PPT: Com menos de meio blind, Dieferson Montrezol completa hat-trick de azar em jogadas diferentes e bolha o Start-Up
O jogador foi ganhando esperanças apesar de estar extremamente short stack
Quando não é pra ser, não é pra ser mesmo. No momento da bolha do ITM do Start-up, o torneio de abertura do PPT, Dieferson Montrezol era, sem sombra de dúvidas, quem parecia que ia terminar o torneio na mais ingrata posição. Com menos de meio blind, só um milagre salvaria o jogador. E ele quase veio. Por três vezes. Mas, no fim, tudo ficou como esperado.
Com 5.000 fichas nos blinds 6.000 / 12.000, Dieferson Montrezol ganhou a primeira pitada de esperança logo na primeira mão do hand-for-hand. Na mesa ao lado, ele viu dois jogadores irem all in numa mão pós-flop e se levantou para torcer. Mas quase nem conseguiu. Numa disputa de trinca para top pair, o jogador com menos fichas dobrou.
Essa não deu muita esperanças, mas a próxima foi cruel. Duas mãos depois, na mesma mesa da anterior, outro jogador estava em risco. Dessa vez, o short estava dominado num A5s vs AQs. Como por deboche, o short stack da jogada encontrou um flush runner runner, aplicou uma bad beat e mais uma vez “prejudicou” Dieferson.
O hat-trick de azar foi ainda pior. No big blind, Montrezol foi de all in mode. Apesar de acertar um par, ele viu sua mão ser superada para marcar a queda no torneio. Só que ele ganhou uma nova esperança, a de pelo menos dividir a premiação, já que outro jogador também estava de all in em outra mesa.
E sem querer: sem ver uma ação, um dos jogadores anunciou um all in verbalmente pensando estar numa blind war com seu 88, mas outro jogador já havia feito a ação. Para piorar, o jogador que “misclickou” viu o rival apresentar AA. Aí vem o ponto mais maluco da história.
Um 8 apareceu no flop e colocou o jogador com mais fichas a frente, dando a esperança mais uma vez para Dieferson. Só que o hat-trick se formou no river, quando um A apareceu para configurar um set over set que não derrubou ninguém. No fim, não era mesmo pra ser. Dieferson foi o bolha e se despediu de mãos abanando.
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