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WSOP: David Guay, Weiran Pu e Willian Kopp entram para a lista de campeões inéditos com vitórias nos Eventos #64, #65 e #66

Trio de jogadores do Canadá, China e Estados Unidos se deram bem em Las Vegas

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David Guay

A WSOP 2023 já está em fase final, mas muitos campeões ainda estão sendo declarados na maior série de poker do mundo. Nos últimos dias, mais três jogadores conquistaram boas vitórias e se juntaram a lista de campeões inéditos da série, aumentando a lista de players que possuem o sempre cobiçado bracelete.

Evento #64 US$ 600 Deepstack Championship No-Limit Hold’em

O canadense David Guay conquistou sua primeira joia de WSOP com um vitória significativa no Evento #64 US$ 600 Deepstack Championship No-Limit Hold’em. O torneio teve o bom número de 4.303 entradas e nenhum dos jogadores do field foi capaz de superar Guay, que terminou campeão e levou US$ 270.972 pelo feito.

O jogador já tinha uma trave na série, que aconteceu em 2021, quando foi vice-campeão do Evento #43 Double Stack. A ocasião rendeu seu maior prêmio na série, com US$ 276.269. Agora, mesmo levando um valor ligeiramente menor, David Guay entrou para a galeria de campeões e com certeza ficou satisfeito com a runnada.

O novo campeão se emocionou com a vitória, que teve apoio de muita torcida: “é ótimo, eu tinha muitos amigos e familiares aqui no rail e alguns eu só conheço do Playground Poker no Canadá. Definitivamente vou ficar mais emocionado depois. Vou ligar para minha mãe em breve para avisá-la”, fechou Guay.

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Evento #65 US$ 5.000 6-Handed No-Limit Hold’em

Weiran Pu

O maior dos títulos desse novo trio veio pelas mãos do chinês Weiran Pu. A primeira conquista de bracelete do jogador se deu no dificílimo Evento #65 US$ 5.000 6-Handed No-Limit Hold’em, que contou com 1.199 jogadores, sendo vários deles craques do poker mundial live e online.

Weiran Pu deixou uma fortíssima competição para trás e anotou, de longe, sua maior premiação já registrada em um torneio ao vivo. Ele recebeu US$ 938.244 pelo título. Na mesa final, ele deixou no caminho nomes como Daniel Lazrus, Ian Matakis e Tyler Cornel, além dos brasileiros Pedro Garagnani e Vitor Dzivielevski, que também forraram na competição.

“Estou muito agradecido. Só comecei a viajar para jogar poker este ano. Fui ao PCA e a outros eventos como o EPT e os resultados não foram os que esperava. Este é um grande momento. É uma grande surpresa porque a primeira metade deste ano não foi tão tranquila. No momento, sou um influenciador de mídia social para o poker na China. Fiz centenas de vlogs, mas este pode ser o meu maior”, contou o campeão.

“Esse foi o segundo field mais difícil em que competi, depois do evento de US$ 25.000 WSOP em que fiquei em 15º no início deste ano. Ter meus amigos chineses aqui e levar o quinto bracelete na série para a China é especial. Sinto que não somos apenas um time, mas também uma família. Todos os membros se apoiam e torcem uns pelos outros”, descreveu Pu.

Evento #66 US$ 1.500 Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better

Willian Kopp

Willian Kopp foi outro jogador a conseguir seu primeiro bracelete nos últimos dias. O americano venceu o Evento #66 US$ 1.500 Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better ao vencer o português Michael Rodrigues no heads-up e levou US$ 259.549 pelo feito. A vitória foi obtida após Kopp superar um field de 1.125 players.

Kopp agora deixou sua família mais vencedora. Isso porque, no ano passado, sua irmã Katie Kopp havia faturado o primeiro bracelete familiar com o título do Casino Employees, o evento que abre a WSOP. Além disso, o melhor amigo do jogador também se deu bem nesta temporada da WSOP.

“É uma sensação muito boa, especialmente porque meu melhor amigo ganhou um bracelete este ano e minha irmã ganhou um no ano passado. Quando éramos crianças, sempre pensamos no poker. Somos muito próximos… eu, minha irmã e minha mãe. Todos conversamos sobre poker e ajudamos uns aos outros a melhorar”, disse o mais novo campeão, que ainda brincou: “é a primeira vez que uso minhas meias da sorte em dois anos. A última vez que as usei, tive uma grande premiação também”, encerrou.

Confira o MundoTV Cast #39 com Carlos Rox:

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Shaun Deeb mira bicampeonato do Player Of The Year e explica mudança estratégica para a WSOP 2026

O jogador atualmente é o segundo colocado na disputa

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Falta menos de um mês para o início da WSOP 2026 e os preparativos já começaram, tanto por parte da organização quanto dos jogadores dispostos a disputar os 100 braceletes distribuídos em Las Vegas. Um dos principais nomes nesse cenário é o americano Shaun Deeb, atual Jogador do Ano de 2025.

Ele, que recentemente esteve em Praga na edição europeia da série e, por muito pouco, não conquistou mais uma joia, conversou com o site Poker.org sobre os preparativos para o verão em Las Vegas, que promete ser bastante intenso. O primeiro tema foi a defesa do título de melhor jogador, conquistado no ano passado.

Neste ano, a disputa já começou, com os pontos da edição europeia já valendo. Shaun Deeb atualmente está na segunda colocação, com 1.340 pontos, atrás de Marius Kudzmanas. O campeão levará um pacote completo para a WSOP Paradise 2027, avaliado em US$ 100.000.

“Eu tive dois segundos lugares e um nono lugar em Praga. Estou muito feliz com esses resultados, e foi bem legal conseguir um resultado tão bom naquele primeiro evento de Omaha. Acho que o meu segundo lugar no torneio de Omaha vai ser o que menos pontuou para o POY entre todos os eventos classificatórios deste ano, considerando o buy-in e o tamanho do field. Então, tirar tantos pontos de um torneio que paga tão pouco foi uma grande vitória para mim”, comentou Deeb.

LEIA MAIS:Alisson Piekazewicz é sexto colocado no € 25k do EPT Monte Carlo e garante mais um bom prêmio

Shaun Deeb

A mudança no sistema de pontuação também vai impactar bastante a disputa este ano. Agora, vencer um torneio vale uma quantidade muito maior de pontos em relação ao segundo colocado, praticamente o dobro. Deeb foi um dos que aprovou a alteração, além de ser um dos jogadores mais influentes quando o assunto é mudanças na WSOP.

“Em anos anteriores, eu costumava evitar torneios com fields muito grandes, mas uma vitória nesses eventos te dá uma quantidade enorme de pontos. Eles obviamente são muito difíceis de vencer, mas se eu estiver correndo atrás no fim da série, há um grande incentivo para tentar ganhar um desses. Com meus resultados atuais, talvez eu me afaste um pouco dos eventos de grande field”, explicou.

LEIA MAIS: Jogadores poderão dar notas aos dealers durante a WSOP via aplicativo; assunto gera debate na comunidade

Por fim, Shaun revelou que, pelos resultados conquistados em Praga e por já ter uma boa vantagem na corrida, sua abordagem para a grade de Las Vegas mudou de forma significativa. Agora, ele pretende focar em fields menores, com maiores possibilidades de resultados rápidos:

“Porque, em um evento de US$ 1.500 de No-Limit Hold’em com 10 mil jogadores, é muito improvável que eu consiga um resultado que entre no meu top 15. Eu não quero passar três dias jogando esse torneio para ganhar 150 pontos que provavelmente nem vão entrar na minha contagem final. Se eu tivesse ido mal em Praga, provavelmente teria uma abordagem diferente daqui para frente. É parecido com estratégia no golfe: quando você está na liderança, joga de forma mais conservadora. Quando está atrás, precisa ser agressivo.

Eu vejo isso como uma forma de otimizar meus pontos por hora, ou a minha porcentagem de conseguir um resultado que realmente conte. Vai ser interessante ver se essa estratégia funciona. Mas também preciso garantir que eu tenha 15 resultados no total”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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Jogadores poderão dar notas aos dealers durante a WSOP via aplicativo; assunto gera debate na comunidade

A principal discussão gira em torno do risco de avaliações maldosas que jogadores podem atribuir aos dealers

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Há alguns anos, uma reclamação se torna cada vez mais recorrente em tempos de WSOP: “os dealers desse evento são extremamente ruins”. E, com a nova administração da série, agora da GGPoker, isso parece caminhar para uma tentativa de solução. A organização lançou um novo sistema em que os jogadores poderão avaliar os profissionais que atuam nas mesas.

O sistema foi anunciado nesta quinta-feira e estará disponível no aplicativo WSOP+. Os dealers poderão receber notas de uma a cinco estrelas ao longo da série, acumulando avaliações feitas pelos jogadores, em um modelo semelhante ao utilizado em aplicativos de transporte, como o Uber, por exemplo.

Com isso, os profissionais mais bem avaliados receberão bônus pelo desempenho, além de serem escalados para trabalhar nos torneios mais importantes da série. “Queremos destacar nossos bons dealers, recompensá-los com bônus e talvez colocá-los nos grandes palcos da World Series of Poker. Queremos bons dealers, e vocês vão nos ajudar com isso”, afirmou Jeff Platt em um vídeo divulgando a novidade.

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Como toda mudança, a medida já gerou bastante discussão nas redes sociais, com opiniões favoráveis e contrárias. Um jogador, identificado pelo usuário “SaltySalsburglar”, criticou duramente a iniciativa: “isso me parece particularmente insano e, na verdade, cruel. O dealer comete um erro e oito pessoas sacam o celular, envergonhando alguém que já está extremamente estressado. Essa é a pior ideia que já ouvi, a menos que possamos avaliar o corpo e o rosto deles também, aí eu fico ok com isso.”

Outro comentário interessante veio do usuário “GCraos7112020”, que demonstrou preocupação com possíveis avaliações injustas: “espero que isso não seja usado de forma abusiva para prejudicar os dealers por causa de baralhos ruins ou bad beats. Quem estiver revisando esse feedback precisa ser muito cuidadoso, considerando o quão horríveis e injustos os jogadores podem ser.”

Diversos jogadores também opinaram que a atitude da WSOP parece justa, já que pode incentivar os profissionais a melhorarem o desempenho nas mesas. Por outro lado, a maior preocupação levantada pela comunidade é justamente a possibilidade de avaliações maldosas feitas por competidores frustrados, o que poderia maquiar os resultados do processo. E você, é a favor desse tipo de avaliação profissional?

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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WSOP Europa: Christopher Nguyen vence o € 20k Super High Roller na finalização da série; Pedersen leva o € 8k GGMillion$

Nguyen levou € 1,1 milhão com o importante título na WSOP Europa

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Christopher Nguyen

A WSOP Europa chegou ao seu fim neste sábado, com a definição de alguns dos principais torneios da grade trazendo novos campeões da série mundial em Praga, na República Tcheca. Um dos torneios definidos foi o Super High Roller.

O Evento #11, o € 20.800 Super High Roller, teve um total de 242 entradas e foi decidido com um nome bastante conhecido, levando seu primeiro bracelete de WSOP. O alemão Christopher Nguyen, craque do online, levou € 1.100.000 pra casa com o título, vencendo Tony Lin no heads-up.

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Outro torneio definido neste sábado foi o Evento #13, o € 8.400 GGMillion$ High Roller, este contestado por 359 jogadores em Praga e com o brasileiro Felipe Ketzer atingindo a zona de premiação.

Outro campeão de torneio levou o primeiro bracelete de sua carreira. O dinamarquês Christopher Pedersen ficou com € 600.000 na conta ao derrotar o regular tailandês Punnat Punsri no heads-up.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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