma visão de futuro maior. O alicerce é tão firme que dá para tentar dar um passo maior. Como os buy-ins mais altos.”

“O buy-in mais alto não é uma coisa para ter jogo mais caro, é para a gente conseguir estar alinhado com os valores de buy-in global. Porque senão o jogador global não vem. Não é que a gente quer fazer um torneio de 50k, de 100k ou de meio milhão. É que os buy-ins de High Roller global são esses. Se a gente conseguir fazer eles no Brasil, a gente vai atrair os jogadores, porque eles não vão vir jogar o de mil dólares, entendeu? Que é um torneio de R$ 5.000, ou o Main Event de R$ 4.000. Eles não vão vir jogar. Eles vão vir jogar o torneio que está alinhado com os buy-ins globais. O nosso grande foco é que cada vez fique maior, para que a gente consiga entregar prêmios altos que tragam a comunidade global para cá”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #131 com Milena Magrini:

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BSOP anuncia primeiros satélites para a etapa Winter; confira detalhes e como participar

Domingo (17) marca o início dos torneios qualificatórios para a quarta etapa do BSOP em 2026

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O BSOP Winter acontece de 21 a 30 de julho, no Golden Hall do WTC Sheraton, em São Paulo. A expectativa da organização é que essa edição seja o maior Winter da história, e para se garantir o quanto antes, os detalhes dos primeiros satélites já foram revelados.

O primeiro satélite acontece já neste domingo (17). No torneio, serão três vagas garantidas, que dão direito ao buy-in para o Main Event. O classificatório começa às 21h05 e conta com duas horas de late register, com buy-in de US$ 109. O torneio pode ser localizado no PokerStars a partir do ID 4000049706.

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Outra informação divulgada pela organização está relacionada à realização do Mega Satélite. Ele acontece no dia 28 de junho, com início às 21h05. São 12 pacotes garantidos que, além do buy-in do Main Event, também oferecem hospedagem no hotel do evento durante todos os dias de BSOP Winter.

É possível encontrar subsatélites a partir desta sexta-feira (15) no PokerStars. São muitas opções gratuitas que dão vaga para o step de US$ 33; este, por sua vez, garante o jogador no Mega Satélite de US$ 320. Também é possível encontrar os torneios de US$ 11, que levam direto para o satélite de vagas, de US$ 109.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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BSOP Rio Quente: Naiquel Oliveira forra no Last Chance High Roller e Gabriel Kumagai vence o Mystery Bounty DeepStack

O evento em Rio Quente foi um verdadeiro sucesso

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O BSOP Rio Quente foi finalizado nesta terça-feira com os últimos campeões sendo coroados na etapa. E um deles mostrou muita persistência ao conquistar o troféu do Last Chance High Roller praticamente aos 45 do segundo tempo: Naiquel Oliveira.

Jogando na pool ao lado dos amigos Vini Navarro e Thales Morelli, o trio engatou em diversos torneios ao longo da série, e Naiquel foi quem transformou a maratona em título. Ele superou um field de 55 entradas no evento de R$ 10.000 e garantiu a maior fatia da premiação. Ao todo, o campeão embolsou R$ 150.000, somando premiação e bounties, coroando a grande campanha em Rio Quente.

Confira a premiação completa:

1º Naiquel Oliveira – R$ 150.000
2º Christian Choca Archimaut – R$ 62.000
3º Marcelo Giordano  – R$ 48.000
4º José Carlos Barbosa – R$ 38.000
5º Birger  Larsen – R$ 30.000
6º Caio Kopke  – R$ 31.000
7º Jorge Raul Romero Castillo – R$ 14.000

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MYSTERY BOUNTY DEEPSTACK

Fechando a série em Rio Quente, o Mystery Bounty DeepStack, torneio dos envelopes misteriosos tão amados pelos jogadores, foi disputado em dois dias e terminou em grande estilo com a vitória de Gabriel Kumagai.

O competidor aproveitou a passagem do circuito brasileiro perto de sua cidade, saiu de Goiânia após poucas horas de viagem e garantiu o troféu para a capital goiana. Além disso, Gabriel Kumagai embolsou um total de R$ 60.000, após superar um field de 318 entradas no evento de R$ 1.500.

Confira a premiação completa:

1º Gabriel Kumagai – R$ 42.000
2º Aristides  Couto – R$ 26.000
3º Frederico Luis Alves Prado – R$ 20.450
4º Amauri Grutka – R$ 16.300
5º Luiz Ferrarezi Neto – R$ 12.850
6º Amanda Fabiane Souza – R$ 9.800
7º Teresa Dominguez – R$ 7.200
8º Evandro Alarcao Solano Soares – R$ 5.300
9º Jose Manuel Lesta – R$ 4.350

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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Embalado por torcida fanática, Rafael Cunha é o grande campeão do Main Event do BSOP Rio Quente

O “Pitbull do Cerrado” venceu um eletrizante heads-up contra Victor Hugo Bonifácio

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Rafael Cunha
Rafael Cunha

A mesa final do Main Event do BSOP Rio Quente trouxe à tona os melhores ingredientes possíveis para uma decisão de elite: torcidas eufóricas, muitos all ins e calls e finalistas sem medo de comemorar. Depois de muito poker, a noite foi de consagração para o jogador Rafael Cunha, de Brasília, depois de uma mesa final de almanaque.

A maratona para bater o field de 622 entradas rendeu para o “Pitbull do Cerrado” – apelido que recebeu durante a mesa final – um prêmio dos bons de R$ 330.000. “Eu queria muito um título de BSOP. Nunca tive uma FT e a primeira foi logo Main Event, com cravada. A ficha nem caiu ainda na real”, disse Cunha.

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“O dinheiro é importante, claro, mas o prestígio também, o troféu, você ter seu nome na galeria marcado é muito top”, falou o jogador sobre o legado da conquista. Cunha foi empurrado por uma torcida fanática que vibrou mão a mão com ele. Os amigos foram fundamentais na conquista do jogador de Brasília.

“A gente tá no mesmo corre, poker, poker, poker, estudando junto, grindando junto, tomando bad junto. Nada mais justo que eles estarem aqui, eu também estaria por eles. Só agradecer mesmo”, disse Cunha.

A mesa final

A mesa final começou da melhor maneira possível para Cunha. Ele eliminou Thiago Neves de KK contra JJ e assumiu a ponta. A confiança estava em dia e o “Pitbull do Cerrado” colocou muita pressão na concorrência, jogando muitas mãos e coletando fichas de forma gradativa. A liderança rapidamente ficou bem destacada.

Larissa Metran ficou na oitava colocação depois de levar uma bad beat de AQ contra QJ de Victor Hugo Bonifácio. Ricardo Leão lutou bastante, mas acabou sucumbindo em sétimo. Douglas Olímpio foi eliminado no sexto lugar e Cunha derrubou Alê Couto, o chip leader da mesa final, na quinta colocação.

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Logo na sequência, Geraldo Magela levou a melhor de QQ contra AJ e tirou Guilherme Ribeiro no quarto lugar. O jogador de Campinas ficou ensandecido na comemoração por ter garantido um troféu. No entanto, logo depois, ele acabou perdendo um grande pote para Victor Hugo e caiu em terceiro.

O heads-up entre Cunha e Bonifácio foi eletrizante. Na maior parte do tempo, Cunha controlou as ações e teve vantagem, mas na hora de matar o duelo, de alguma forma, Victor Hugo, o “Highlander de Minas Gerais”, conseguia voltar para o jogo. Foram muitas vezes, mas enfim Rafael acabou encontrando o caminho da vitória.

Primeiro, ele conseguiu uma grande fatiada ao extrair muitas fichas com um full house. Victor Hugo pagou a aposta no river e muckou. O toma lá dá cá continuou por mais alguns minutos até que veio a mão do título. Com o flop mostrando 742, eles foram de all in e call. Cunha tinha 76 e segurou contra o 94 de Victor no turn Q e no river A.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Rafael Cunha – R$ 330.000*

2º – Victor Hugo Bonifácio – R$ 270.000*

3º – Geraldo Magela – R$ 165.000

4º – Guilherme Ribeiro – R$ 127.000

5º – Alexandre Couto – R$ 100.000

6º – Douglas Olímpio – R$ 78.000

7º – Ricardo Leão – R$ 58.000

8º – Larissa Metran – R$ 40.000

9º – Thiago Neves – R$ 31.000

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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