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WSOP: Michael Savakinas, Satoshi Tanaka, Lonnie Hallet, Nick Pupillo e Marcin Horecki conquistam braceletes inéditos na série

Série já entregou mais da metade dos braceletes em jogo

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Lonnie Hallet

A WSOP está bem perto de completar seu primeiro mês desde a estreia da edição de 2023 e mais da metade dos eventos programados já foram realizados. Muitos dos campeões deste ano já possuíam títulos da série, como você pode ver aqui, mas vários outros também estão entrando na lista de ganhadores pela primeira vez.

Nos últimos dias, novos cinco jogadores ingressaram nesse grupo e cada uma traz uma boa história pra contar. Teve título em dupla, jogador oito vezes vencedor desbancado no HU, Mike Matusow ficando no quase e muitas coisas mais. Confira abaixo:

Evento #48 US$ 1.000 Seniors

Finalizado ontem, o Seniors teve a vitória inédita do canadense Lonnie Hallett na competição. E não foi qualquer vitória. Hallet bateu o enorme field de 8.180 pessoa para chegar ao seu primeiro bracelete e, acima de tudo, bateu um dos grandes nomes americanos do poker no heads-up para conseguir o feito.

Lonnie Hallett superou o heptacampeão da WSOP e Hall da Fama do Poker Billy Baxter no HU para sair com a vitória. Por conta disso, o canadense ficou com excelentes US$ 765.731 para a conta, um big hit gigantesco apenas no terceiro ITM da série em toda a carreira. Para se ter ideia do contraste, Baxter tem 39 ITMs e seu primeiro título veio em 1975 (!). A segunda colocação de Baxter também deu a ele seu maior prêmio na série, com US$ 473.212.

“Eu simplesmente não posso acreditar, um field tão grande é quase impossível de bater, e de alguma forma aconteceu. Estou grato, não posso acreditar, estou tão feliz. Foi simplesmente incrível jogar com Billy Baxter e terminar no heads-up com ele, o que mais você poderia querer?”, disse Hallett.

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Evento #51 US$ 1.000 Tag Team

Michael Savakinas e Satoshi Tanaka

O time “Savakinas” foi o grande campeão do torneio de duplas desta edição da WSOP. Formado pelos americanos Michael Savakinas e Satoshi Nakata, a dupla deixou pra trás o field de 1.282 entradas do Tag Team para conquistar os primeiros braceletes de cada um na maior série de poker do mundo. Além disso, cada um recebeu o prêmio de US$ 95.331 para a conta.

Podendo trocar a qualquer hora, a dupla mostrou entrosamento para sair campeã e foi esse o ponto elogiado por Nakata: “acho que também nos damos bem fora do poker então, naturalmente, se as coisas derem errado no poker, nós nos ajudamos, mas não apenas no poker, com tudo”, falou o novo dono de um bracelete.

Este torneio teve Ramon Kropmanns e Jessica Serial na mesa final com 10 jogadores. Eles ficaram exatamente na 10ª posição, ganhando US$ 6.095 cada um.

Evento #52 US$ 2.500 Mixed Triple Draw Lowball

Nick Pupillo

O torneio de Mixed Games deu ao americano Nick Pupillo seu primeiro bracelete da WSOP. O jogador superou um field de 353 pessoas para conseguir o objetivo máximo de todo jogador de poker e somou US$ 181.978 para a conta depois de angariar um vitória inédita na série. Nick é dono de três anéis do circuito.

Após o título, Pupillo ficou bastante emocionado: “é muito surreal, é bom. Adoro os Mixed Games; realmente parecia o meu torneio. Cheguei tarde e corri muito bem”, falou. Ele era apontado como um dos bons jogadores a ainda não possuir bracelete da série. Agora ele mudou essa narrativa: “é definitivamente uma sensação de alívio, é bom ganhar um bracelete e vou tentar ganhar mais”, fechou.

Evento #55 Seven Card Stud Hi-Lo 8 or Better

Marcin Horecki

O polonês Marcin Horecki fez história no Evento #55 da série ao anotar o primeiro bracelete para um jogador polonês na história da competição. Horecki conseguiu o feito após atravessar um field de 566 jogadores, com direito a deixar alguns nomes conhecidíssimos para trás. Campeão, o polonês garantiu a cobiçada joia e US$ 155.275 para a conta.

Para deixar a conquista melhor, ela se deu contra o tetracampeão da WSOP Mike Matusow no heads-up, que buscava seu quinto bracelete. Antes, Horecki viu ainda o craque Brian Hast, tricampeão do PPC e dono de seis títulos da WSOP também ficar pelo caminho. Outro jogador que esteve na mesa final foi o brasileiro Sergio Braga, quinto colocado.

“Como você sabe, é o primeiro bracelete da Polônia, há muito esperado. E eu sou meio antiquado, um avô, digamos, entre os jogadores de poker poloneses. Na verdade, estou aposentado há cinco anos, então voltei a jogar só por diversão, e parece que não esqueci do jogo. As cartas foram indo na minha direção. Estou muito feliz por ter ganho um bracelete no Stud Hi-Lo, que é um jogo tão divertido e eu aproveitei cada segundo”, falou o campeão.

Confira o MundoTV Cast #38 com Ricardo Sehnem:

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Shaun Deeb mira bicampeonato do Player Of The Year e explica mudança estratégica para a WSOP 2026

O jogador atualmente é o segundo colocado na disputa

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Falta menos de um mês para o início da WSOP 2026 e os preparativos já começaram, tanto por parte da organização quanto dos jogadores dispostos a disputar os 100 braceletes distribuídos em Las Vegas. Um dos principais nomes nesse cenário é o americano Shaun Deeb, atual Jogador do Ano de 2025.

Ele, que recentemente esteve em Praga na edição europeia da série e, por muito pouco, não conquistou mais uma joia, conversou com o site Poker.org sobre os preparativos para o verão em Las Vegas, que promete ser bastante intenso. O primeiro tema foi a defesa do título de melhor jogador, conquistado no ano passado.

Neste ano, a disputa já começou, com os pontos da edição europeia já valendo. Shaun Deeb atualmente está na segunda colocação, com 1.340 pontos, atrás de Marius Kudzmanas. O campeão levará um pacote completo para a WSOP Paradise 2027, avaliado em US$ 100.000.

“Eu tive dois segundos lugares e um nono lugar em Praga. Estou muito feliz com esses resultados, e foi bem legal conseguir um resultado tão bom naquele primeiro evento de Omaha. Acho que o meu segundo lugar no torneio de Omaha vai ser o que menos pontuou para o POY entre todos os eventos classificatórios deste ano, considerando o buy-in e o tamanho do field. Então, tirar tantos pontos de um torneio que paga tão pouco foi uma grande vitória para mim”, comentou Deeb.

LEIA MAIS:Alisson Piekazewicz é sexto colocado no € 25k do EPT Monte Carlo e garante mais um bom prêmio

Shaun Deeb

A mudança no sistema de pontuação também vai impactar bastante a disputa este ano. Agora, vencer um torneio vale uma quantidade muito maior de pontos em relação ao segundo colocado, praticamente o dobro. Deeb foi um dos que aprovou a alteração, além de ser um dos jogadores mais influentes quando o assunto é mudanças na WSOP.

“Em anos anteriores, eu costumava evitar torneios com fields muito grandes, mas uma vitória nesses eventos te dá uma quantidade enorme de pontos. Eles obviamente são muito difíceis de vencer, mas se eu estiver correndo atrás no fim da série, há um grande incentivo para tentar ganhar um desses. Com meus resultados atuais, talvez eu me afaste um pouco dos eventos de grande field”, explicou.

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Por fim, Shaun revelou que, pelos resultados conquistados em Praga e por já ter uma boa vantagem na corrida, sua abordagem para a grade de Las Vegas mudou de forma significativa. Agora, ele pretende focar em fields menores, com maiores possibilidades de resultados rápidos:

“Porque, em um evento de US$ 1.500 de No-Limit Hold’em com 10 mil jogadores, é muito improvável que eu consiga um resultado que entre no meu top 15. Eu não quero passar três dias jogando esse torneio para ganhar 150 pontos que provavelmente nem vão entrar na minha contagem final. Se eu tivesse ido mal em Praga, provavelmente teria uma abordagem diferente daqui para frente. É parecido com estratégia no golfe: quando você está na liderança, joga de forma mais conservadora. Quando está atrás, precisa ser agressivo.

Eu vejo isso como uma forma de otimizar meus pontos por hora, ou a minha porcentagem de conseguir um resultado que realmente conte. Vai ser interessante ver se essa estratégia funciona. Mas também preciso garantir que eu tenha 15 resultados no total”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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Jogadores poderão dar notas aos dealers durante a WSOP via aplicativo; assunto gera debate na comunidade

A principal discussão gira em torno do risco de avaliações maldosas que jogadores podem atribuir aos dealers

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Há alguns anos, uma reclamação se torna cada vez mais recorrente em tempos de WSOP: “os dealers desse evento são extremamente ruins”. E, com a nova administração da série, agora da GGPoker, isso parece caminhar para uma tentativa de solução. A organização lançou um novo sistema em que os jogadores poderão avaliar os profissionais que atuam nas mesas.

O sistema foi anunciado nesta quinta-feira e estará disponível no aplicativo WSOP+. Os dealers poderão receber notas de uma a cinco estrelas ao longo da série, acumulando avaliações feitas pelos jogadores, em um modelo semelhante ao utilizado em aplicativos de transporte, como o Uber, por exemplo.

Com isso, os profissionais mais bem avaliados receberão bônus pelo desempenho, além de serem escalados para trabalhar nos torneios mais importantes da série. “Queremos destacar nossos bons dealers, recompensá-los com bônus e talvez colocá-los nos grandes palcos da World Series of Poker. Queremos bons dealers, e vocês vão nos ajudar com isso”, afirmou Jeff Platt em um vídeo divulgando a novidade.

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Como toda mudança, a medida já gerou bastante discussão nas redes sociais, com opiniões favoráveis e contrárias. Um jogador, identificado pelo usuário “SaltySalsburglar”, criticou duramente a iniciativa: “isso me parece particularmente insano e, na verdade, cruel. O dealer comete um erro e oito pessoas sacam o celular, envergonhando alguém que já está extremamente estressado. Essa é a pior ideia que já ouvi, a menos que possamos avaliar o corpo e o rosto deles também, aí eu fico ok com isso.”

Outro comentário interessante veio do usuário “GCraos7112020”, que demonstrou preocupação com possíveis avaliações injustas: “espero que isso não seja usado de forma abusiva para prejudicar os dealers por causa de baralhos ruins ou bad beats. Quem estiver revisando esse feedback precisa ser muito cuidadoso, considerando o quão horríveis e injustos os jogadores podem ser.”

Diversos jogadores também opinaram que a atitude da WSOP parece justa, já que pode incentivar os profissionais a melhorarem o desempenho nas mesas. Por outro lado, a maior preocupação levantada pela comunidade é justamente a possibilidade de avaliações maldosas feitas por competidores frustrados, o que poderia maquiar os resultados do processo. E você, é a favor desse tipo de avaliação profissional?

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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WSOP Europa: Christopher Nguyen vence o € 20k Super High Roller na finalização da série; Pedersen leva o € 8k GGMillion$

Nguyen levou € 1,1 milhão com o importante título na WSOP Europa

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Christopher Nguyen

A WSOP Europa chegou ao seu fim neste sábado, com a definição de alguns dos principais torneios da grade trazendo novos campeões da série mundial em Praga, na República Tcheca. Um dos torneios definidos foi o Super High Roller.

O Evento #11, o € 20.800 Super High Roller, teve um total de 242 entradas e foi decidido com um nome bastante conhecido, levando seu primeiro bracelete de WSOP. O alemão Christopher Nguyen, craque do online, levou € 1.100.000 pra casa com o título, vencendo Tony Lin no heads-up.

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Outro torneio definido neste sábado foi o Evento #13, o € 8.400 GGMillion$ High Roller, este contestado por 359 jogadores em Praga e com o brasileiro Felipe Ketzer atingindo a zona de premiação.

Outro campeão de torneio levou o primeiro bracelete de sua carreira. O dinamarquês Christopher Pedersen ficou com € 600.000 na conta ao derrotar o regular tailandês Punnat Punsri no heads-up.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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