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WSOP: Maxx Coleman conquista o primeiro bracelente no Evento #29; Daniel Weinnman consegue o feito no Evento #30

Jogadores já possuíam outras traves importantes, mas agora superaram a barreira

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Maxx Coleman

Dois jogadores americanos conhecidos do circuito live aproveitaram a edição de 2022 da WSOP para garantir o primeiro bracelete em suas carreiras. Em eventos consecutivos, no #29 e #30, Maxx Coleman e Daniel Weinnman se juntaram a lista de campeões e agora fazem parte de um cobiçado grupo.

Maxx Coleman, que no ano passado havia conquistado um dos eventos do Poker Masters, voltou a brilhar em um field difícil e saiu com a vitória no Evento #29, o 2-7 No Limit Lowbal Draw, de US$ 1.500. Depois de quatro FTs na série, o americano finalmente conseguiu garantir seu bracelete e levou US$ 127.809 pela vitória contra 437 players.

Na mesa final, Coleman teve adversários ilustres. O jogador de futebol alemão Max Cruse foi um dos rivais, assim como brasileiro Yuri Martins, de quem acabou se tornando algoz. O americano resumiu o sentimento: “é ótimo. É algo que eu queria ganhar. Tive algumas corridas profundas e boas premiações, mas sem bracelete”, disse o agora campeão.

LEIA MAIS: Neymar é o melhor brasileiro no Evento #41 e garante ITM inédito na WSOP com eliminação em 49º

Já Daniel Weinnman, dono de um anel da série até então e com uma trave gigantesca em 2022 com o vice-campeonato do Evento #09 Seven Card Stud, finalmente ingressou para o hall de campeões ao cravar o Evento #30, o Pot-Limit Omaha, de US$ 1.000, mostrando versatilidade entre as modalidades.

O americano passou por um field de 1.891 pessoas para chegar ao título, recebendo US$ 255.359 pela performance irretocável. O já experiente jogador precisou de apenas três mãos no heads-up para fechar o confronto e fazer alegria da torcida, que contava com Shaun Deeb, profissional que o escolheu no Fantasy.

Daniel Weinman

Confira a premiação da mesa final do Evento #29:

1º – Maxx Coleman (Estados Unidos) – US$ 127.809
2º – Thomas Newton (Estados Unidos)) – US$ 78.997
3º – Roland Israelashvili (Estados Unidos) – US$ 53.828
4º – Yuri Martins (Brasil) – US$ 37.379
5º – Kenneth Po (Estados Unidos)) – US$ 26.464
6º – Tomas Szwarcberg (México) – US$ 19.108
7º – Max Kruse (Alemanha) – US$ 14.078

Confira a premiação da mesa final do Evento #30:

1º – Daniel Weinman (Estados Unidos) – US$ 255.359
2º – Jamey Hendrikson (Estados Unidos) – US$ 157.819
3º – Eduardo Bernal Sanchez (Colômbia) – US$ 116.751
4º – Germandio Andoni (Estados Unidos) – US$ 87.167
5º – Chino Rheem (Estados Unidos) – US$ 65.685
6º – Ferenc Deak (Hungria) – US$ 49.962
7º – Stephen Song (Estados Unidos) – US$ 38.363
8º – Ruslan Dykshteyn (Estados Unidos) – US$ 29.739

Confira o episódio #12 do Poker de Boteco:

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WSOP: Rei da WSOP Circuit, Maurice Hawkins bate na trave do primeiro bracelete com vice-campeonato no Evento #28

Americano soma 25 anéis de circuito mundial, mas não conta com bracelete

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Maurice Hawkins (Créditos: WSOP)

O nome de Maurice Hawkins costuma aparecer no Mundo Poker por dois motivos: ou o americano adicionou mais um título no seu recorde de anéis da WSOPC, ou uma nova polêmica envolvendo seu nome surge em algum lugar. Dessa vez, a trave num bracelete é a razão.

Apesar de 25 títulos na WSOP Circuit, Hawkins não conta com um bracelete em sua lista de feitos. E no Evento #28, o US$ 600 Mixed NLH/PLO, ele esteve presente em uma mesa final cheia de jogadores de alta qualidade. O ótimo desempenho parou no último obstáculo: Hawkins foi o vice-campeão e levou US$ 135.864.

LEIA MAIS: WSOP: Estrelas estão na reta do US$ 50k High Roller; Santhosh Suvarna é o chip leader com 12 left

O US$ 600 NLH/PLO ficou conhecido por uma mesa final de altíssimo nível, principalmente levando em consideração o buy-in da disputa. Daniel Negreanu, Alex Foxen e Josh Reichard também estiveram na batalha pelo bracelete. O título, no entanto, ficou com Brent Gregory, que embolsou US$ 204.140.

Hawkins soma quase US$ 8 milhões em premiação no Hendon Mob, mas naturalmente, o prestígio que o bracelete da WSOP leva é mais importante do que o resultado final do torneio. O polêmico jogador está em um bom ano, somando múltiplos títulos do circuito mundial.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Estrelas estão na reta do US$ 50k High Roller; Santhosh Suvarna é o chip leader com 12 left

Campeão vai levar US$ 1,92 milhão pra conta

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High
Santhosh Suvarna

Enquanto a WSOP vai avançando na sua terceira semana, os torneios começam a mostrar cada vez mais variedade, incluindo um High Roller com buy-in de US$ 50 mil, o maior da série até o momento. O torneio está em sua reta final e, na definição nesta terça-feira, Santhosh Suvarna vai largar na frente.

O indiano, que é figurinha carimbada nos circuitos High Roller ao redor do mundo e tem múltiplos braceletes de WSOP na conta, lidera com 7.700.000 fichas. Ele tem boa vantagem em relação ao sul-coreano Chang Lee, com 5.900.000. Outro craque dos High Rollers, Brandon Wilson, fecha o top 3 com 5.200.000.

LEIA MAIS: WSOP: Allen Kessler bate na trave do primeiro bracelete e cai no 3-handed do US$ 10k Stud

O US$ 50.000 High Roller da WSOP corresponde ao Evento #29 da série e contou com 167 entradas, com 12 jogadores ainda vivos. Chris Brewer, Jans Arends, Pieter Aerts, Sergio Aido e Ben Heath, todos nomes famosos do cenário de buy-ins mais altos, continuam na briga. Nenhum brasileiro se registrou no US$ 50k High Roller.

A definição do torneio mais caro da grade até o momento vai rolar às 16h do horário de Brasília, com blinds em 100.000 / 150.000 e big blind ante. Os 12 vivos já garantiram US$ 105.000, enquanto o campeão vai embolsar a bagatela de US$ 1.922.870.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Após dia 6 no Main Event em 2025, Alen Fillipi perde “melhor” WSOP por motivo inusitado; entenda

Alagoano perdeu o passaporte logo antes da viagem

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Alen Fillipi
Alen Fillipi

Alen Fillipi teve um desempenho espetacular na WSOP em 2025, e mesmo sendo eliminado no Dia 6 do Main Event em uma bad beat gigante contra Murilo Milhomem, foi um dos melhores representantes do país no principal torneio de poker do ano. Em 2026, no entanto, Alen não poderá repetir o feito.

Isso porque o alagoano, por algum tempo, não poderá viajar para os Estados Unidos ou qualquer outro país. Alen compartilhou em seu Instagram que recentemente perdeu seu passaporte e, como resultado, não terá tempo hábil para ir até os Estados Unidos.

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Além da WSOP, os Estados Unidos estão neste momento realizando outro evento bastante importante. A Copa do Mundo se inicia nesta quinta-feira, e os jogadores que viajaram até o país teriam a oportunidade de participar também de um dos maiores eventos esportivos que existem. Para Alen, a chance vai ficar só no desejo.

A história foi compartilhada pelo próprio alagoano no Instagram. “No melhor ano para se ir à WSOP [e] assistir o jogo da Copa do Mundo, eu perco meu passaporte e GG Vegas. Que tristeza! Mas levo como um livramento. Só assim pra ficar de boa da entrada novamente, e ano que vem estarei lá se Deus quiser”, escreveu.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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