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Staff mais antigo do NPS Pixbet, Thomaz Antônio relembra trajetória, desafios da carreira e comenta evolução do circuito

O piauiense está desde os primórdios em 2017 atuando na organização do evento

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Com uma história de oito anos e inúmeras etapas realizadas, o Nordeste Poker Series (NPS) se consolidou como o principal circuito de poker do Brasil, reunindo jogadores de diversos estados que buscam não apenas as grandes forras, mas também diversão e a chance de criar amizades para a vida toda. Tudo isso só é possível graças a uma equipe extremamente competente e preparada para fazer o evento acontecer.

Dos sócios e patrocinadores até caixas, floors, dealers e equipe de material, cada integrante tem papel fundamental. Nesse cenário, um dos nomes mais antigos da chamada “velha guarda” é o piauiense Thomaz Antônio. Hoje responsável pela área de material, ele faz parte do NPS desde o lançamento do circuito, em 2017, e já passou por diferentes funções ao longo da trajetória.

De volta a Fortaleza, Thomaz decidiu compartilhar um pouco da sua história. Ele relembrou momentos marcantes da carreira, destacou a importância do NPS no seu crescimento como profissional de staff e comentou as mudanças vivenciadas ao longo dos anos, como novas parcerias e novidades que ajudaram a fortalecer ainda mais o circuito. Confira a entrevista:

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1º – Thomaz, você é o integrante mais antigo da staff do NPS Pixbet. Como começou sua trajetória dentro do circuito?

R: Realmente, eu sou um dos integrantes mais antigos. Os demais que começaram comigo na carreira já saíram. Acredito que tenha sido em 2017, dentro desses 10 anos de NPS. Na época, eu já trabalhava no CCP, que era o Circuito Cearense de Poker, junto com Alan Guion, Rafael e o Rafael Negão, como a gente chamava.

Depois houve a união deles com o Foster e o Aguiar, que resultou na criação do Nordeste Poker Series. Como eu já trabalhava com o Rafael e com o Alan no circuito cearense e já estava inserido no cenário do Ceará, essa transição foi natural, uma evolução para o NPS.

2º – Qual foi o maior desafio que você enfrentou quando entrou na equipe pela primeira vez?

R: Sobre a questão do desafio, assim que eu entrei era tudo muito novo. Quando começou o NPS, eu fiquei na parte da coordenação, ajudando na convocação e fazendo aquele intercâmbio, principalmente com os dealers do Piauí.

No início a gente não tinha tanta experiência. Eu sempre trabalhei como dealer, lá no tempo da AX, que era a AX Eventos, do Alan Guion. Quando o NPS surgiu, foi justamente dessa união: a AX Eventos se juntou com Bruno Foster e Bruno Aguiar, e daí nasceu o Nordeste Poker Series.

Foi difícil no começo, principalmente na questão de escalar a equipe e organizar tudo. Mas com o passar do tempo, com muito trabalho, observando como as coisas funcionavam e também participando de outros eventos, a gente foi adquirindo experiência e melhorando cada vez mais. Essa parte de coordenação, de equipe, de eventos, foi algo que eu fui aprendendo na prática.

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3º – Ao longo dos anos, quais mudanças você notou na forma como os torneios são organizados?

R: Então, ao longo dos anos, sempre surgiam novidades. Em 2015 mesmo, foi quando eu entrei no BSOP, na etapa de Natal. Ali, em Natal 2015, comecei a adquirir mais experiência no cotidiano de uma empresa muito grande, que é a maior do país. Aprendi muita coisa e trouxe esse aprendizado para dentro do Nordeste Poker Series.

Com isso, passei a fazer parte também da produção de material. E a cada etapa havia uma inovação, novos projetos, tudo sempre mudando. Cada edição tinha promoções diferentes, ajustes no formato dos eventos… e assim o NPS foi crescendo, sempre se consolidando cada vez mais como um grande evento.

4º – Como é o dia a dia da staff durante uma etapa do NPS Pixbet, principalmente o material?

R: O dia a dia do staff durante uma etapa do NPS é bem agitado, mesmo. Tem a parte do ‘abre’ e a parte do ‘fecha’. No ‘abre’, ele está iniciando todos os torneios, aquela correria para deixar tudo organizado: material, mesas, cadeiras, assentos, fichário de cada evento, horários de início de cada torneio… tudo precisa estar preparado e organizado para receber os jogadores.

O material tem que estar sempre organizado e de fácil acesso, né? Até porque temos alguém que nos ajuda durante os torneios: enquanto uma pessoa está em uma função, a outra já precisa deixar tudo pronto e conferido, para que esteja no ponto. É um dia a dia bastante corrido, cheio de atenção aos detalhes.”

É uma correria, mas com o passar do tempo a gente vai conseguindo minimizar. Conforme vamos aprendendo, já sabemos os horários, o limite de registro, a hora de entrar a ficha do chip race… enfim, toda a dinâmica, desde a parte do material até o final do dia, quando recolhemos tudo para no dia seguinte começar novamente.

5º – Como você enxerga o crescimento do NPS Pixbet com a parceria com plataformas online, como o PixPoker?

R: O NPS, ao longo dos anos, foi crescendo bastante, graças a Deus. Atualmente, é o maior do Nordeste. A parceria com a PixBet, através dos satélites e divulgação nas plataformas da própria empresa, trouxe mais jogadores, inclusive de fora da região, e só contribuiu para o crescimento do evento. Foi de extrema importância, e hoje em dia o NPS está consolidado nesse patamar, com o apoio da PixBet e do PixPoker.

6º – Que conselho você daria para quem quer começar a trabalhar na staff de um circuito de poker?

R: Então, o conselho que eu daria pra quem quer se tornar staff, né? É o de sempre: trabalhar bem, focado, fazer tudo direitinho, estar ali prestando atenção, observando todos os passos, seja em caixa, material ou salão. Porque, a qualquer hora, um diretor vai ver e perceber: “Pô, esse cara é bom pro salão, tá sempre prestativo, ajuda, tá ali presente”. Aí ele dá oportunidade pra você mostrar serviço. Hoje, por exemplo, eu tô no material aqui no NPS, no BSOP vou de floor, já fui caixa também, e no Piauí sou diretor de alguns torneios. No Rio Grande do Norte, às vezes, sou chamado pra floor… Então, cada um vai passando por tudo, e se você trabalha direito, o reconhecimento vem.

7º – Qual foi o momento mais marcante da história do NPS Pixbet até hoje?

O momento mais marcante do NPS foi a volta do Poker Live após a pandemia. Eu acho que foi em 2021, e foi uma loucura: todos os eventos explodindo, garantidos dobrando. Teve uma hora que a gente estava no material e, caramba, não tinha mais ficha! Como é que a gente ia resolver? Tivemos que improvisar: cada um mostrou seu jogo de cintura, pegamos fichas de outro torneio que não estava sendo usado e implementamos nesse High Roller, que foi fora do normal pra NPS pós-pandemia. No final deu tudo certo, o evento foi um estouro, e depois disso, os eventos só começaram a crescer e crescer. Tornou-se uma explosão total, e graças a Deus até hoje estamos na luta, só crescendo.

8º – Para finalizar, você gostaria de deixar um agradecimento para a equipe que te acompanha ao longo dos anos e das etapas?

R: Primeiramente, agradeço à organização do NPS Pixbet, que acredita no meu trabalho. Ao diretor Victor Hugo Negócio, que faz um excelente trabalho no manejo da equipe. Ao Paulino, responsável pelo andamento do caixa do evento, e a todos os outros que, a cada etapa, crescem cada vez mais profissionalmente, fazendo com que o NPS Pixbet seja um sucesso.

Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha: 

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Aos 81 anos, Luciano Bivar supera maratona de 14 horas de jogo no Dia Final e é campeão do Main Event do NPS Pixbet Recife

O pernambucano garantiu a quantia de R$ 50 mil

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14 horas de jogo. Esse foi o tempo que o Dia Final do Main Event do NPS Pixbet Recife durou neste domingo (24). E, quando o sol já surgia na capital pernambucana, o grande campeão foi coroado: Luciano Bivar, figura bastante conhecida no estado.

Com uma longa trajetória na vida pública, Luciano, que é deputado federal por Pernambuco, aproveitou os torneios do NPS Pixbet Recife para se dedicar a uma de suas grandes paixões: o poker. A experiência não poderia ter sido melhor. Após superar uma verdadeira maratona de jogo, ele conquistou o título e embolsou R$ 50.000 no torneio, que registrou 217 entradas ao custo de R$ 1.200 cada.

Bastante cansado, mas muito alegre, Luciano destacou a felicidade pelo resultado e valorizou o nível técnico da decisão: “olha, eu estou muito contente. Quero agradecer a vocês que fazem o poker, o Main Event. E não estou feliz apenas pela vitória, mas também porque o meu adversário no heads-up foi ninguém menos que o líder do ranking. Acho que isso torna essa conquista ainda mais valiosa. Estou muito feliz e quero parabenizar todos vocês, os meus adversários e o Rafael, o grande líder do NPS. Vamos ver, na próxima etapa estarei presente, se puder”, falou.

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A vitória de Luciano também teve um significado especial por outro motivo. Aos 81 anos, ele é um dos acionistas do Novotel Marina, palco do NPS Pixbet desde 2025. Campeão jogando em “casa”, o sócio do empreendimento destacou a importância de receber um evento desse porte no hotel:

“Rapaz, eu acho que é um prestígio para o hotel vocês estarem aqui. Podem contar conosco, contar com o hotel. Tenho certeza de que os acionistas que me acompanham aqui também ficam felizes. E não é a primeira vez, é a segunda vez que o NPS realiza esse evento aqui. Para nós, é uma satisfação sem igual”, disse.

Na mesa final, Luciano Bivar enfrentou nomes conhecidos do circuito, como Rafael Flose, Rodrigo Chiba, Pedro Mendes, Poliana Borges, José Carlos Silva Junior, João Marcelo, Brunno Tenório e André Felipe, o “Amor de Pessoa”. No heads-up, a disputa pelo título foi contra Rafael Flose, atual líder do ranking, adversário citado pelo campeão ao comentar a importância da conquista.

Na mão decisiva, já nos blinds 150.000/250.000, Rafael Flose anunciou all in pré-flop com um 77 e recebeu o call de Luciano Bivar, que segurava K9. O bordo trouxe 95Q23, dando um par para Luciano e confirmando o título do veterano jogador recifense no Main Event do NPS Pixbet Recife.

Confira a premiação completa:

1º Luciano Bivar — R$ 50.000
2º Rafael Flose — R$ 27.500
3º Rodrigo Chiba — R$ 19.200
4º Pedro Mendes — R$ 13.600
5º Poliana  Borges — R$ 10.000
6º José Carlos Silva Junior — R$ 7.500
7º João Marcelo  — R$ 6.500
8º Brunno Tenório  Santos — R$ 5.000
9º André Felipe — R$ 4.100

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NPS Pixbet Recife: Hugo Leonardo, o “Sortinha”, vence alagoanos no 3-handed e garante título no Last Chance HR

O pernambucano embolsou R$ 10 mil

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O NPS Pixbet trouxe diversas novidades para a grade de 2026, com a inclusão de novos torneios e ajustes em algumas estruturas. Entre as atrações inéditas está o Last Chance High Roller, disputado nos últimos dias de cada etapa. Em Recife, o torneio foi realizado neste domingo e teve como campeão Hugo Leonardo, mais conhecido no circuito como “Sortinha”.

Regular respeitado e dono de diversos títulos do NPS, Hugo não participou da etapa de Fortaleza devido a um problema de saúde. Em Recife, porém, marcou presença desde o primeiro dia e foi recompensado no apagar das luzes da etapa. Ele superou o field de 30 entradas do torneio de R$ 1.400 de buy-in e garantiu o prêmio de R$ 10.000 pela conquista.

Depois da vitória, “Sortinha” comemorou o resultado e destacou a importância do troféu para sua coleção. “É um troféu que estava faltando em casa, vou levar. Já fui terceiro colocado no High Roller e estava faltando mais esse troféu. Hoje, no último dia, consegui fechar a etapa com chave de ouro”, disse.

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A mesa final do Last Chance High Roller foi marcada por um clima descontraído entre os competidores. Entre os finalistas estavam nomes conhecidos do circuito, como Francisco Donizete, Pablo de Sá, Douglas Athaíde, Rodolpho Carlos, Murilo Soares, Abelardo Cavalcante e Palisson Medeiros. No meio de tantos regulares, Hugo “Sortinha” manteve a tranquilidade durante toda a decisão e acabou ficando com o título.

Ao comentar sobre os adversários da mesa final, o campeão destacou a boa convivência e o ambiente leve da disputa. “Com o Palisson eu já estou acostumado com as falinhas dele, isso aí não mudou nada. E conheci agora o Rodolpho, que foi o vice-campeão. Gente boa, deu para jogar tranquilo, fazer o meu jogo e deu certo.”

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Na mão final, por exemplo, de forma emocionante, um all in pré-flop de AQ contra JT parecia caminhar para um desastre quando o flop trouxe JT3. A sorte até deu uma “flertada” com Rodolpho, mas logo o agraciou Hugo com um K no turn, completando a sequência que garantiu a vitória.

Sobre a participação em outras etapas, o pernambucano disse que está pronto para novos desafios: “eu sempre estou buscando o ranking. Só que, este ano, na semana em que teve o NPS, eu torci o joelho e não deu para ir. Acabei faltando. Mas, se Deus quiser, estarei na próxima etapa”, finalizou.

Confira a premiação completa:

1º – Hugo Sortinha – R$ 10.000

2º – Rodolpho Carlos – R$ 8.000

3º – Abelardo Cavalcante – R$ 7.000

4º- Palisson Medeiros – R$ 3.500

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Arthur Moreira crava o primeiro PLO 5-6 do NPS Pixbet em Recife e faz aposentadoria simbólica: “vou continuar invicto”

O diretor do PixPoker embolsou R$ 4.800

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O NPS Pixbet Recife será encerrado neste domingo com a definição dos últimos campeões e algumas novidades que fizeram sucesso na grade do festival. Uma delas foi o Dealer Choice PLO 5-6, torneio que trouxe pela primeira vez o Omaha 6 para a programação da série. No fim das contas, quem levou a melhor foi Arthur Moreira, o  “Tutu”.

Diretor do PixPoker, Arthur veio ao evento para se divertir ao lado dos amigos e, mais uma vez, terminou a viagem com um troféu nas mãos. Campeão do Main Event do NPS Fortaleza em 2025, ele superou o field de 16 entradas do torneio de R$ 750 e garantiu a premiação de R$ 4.800.

Após a conquista, “Tutu” celebrou o resultado e destacou sua habilidade com a modalidade. “Primeiramente, agradecer ao Mundo Poker e à presença de todo mundo. Me diverti demais. O PLO6 é a minha especialidade. Eu cravei o Main Event do último NPS, mas ali eu estava só brincando. Passar o tempo aqui é a minha especialidade, então eu tinha a obrigação de cravar o primeiro evento de PLO6 realizado em um NPS no Nordeste.”

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Mantendo o tom descontraído, o campeão brincou com o feito e projetou novos objetivos na modalidade. “Então hoje eu sou o melhor jogador de seis cartas do Nordeste, com muita humildade. Eu aceito o peso de carregar isso aí. Agora é dominar o mundo nesse seis cartas, porque o seis cartas é o melhor jogo do mundo. É o jogo que mais temos no PixPoker, então eu tinha a obrigação de ganhar esse evento. Agradecer aos parceiros e é isso aí.”

A mesa final contou com bons jogadores, como Murilo Soares, Leandro Shymansk, Rodrigo Paz e Gabriel Carvalho. “Tutu” venceu um all in triplo importante, depois travou um heads-up com Gabriel bastante disputado até ficar com a cravada.

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O próximo evento promovido pelo PixPoker será o À Beira-Mar, já confirmado para agosto. Por lá, Arthur espera encontrar novamente um torneio de PLO6 para seguir praticando uma das modalidades de que mais gosta. Em tom de brincadeira, o campeão afirmou que pretende preservar sua invencibilidade no NPS.

“Vai ter PLO6 e eu vou defender meu título lá. Mas no NPS eu não jogo mais esse evento, porque vou continuar invicto. Nunca ninguém vai me bater.” Mantendo o bom humor, “Tutu” foi além e decretou uma aposentadoria simbólica dos torneios de PLO6 dentro do circuito.

“Eu joguei um evento de PLO6 na vida, fui campeão e nunca ninguém vai me bater. Então eu não defendo mais título no NPS. Me aposentei do jogo de PLO6 de torneio no NPS”, finalizou.

Confira a premiação completa:

1º – Arthur Moreira – R$ 4.800

2º – Gabriel Carvalho – R$ 2.750

3º – Rodrigo Paz – R$ 2.000

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