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WSOP: Vitor Dzivielevski vence 2ª fase do Shootout com direito a quadra e avança para reta final com 16 jogadores

O craque está em busca do segundo bracelete da carreira no torneio de US$ 1.500.

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Vitor Dzivielevski (Crédito: Omar Sader)

O Brasil tinha quatro representantes na segunda rodada do US$ 1.500 Shootout da WSOP. O torneio feito em fases tinha 16 mesas e o vencedor de cada uma delas classificaria para a continuação do torneio. Vitor Dzivielevski foi o único brasuca que conseguiu a vitória para manter vivo o sonho do bicampeonato na WSOP.

Vitor conseguiu uma bela arrancada. Em determinado ponto do 3-handed, ele era o jogador com menos fichas, mas a estrutura do torneio estava bastante deep. Ele conseguiu derrubar um dos adversários e foi para o heads-up contra o japonês Akinobu Maeda empatado. A mão que praticamente decidiu o duelo final terminou de forma estilosa para o paranaense.

No board 52282, ele foi check-raise all in depois de aposta de Maeda. O asiático pagou e descobriu que Dzivielevski tinha o nuts com uma quadra. Ele apresentou A2. O rival tinha full house com um 8 na mão. A vitória foi sacramentada na sequência de K7 contra J7 sem surpresas no board para o brasileiro carimbar a passagem.

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Entre os classificados estão nomes fortes como Daniel Sepiol, campeão do WPT World Championship em dezembro, e os vencedores de bracelete Scott Ball, Jeremy Ausmus, Darius Samuals e Daniel Strelitz.

Tauan Naves, João Valli e Marcos Exterkotter ficaram na segunda rodada. Os três ganharam US$ 6.243. Os 16 classificados já garantiram US$ 15.027. O grande campeão embolsa US$ 305.849. O torneio será retomado às 12 horas de Las Vegas (16h de Brasília) com os blinds em 15.000 / 30.000 e disputado normalmente como um evento regular.

Confira os stacks dos 16 classificados:

Aaron Pinson (EUA) – 2.500.000

Robert Natividad (Filipinas) – 2.500.000

Richard Dixon (EUA) – 2.500.000

Daniel Sepiol (EUA) – 2.500.000

Alexander Farahi (EUA) – 2.500.000

Jeremy Ausmus (EUA) – 2.500.000

Kyriakos Papadopoulos (Grécia) – 2.445.000

James Davidson (EUA) – 2.425.000

Darius Samual (Reino Unido) – 2.410.000

Matthew Rosen (EUA) – 2.400.000

Daniel Strelitz (EUA) – 2.400.000

Vitor Dzivielevski (Brasil) – 2.400.000

Sean Ragozzini (Austrália) – 2.400.000

Elia Ahmadian (EUA) – 2.400.000

Brad Albrinck (EUA) – 2.375.000

Scott Ball (EUA) – 2.350.000

Confira os prêmios em jogo:

1º – US$ 305.849

2º – US$ 203.889

3º – US$ 148.196

4º – US$ 109.071

5º – US$ 81.298

6º – US$ 61.380

7º – US$ 46.948

8º – US$ 36.385

9º – US$ 28.577

10º e 11º – US$ 22.750

12º e 13º – US$ 18.362

14º a 16º – US$ 15.027

Confira o Episódio #71 do Poker de Boteco com Rafael Reis:

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WSOP: Falinha na mesa dá errado e jogador é eliminado do Evento #59 logo após provocar adversário

Saechao passou por uma situação um pouco humilhante na reta

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Kao Chieng Saechao (Créditos: PokerNews)

Um detalhe importante sobre a falinha nas mesas é que, depois de aplicá-las, é importante não ser eliminado logo em seguida pelo jogador que você provocou. Se parece uma introdução besta nesse artigo, acredite que alguns jogadores ainda precisam entender o conceito. Basta perguntar ao americano Kao Chieng Saechao.

A história de Saechao é bem curiosa. De acordo com um relato da PokerNews, ele acabou provocando o francês Julien Duveau depois de um shove com 72 do big blind e disse que, “toda vez que Duveau estivesse no big blind, ele lhe atacaria até o francês ir pra casa”. O adversário não se intimidou e disse que ele poderia continuar fazendo isso, inclusive se dirigindo ao floor e dizendo que não ligava.

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Agora, se a língua é o chicote do corpo, Saechao está apanhando até agora. No momento em que Duveau falou que não ligava, o americano anunciou o all in, batendo suas fichas com força na mesa. Duveau nem precisou hesitar: ele deu o call de forma quase que instantânea. Os outros jogadores da mesa, como a popular Lexy Gavin-Mather, apenas observavam.

A esse ponto, você provavelmente já decifrou qual era a mão do francês. Ele segurava , enquanto Saechao possuía . O board sacramentou a eliminação do americano, que desejou boa sorte aos adversários na mesa antes de se retirar com US$ 6.540 na conta. Duveau, em compensação, continua entre os 12 ainda vivos.

Confira o vídeo do acontecido:

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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Shaun Deeb justifica saída sem cumprimentar Joseph Couden em vice na WSOP e dispara contra oponente: “completo idiota”

O jogador bateu na trave no Nine Game Mix

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Shaun Deeb começou a WSOP obtendo resultados abaixo do esperado e viu a briga pelo bicampeonato do “Jogador do Ano” ficar cada vez mais difícil, com outros grandes nomes o ultrapassando no ranking. Nos últimos dias, porém, ele reagiu e terminou como vice-campeão do US$ 3.000 Nine Game Mixed, retomando a confiança na série e quase garatindo o 8º bracelete da carreira.

O resultado, no entanto, acabou marcado por uma atitude controversa do norte-americano em relação ao adversário Joseph Couden durante o heads-up. Logo após ser superado, Deeb simplesmente deixou a área do torneio e sequer cumprimentou o oponente. A postura gerou críticas e ele passou a ser chamado de egocêntrico por parte do público.

A atitude foi semelhante ao que ocorreu na derrota para Gillers Sibernagel na WSOP Europa, quando Deeb também deixou a mesa logo após o heads-up. Isso levou o profissional, durante participação no WSOP Countdown da transmissão oficial, a explicar o motivo de ter repetido o comportamento contra Couden. Segundo Deeb, Joseph passou a atacá-lo durante a mesa final, chegando a chamá-lo de “vilão” e “odiado”.

“Os rails estavam extremamente barulhentos dos dois lados, e a adrenalina dele estava a mil”, disse Deeb. “Eu sei que era um grande momento para ele, é o maior prêmio da carreira dele em torneios. Acho que o momento tomou conta dele. Ele estava sendo um completo idiota. Ele fez muitas coisas na última hora ou duas que eu queria que tivessem sido captadas pelas câmeras. As pessoas veriam minha saída e isso faria muito mais sentido.”

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Deeb revelou que se surpreendeu com a atitude de Joseph Couden, com quem já tinha uma relação em outros torneios e sempre manteve respeito, mesmo com Couden comentando em postagens nas redes sociais sobre o suposto ego de Shaun. Segundo ele, o oponente teria passado dos limites e ele gostaria que o público tivesse visto o que aconteceu.

“Eu estava na espreita, tentando vencê-lo, mas as cartas não vieram para mim. Ele fez um monte de coisas nas últimas duas horas, e eu queria que isso estivesse nas câmeras, porque acho que faria mais sentido para as pessoas me verem saindo”, falou Deeb.

Por fim, caso o duelo entre os dois se repita um dia valendo bracelete, o clima promete ser ainda mais tenso. Shaun Deeb não hesitou em deixar um recado direto para Joseph Couden: “existe algum ressentimento entre nós. Eu não acho que ele é bom o suficiente para ter outro heads-up comigo, mas se tiver, ele não vai vencer”, finalizou.

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WSOP: Carlos Lima puxa a lista de brasileiros classificados no Evento #61 Super Seniors

São seis brasileiros vivos entre os 499 jogadores restantes

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O Brasil colocou um bom número de jogadores classificados no Evento #61 da WSOP. O US$ 1.000 Super Seniors viu seis jogadores classificados para o Dia 2, com Carlos Lima garantindo o maior stack entre os classificados e se colocando em boa posição.

Carlos, que passou bem perto de um bracelete na última edição da WSOP, acumulou 129.000 fichas durante a segunda-feira. Junto dele, Iuri Leite está com 101.500 fichas e também aparece bem posicionado após o final do dia inicial.

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Andrea Quadros (48.500), José Zagury (43.000), Renato Puertas (32.500) e José Arlindo Totel (28.000) são os outros brasileiros classificados. A liderança do torneio, que teve um total de 3.323 entradas, pertence ao americano Antonio Gheller, que tem um stack de 321.000.

O torneio retorna nesta terça-feira, às 15h (horário de Brasília), 11h em Las Vegas. Os blinds estarão em 1.000/ 2.000, com big blind ante. A premiação para o campeão será de US$ 355.263, e ao momento, todos os classificados já garantiram US$ 2.001 a primeira faixa de ITM.

Confira o Poker de Boteco #140 com Rafael Caiaffa:

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