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WSOP: Dan Smith atravessa caminho insano, crava o Evento #06 US$ 25K Heads-up Championship e se emociona com primeiro bracelete

O americano é dono do sétimo lugar na lista dos maiores vencedores ao vivo

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Dan Smith

Todo ano, antes da WSOP começar, a comunidade lembra de listar os melhores jogadores do mundo que não possuem bracelete. Nessas listas, como a feita por Fedor Holz, um nome é unânime: Dan Smith. O americano, sétimo colocado na All Time Money List, é indiscutivelmente um dos mais importantes jogadores da história, mas faltava realmente um título da WSOP. Faltava.

O craque do poker live finalmente soltou o grito de campeão na mais importante série de poker do mundo, depois de muitos anos e traves enormes no circuito. De maneira irretocável, Dan Smith foi o grande campeão do Evento #06, o popular e cobiçado Heads-Up Championship, de US$ 25K, que lhe garantiu seu primeiro bracelete e o prêmio de US$ 509.717.

Para coroar uma carreira já de enorme sucesso, o título veio em uma campanha de respeito. O craque venceu o complicado torneio de 64 jogadores, que contou com nomes como Phil Ivey, Daniel Negreanu, Alex Foxen, Erik Seidel, João Viera, Shaun Deeb, Nick Petrangelo, Patrick Leonard, Phil Galfond, David Peters e tantos outros craques.

Nas disputas um contra um, Dan Smith foi provavelmente quem teve o caminho mais díficil. Na primeira rodada, ele superou o americano Jake Daniels. Depois, ele precisou passar pelo craque dos cash games Laszlo Bujtas, o “omaha4rollz”. Na oitavas de final, foi a vez de deixar Alex Foxen para trás. Nas quartas, Dan eliminou Jonathan Jaffe.

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Chegando ao Dia Final, que começou com quatro jogador, Dan Smith teve um equilibrado confronto contra o italiano Dario Sammartino, mas o americano levou a melhor depois de tomar frente e não deixar o rival se recuperar. Passando para a final, ele enfrentaria o alemão Christoph Vogelsang, jogador que provocou polêmicas por conta de suas ações no torneio.

No último duelo, mais equílibrio marcou o confronto. Num embate bastante demorado, principalmente por conta do alemão, Dan Smith precisou de bastante paciência e um pitado de sorte. Mas o dia finalmente havia chegado para o americano, que conseguiu pegar a liderança de Vogelsang para ir matando a disputa aos poucos.

Na mão final, uma coincidência do destino. Assim como na partida contra Sammartino, Dan Smith segurava A4 na jogada que selou os confrontos. Em ambas as situações, ele estava dominado pelos adversário, mas um 4 apareceu nos boards e deram a vitória para Dan Smith. Na segunda vez, isso valeu também o tão sonhado bracelete.

O craque ficou emocionado com a vitória e não escondeu as lágrimas: “Sempre foi algo que eu estive pensando, mas eu não estava muito estressado sobre isso ainda não ter acontecido. Não sou tipicamente uma pessoa sentimental, mas hoje fui e foi por conta do bracelete. Tive que ter sorte para chegar lá, mas vou levá-lo. Este foi um dos mais legais de ganhar”, falou Smith, que agora não aparecerá mais na lista dos melhores jogadores sem bracelete.

Confira o episódio #12 do Poker de Boteco:

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Shaun Deeb mira bicampeonato do Player Of The Year e explica mudança estratégica para a WSOP 2026

O jogador atualmente é o segundo colocado na disputa

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Falta menos de um mês para o início da WSOP 2026 e os preparativos já começaram, tanto por parte da organização quanto dos jogadores dispostos a disputar os 100 braceletes distribuídos em Las Vegas. Um dos principais nomes nesse cenário é o americano Shaun Deeb, atual Jogador do Ano de 2025.

Ele, que recentemente esteve em Praga na edição europeia da série e, por muito pouco, não conquistou mais uma joia, conversou com o site Poker.org sobre os preparativos para o verão em Las Vegas, que promete ser bastante intenso. O primeiro tema foi a defesa do título de melhor jogador, conquistado no ano passado.

Neste ano, a disputa já começou, com os pontos da edição europeia já valendo. Shaun Deeb atualmente está na segunda colocação, com 1.340 pontos, atrás de Marius Kudzmanas. O campeão levará um pacote completo para a WSOP Paradise 2027, avaliado em US$ 100.000.

“Eu tive dois segundos lugares e um nono lugar em Praga. Estou muito feliz com esses resultados, e foi bem legal conseguir um resultado tão bom naquele primeiro evento de Omaha. Acho que o meu segundo lugar no torneio de Omaha vai ser o que menos pontuou para o POY entre todos os eventos classificatórios deste ano, considerando o buy-in e o tamanho do field. Então, tirar tantos pontos de um torneio que paga tão pouco foi uma grande vitória para mim”, comentou Deeb.

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Shaun Deeb

A mudança no sistema de pontuação também vai impactar bastante a disputa este ano. Agora, vencer um torneio vale uma quantidade muito maior de pontos em relação ao segundo colocado, praticamente o dobro. Deeb foi um dos que aprovou a alteração, além de ser um dos jogadores mais influentes quando o assunto é mudanças na WSOP.

“Em anos anteriores, eu costumava evitar torneios com fields muito grandes, mas uma vitória nesses eventos te dá uma quantidade enorme de pontos. Eles obviamente são muito difíceis de vencer, mas se eu estiver correndo atrás no fim da série, há um grande incentivo para tentar ganhar um desses. Com meus resultados atuais, talvez eu me afaste um pouco dos eventos de grande field”, explicou.

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Por fim, Shaun revelou que, pelos resultados conquistados em Praga e por já ter uma boa vantagem na corrida, sua abordagem para a grade de Las Vegas mudou de forma significativa. Agora, ele pretende focar em fields menores, com maiores possibilidades de resultados rápidos:

“Porque, em um evento de US$ 1.500 de No-Limit Hold’em com 10 mil jogadores, é muito improvável que eu consiga um resultado que entre no meu top 15. Eu não quero passar três dias jogando esse torneio para ganhar 150 pontos que provavelmente nem vão entrar na minha contagem final. Se eu tivesse ido mal em Praga, provavelmente teria uma abordagem diferente daqui para frente. É parecido com estratégia no golfe: quando você está na liderança, joga de forma mais conservadora. Quando está atrás, precisa ser agressivo.

Eu vejo isso como uma forma de otimizar meus pontos por hora, ou a minha porcentagem de conseguir um resultado que realmente conte. Vai ser interessante ver se essa estratégia funciona. Mas também preciso garantir que eu tenha 15 resultados no total”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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Jogadores poderão dar notas aos dealers durante a WSOP via aplicativo; assunto gera debate na comunidade

A principal discussão gira em torno do risco de avaliações maldosas que jogadores podem atribuir aos dealers

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Há alguns anos, uma reclamação se torna cada vez mais recorrente em tempos de WSOP: “os dealers desse evento são extremamente ruins”. E, com a nova administração da série, agora da GGPoker, isso parece caminhar para uma tentativa de solução. A organização lançou um novo sistema em que os jogadores poderão avaliar os profissionais que atuam nas mesas.

O sistema foi anunciado nesta quinta-feira e estará disponível no aplicativo WSOP+. Os dealers poderão receber notas de uma a cinco estrelas ao longo da série, acumulando avaliações feitas pelos jogadores, em um modelo semelhante ao utilizado em aplicativos de transporte, como o Uber, por exemplo.

Com isso, os profissionais mais bem avaliados receberão bônus pelo desempenho, além de serem escalados para trabalhar nos torneios mais importantes da série. “Queremos destacar nossos bons dealers, recompensá-los com bônus e talvez colocá-los nos grandes palcos da World Series of Poker. Queremos bons dealers, e vocês vão nos ajudar com isso”, afirmou Jeff Platt em um vídeo divulgando a novidade.

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Como toda mudança, a medida já gerou bastante discussão nas redes sociais, com opiniões favoráveis e contrárias. Um jogador, identificado pelo usuário “SaltySalsburglar”, criticou duramente a iniciativa: “isso me parece particularmente insano e, na verdade, cruel. O dealer comete um erro e oito pessoas sacam o celular, envergonhando alguém que já está extremamente estressado. Essa é a pior ideia que já ouvi, a menos que possamos avaliar o corpo e o rosto deles também, aí eu fico ok com isso.”

Outro comentário interessante veio do usuário “GCraos7112020”, que demonstrou preocupação com possíveis avaliações injustas: “espero que isso não seja usado de forma abusiva para prejudicar os dealers por causa de baralhos ruins ou bad beats. Quem estiver revisando esse feedback precisa ser muito cuidadoso, considerando o quão horríveis e injustos os jogadores podem ser.”

Diversos jogadores também opinaram que a atitude da WSOP parece justa, já que pode incentivar os profissionais a melhorarem o desempenho nas mesas. Por outro lado, a maior preocupação levantada pela comunidade é justamente a possibilidade de avaliações maldosas feitas por competidores frustrados, o que poderia maquiar os resultados do processo. E você, é a favor desse tipo de avaliação profissional?

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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WSOP Europa: Christopher Nguyen vence o € 20k Super High Roller na finalização da série; Pedersen leva o € 8k GGMillion$

Nguyen levou € 1,1 milhão com o importante título na WSOP Europa

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Christopher Nguyen

A WSOP Europa chegou ao seu fim neste sábado, com a definição de alguns dos principais torneios da grade trazendo novos campeões da série mundial em Praga, na República Tcheca. Um dos torneios definidos foi o Super High Roller.

O Evento #11, o € 20.800 Super High Roller, teve um total de 242 entradas e foi decidido com um nome bastante conhecido, levando seu primeiro bracelete de WSOP. O alemão Christopher Nguyen, craque do online, levou € 1.100.000 pra casa com o título, vencendo Tony Lin no heads-up.

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Outro torneio definido neste sábado foi o Evento #13, o € 8.400 GGMillion$ High Roller, este contestado por 359 jogadores em Praga e com o brasileiro Felipe Ketzer atingindo a zona de premiação.

Outro campeão de torneio levou o primeiro bracelete de sua carreira. O dinamarquês Christopher Pedersen ficou com € 600.000 na conta ao derrotar o regular tailandês Punnat Punsri no heads-up.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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