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WSOP: Seth Davies coroa momento monumental com título do US$ 250K Super High Roller e maior hit da carreira

O craque americano levou seu primeiro bracelete e US$ 4.7 milhões para a conta

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(crédito: PokerNews)

No mês passado, o Mundo Poker fez uma matéria para falar do maio impressionante que Seth Davies havia feito. O americano havia somado três hits milionários com direito a uma cravada na Triton Series e, nesse curto período de espaço, tinha somado quase US$ 7 milhões em premiação, incluindo a maior de sua carreira até ali.

Esse último fato durou até hoje. Nesta terça-feira, Seth Davies coroou o seu momento mágico com o maior título da sua carreira. O profissional americano foi o grande campeão do Evento #46 da WSOP, o US$ 250.000 Super High Roller, torneio mais caro desta edição da série.

Passando por um field do mais alto calibre, Seth Davies conquistou seu primeiro bracelete da WSOP da melhor forma possível. Ele foi o primeiro colocado entre os 63 inscritos do torneio e levou uma premiação gigante. Foram US$ 4.752.551 para a conta, seu novo recorde na carreira, deixando pra trás os US$ 4.100.000 conquistados em maio.

Vivendo um momento impressionante, Davies falou sobre a valiosa conquista: “quando todos nós começamos a jogar poker, isso era algo que todos nós queríamos. Lembro-me de 2003, 2004, assistindo poker na TV e pensando: ‘caramba, seria legal ganhar um desses um dia'”, falou Davies. E o dia chegou.

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O primeiro bracelete do craque americano veio com estilo. Na mesa final, seus rivais foram todos de peso. Em ordem, ficaram pelo caminho Ben Tollerene, Martin Kabrhel, David Peters, Chris Brewer, Bryn Kenney e Thomas Boivin, chip leader do dia final. O último adversário de Davies foi o compatriota Alex Foxen, o jogador mais ativo da decisão.

Foxen foi responsável por grande parte das eliminações e escalou várias posições na tabela, a ponto de chegar para o heads-up com ligeira vantagem sobre Seth Davies. Mas, ali, no último confronto, o baralho escolheu ficar do lado de Davies, que conseguiu o grande momento da sua carreira.

O duelo final durou apenas duas mãos, número que foi suficiente para trazer duas grandes ações. Logo de cara, na primeira delas, Seth Davies viu o baralho sorrir e, com uma bad beat de AJ vs AQ, saltou para uma liderança gigantesca em fichas. Na mão seguinte, veio o golpe final. Com AA, Davies limpou e só precisou pagar o shove de Foxen para se sagrar campeão.

Confira a premiação da mesa final

1º – Seth Davies (EUA) – US$ 4.752.551
2º – Alex Foxen (EUA) – US$ 3.060.314
3º – Thomas Boivin (Bélgica) – US$ 2.057.430
4º – Bryn Kenney (EUA) – US$ 1.446.929
5º – Chris Brewer (EUA) – US$ 1.006.731
6º – David Peters (EUA) – US$ 826.348
7º – Martin Kabrhel (República Tcheca) – US$ 674.359
8º – Ben Tollerene (EUA) – US$ 581.411

(crédito: PokerNews)

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WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”

O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas

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André Welt (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.

O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:

“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.

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Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.

O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.

“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.

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WSOP: Aos 90 anos de idade, Perry Green alcança nova mesa final 50 anos após sua primeira decisão na série

O veterano jogador tem três braceletes conquistados na carreira

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Perry Green (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

Uma das histórias mais legais deste início de WSOP 2026 foi consumada hoje. O veteraníssimo Perry Green, dono de três braceletes da série, conseguiu um feito absolutamente notável. Nesta sexta-feira (29), o jogador americano alcançou a mesa final do Evento #04 US$ 1.500 Omaha Hi-Lo, trazendo marcas incríveis para se contar.

Aos 90 (!) anos de idade, Perry Green anotou sua 17ª mesa final na WSOP. Esse número já seria relevante por si só, mas o detalhe mais legal vem agora: com a mesa final alcançada hoje, em 2026, Green completa uma marca espetacular: 50 anos de diferença entre a primeira e última mesa final da carreira.

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Perry Green fez sua primeira mesa final de WSOP na década de 70 do século XX, exatamente no ano de 1976. Naquela ocasião, ele já mostrou o cartão de visitas: foi campeão logo em sua primeira FT, faturando o título do Evento #04 US$ 1.000 Limit A-5 Draw Lowball.

A partir dali, ele somou outros dois bracelete e mais 16 mesas finais (com a de hoje), incluindo duas de Main Event. Ele foi vice-campeão na temporada de 1981 contra o lendário Stu Ungar, e quinto colocado 10 anos depois, em 1991. Sua última FT alcançada, segundo o próprio site da WSOP, havia sido em 2015.

Agora, ele colocou mais uma no currículo. No Evento #04 de 2026, ele terminou com a sexta colocação, somando US$ 30.973 pelo feito. Que bela história!

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Las Vegas: José Carlos Brito é 5º colocado no US$ 1.100 NLH da Wynn Summer Classic e consegue belo prêmio; confira

O baiano faturou US$ 55 mil na série

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José Carlos Brito

O verão de Las Vegas reserva aos amantes do poker inúmeras oportunidades de forras. Nas séries de torneios realizadas nos cassinos, por exemplo, muitos jogadores aproveitam para aliviar a variância da WSOP. Nesse quesito, o Brasil já chegou chegando, com José Carlos Brito aprontando na Wynn Summer Classic.

O baiano foi um dos inscritos no US$ 1.100 NLH, que registrou um field de 855 entradas totais e foi um grande sucesso. José Carlos Brito encerrou sua participação na quinta colocação, garantindo uma bela premiação de US$ 55.640.

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Não é a primeira vez que José Carlos Brito se destaca na Wynn Summer Classic. Em sua viagem para Las Vegas no ano passado, o brasileiro terminou na quarta colocação do US$ 1.600 NLH Ultimate Bounty, resultado que lhe rendeu US$ 14.700 em premiação.

A Wynn Summer Classic será disputada até o dia 13 de julho, em paralelo à WSOP 2026. A expectativa é que José Carlos e outros brasileiros sigam conquistando grandes resultados nos diversos torneios da série. O Main Event, torneio mais caro do cronograma com buy-in de US$ 10.400, conta com um impressionante garantido de US$ 10 milhões.

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