Poker de Boteco #150: Diego Lopes relembra criação de bordões, histórias nas transmissões do KSOP e muito mais; confira
O bate-papo foi bastante produtivo no Automóvel Club, em Belo Horizonte
Ytarõ Segabinazzi chegou à 10ª temporada como apresentador do Poker de Boteco e resolveu visitar uma icônica cidade brasileira, recheada de nomes importantes do cenário nacional do poker: Belo Horizonte. Por lá, no Automóvel Club, vários convidados marcaram presença. Um deles foi Diego Lopes.
Figura bastante conhecida em Minas Gerais, Diego Lopes acumulou funções no Sierra Poker durante anos, além de ser um jogador dono de muitos troféus. Ele iniciou o papo com Ytarõ Segabinazzi comentando sobre sua trajetória e também sobre o que mais gosta de fazer quando não está jogando poker.
Diego também popularizou alguns bordões, como “Vestidinho” e “Pintadinho”, usados para se referir a cartas suited. Além deles, há o famoso “Ai, que sonho”. Ele relembrou como foi criar essas falinhas nas mesas. Outro assunto abordado foram os troféus, dos quais Lopes acumulou muitos ao longo da carreira.
O jogador também já trabalhou em transmissões do KSOP, com direito a uma audiência enorme em um heads-up disputado por Carol Duprê. Foi nessa ocasião que Diego também caiu em uma pegadinha de duplo sentido, a tradicional “Mecânica Simas Turbo”.
Vaquinha para pagar lanche de amigo, família e a paixão pela filha, ser freguês do jornalista Augusto Cesar na sinuca e, por fim, vender cota de torneios para uma garota de programa foram alguns dos assuntos do longo bate-papo do 150º episódio do Poker de Boteco.
Confira o Poker de Boteco #150 com Diego Lopes:


