WSOP
WSOP: Tyler Patterson garante segundo bracelete no Evento #49; Brett Lim leva seu primeiro no #48
A série segue decretando novos campeões em 2025
Jogadores de todo o mundo seguem em busca do sonho de conquistar um bracelete da WSOP. Os Eventos #49 e #48 da série terminaram e trouxeram seus vencedores. No primeiro, o americano Tyler Patterson teve seu segundo título, já no outro, o compatriota Brett Lim chegou ao seu primeiro.
Evento #49: $3,000 6-Handed No-Limit Hold’em
Para conquistar seu segundo bracelete da WSOP, o americano Tyler Patterson passou por um field de 1.421 inscritos. Além de seu segundo título da série, o jogador conquistou o prêmio de US$ 574.223 e agora soma uma quantia de ganhos no poker de mais de US$ 1,5 milhão.
Tyler Patterson é profissional desde 2007 e contou com a torcida dos seus amigos e sua esposa, Carolyn, que fizeram a maior festa após confirmada a conquista do segundo bracelete na WSOP, com direito a um brinde de champagne. Patterson credita sua vitória à sua dedicação e estudo durante todos esses anos de jogo, além de contar, também, com a orientação do seu amigo e também profissional de poker, Matt Affeck.
Confira as premiações da mesa final:
1º – Tyler Patterson (Estados Unidos) – US$ 574.223
2º – Mateus Wantman (Estados Unidos) – US$ 382.774
3º – Michael Walsh (Estados Unidos) – US$ 267.626
4º – Andy Wilson (Reino Unido) – US$ 189.863
5º – Yohwan Lim (Coréia do Sul) – US$ 136.701
6º – Jakub Michalak (Polônia) – US$ 99.913
LEIA MAIS: WSOP: Superando Phil Helmuth, Jason Daly crava o Evento #47; Klemens Roiter conquista o #37

Evento #48: $1,000 Senior’s No-Limit Hold’em Championship

Brett Lim – créditos: pokernews
Mais um jogador de poker que realizou o sonho de conquistar seu primeiro bracelete da WSOP foi o americano Brett Lim, mas não foi fácil. Apesar de começar a mesa final em segundo lugar, Lim teve que passar por vários desafios até chegar à cravada e conquistar o prêmio de US$ 653.839. O torneio contou com a participação de 7.575 inscritos, que buscavam o título.
Brett Lim falou sobre a dificuldade do heads-up, que teve a duração de duas horas e meia. “Eu não jogo muito mesas finais, então não sei como é a dinâmica do heads-up. Nós dois estávamos meio entre passivos e neutros, não tinha muito jogo, mas entraram alguns potes grandes e foi o suficiente”, afirmou e finalizou falando sobre a conquista do bracelete. “Você sempre sonha ou aspira que algo assim aconteça, mas horas atrás isso nem passava pela minha cabeça. Em um certo momento, achei que perderia o heads-up, mas vieram algumas mãos em sequencia que me ajudaram. Eu não achava que ia ganhar, sinceramente, mas a sorte te encontra de maneiras estranhas e, desta vez, ela me encontrou.”
Confira as premiações da mesa final:
1º – Brett Lim (Estados Unidos) – US$ 653.839
2º – Elan Lepovic (Estados Unidos) – US$ 435.572
3º – Dennis Carlson (Estados Unidos) – US$ 326.508
4º – José Boloqui (Argentina) – US$ 246.464
5º – Lawrence Rabie (Canadá ) – US$ 187.351
6º – Jason Reels (Estados Unidos) – US$ 143.425
7º – Manish Madan (Estados Unidos) – US$ 110.581
8º – Ron Fetsch (Estados Unidos) – US$ 85.872
9º – Peter Fellows (Estados Unidos) – US$ 67.166
Confira o MundoTV Cast #73 com Dani Feit:
WSOP
WSOP: Yuri Dzivielevski está classificado para o Dia Final do Evento #08 US$ 1.500 Badugi
Brasileiro está curto, mas vivo na briga pelo hexampeonato da série
O domingo vai ter reta final das boas para o Brasil na WSOP. Yuri Dzivielevski, o maior nome do país quando se trata da maior série do mundo, alcançou seu primeiro Dia 3 (e Final) nesta edição da WSOP neste sábado. O “NerdGuy” se classificou para o dia decisivo do Evento #08, o US$ 1.500 Badugi.
Depois de dois dias de jogo, o field de 554 entradas está reduzido para apenas 10 jogadores e Yuri Dzivielevski é um deles. Após um Dia 2 bem intenso e uma reta final de altos e baixos, o brasileiro avançou com o nono melhor stack entre os dez finalistas, repetindo o filme do dia anterior, quando também avançou curto.
Yuri passou com 245.000 fichas, pouco menos de 5 blinds, e vai precisar batalhar para mudar a situação. Nada que o assuste. O chip leader do torneio é o americano Michael Casella, que teve uma runnada insana na reta final do torneio e chegou a 4.065.000. Scott Seiver (2.120.000) e Nick Schulman (1.985.000) são outros grandes nomes na briga.
O Dia Final do Evento #08 está marcado para às 13h local, 17h de Brasília, e vai voltar nos blinds 25.000 / 50.000. Os dez finalistas já garantiram um prêmio de US$ 8.979, enquanto o grande campeão leva US$ 141.963 e o bracelete da série. Vale dizer também que a mesa final será formada com sete jogadores.
Confira a premiação em jogo:
1º – US$ 141.963
2º – US$ 94.607
3º – US$ 62.920
4º – US$ 42.815
5º – US$ 29.824
6º – US$ 21.279
7º – US$ 15.560
8º – US$ 11.668
9º – US$ 11.668
10º – US$ 8.979
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
WSOP: Flush over flush derruba Renan Bruschi precocemente no US$ 25.000 Heads-Up Championship
Cooler acabou eliminando o brasileiro ainda no início do duelo
O quinto dia de WSOP começou cedo para o Brasil, com destaque para a participação do craque Renan Bruschi no US$ 25.000 Heads-Up Championship, Evento #07 da série e um dos mais prestigiados da grade. Mas, infelizmente, a passagem do brasileiro acabou de forma precoce por conta de um cooler.
Ainda no comecinho do Dia 2A, Renan Bruschi se despediu da competição ao perder uma mão com flush vs flush. O gaúcho foi sorteado em um confronto contra o japonês Shota Nakanishi e o duelo durou poucos minutos, sendo o primeiro a ser finalizado. A mão que decretou a queda do “Net” foi captada a partir do turn pela cobertura da PokerNews.
O board já mostrava e Nakanishi apostou 16.000 fichas nesse momento. Em posição, Renan fez o raise para 50.000 e recebeu o call do adversário. O river foi um e o japonês deu check. Com , um flush, Bruschi anunciou o all in de cerca de 65.000 fichas.
Nakanishi deu snap call, trazendo a má notícia para o brasileiro. Ele apresentou , um flush maior, e ganhou o pote para decretar a eliminação de Renan Bruschi da competição. 64 jogadores iniciaram o torneio, que segue hoje até restarem oito. Ontem, nomes como Daniel Negreanu e Michael Mizrachi se classificaram no Dia 1A.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”
O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas
André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.
O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:
“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.
Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.
O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.
“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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