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TOP FIVE: Saiba quem são o maiores ganhadores de bracelete da WSOP

A WSOP começa dia 28 e segue até o dia 16 de julho

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Este ano, a World Series of Poker (WSOP) completa 50 anos. Por isso, vamos relembrar os cinco maiores ganhadores de braceletes da história da série de poker mais importante do mundo.

Mas, antes, vale lembrar que a edição especial de aniversário da WSOP já começa dia 28 e segue até o dia 16 de julho. A programação está cheia de novidades para os participantes, incluindo um memorial para um jogador fã da série. Veja aqui.

Agora você pode conferir os cinco maiores ganhadores da WSOP:

1- Phil Hellmuth

O norte-americano, Phil Hellmuth é o recordista da WSOP. O craque, conhecido por sempre polemizar aonde quer que esteja, coleciona nada mais nada menos que 15 braceletes. O seu primeiro título veio em 1989, quando tinha apenas 24 anos, sendo considerado o mais novo ganhador na época. Na ocasião, ele conquistou o primeiro lugar no US$ 10.000 No Limit Hold’em World Championship, com US$ 755.000. Depois disso, nunca mais parou de ganhar os torneios. Um dos prêmios mais importantes da carreira foi quando a série foi realizada na Europa. Phil levou para casa a forra de € 1.022.376. A conquista mais recente de Hellmuth aconteceu ano passado. O craque venceu US$ 5.000 No Limit Hold’em, com US$ 485.082. Será que um dia alguém vai conseguir superar a marca dele?

2- Phil Ivey, Johnny Chan e Doyle Brunson

Empatados na segunda colocação, cada um com 10 braceletes, estão Phil Ivey, Johnny Chan e Doyle Brunson. Então vamos começar a contar a história de Phil Ivey. O estadunidense ganhou seu primeiro prêmio na WSOP, em 2000, no US$ 2.500 Pot Limit Omaha, ao conquistar US$ 195.000. Somente em 2002, o craque venceu três torneios, entre eles está US$ 1.500 7Card Stud (US$ 132.000). O último título de campeão veio, em 2014, quando disputava US$1.500 Eight Game Mix (US$ 166.986).

Já o chinês Johnny Chan teve sua primeira vitória na WSOP em 1985. Ele participou do US$1.000 Limit Hold’em, levando para casa US$ 171.000. Passado três anos, Johnny alcançou a forra mais alta de todos os prêmios da série no qual participou. Foi no US$10.000 No Limit Hold’em World Championship, puxando o pote de US$ 700.000. E a última vez que levou um bracelete para casa foi no ano de 2005  durante US$2.500 Pot Limit Hold’em (US$ 303.025).

Mas não foram só eles dois que tem no currículo 10 braceletes. O lendário Doyle Brunson está lado a lado de Phil e Johnny. A primeira vez que ganhou a WSOP foi em 1976 no US$ 5.000 Deuce to Seven Draw (US$ 80.250). Não satisfeito, no mesmo ano, o norte-americano, ganhou mais um bracelete. Dessa vez, no US$ 10.000 No Limit Hold’em World Championship ao conquistar o prêmio de US$ 230.000. E encerrando, a lista de forras do jogador, temos a última vitória dele na WSOP, em 2005, quando ganhou US$ 5.000 No Limit Shorthanded Texas Hold’em (6-Max). Ele venceu a disputa e ganhou US$ 367.800.

3- Johnny Moss

Certamente você já deve ter ouvido falar de Johnny Moss ao menos uma vez. Ele nada mais é do que o primeiro ganhador da WSOP. Tudo começou em 1970 quando os participantes decidiram homenagear a vitória do companheiro com uma taça de prata. No ano seguinte, foi estabelecido o Main Event na série. Então Moss conquistou o primeiro lugar no Limit Ace to 5 Draw e levou o prêmio de US$ 10.000. Em 1988, Moss ganhou seu último bracelete e foi considerado na época o mais velho jogador a conquistar a marca. Ele conquistou o prêmio de  US$ 116.400, no  US$ 1.500 Ace to Five Draw. Ao todo, Johnny levou para casa 9 braceletes e é o único com essa marca.

4- Erik Seidel

Outro americano que fez história na WSOP foi Erik Seidel. Ele tem 8 braceletes conquistados ao longo da carreira. O primeiro bracelete veio, em 1992, no US$ 2.500 Limit Hold’em quando garantiu o prêmio de US$ 168.000. Entretanto, a sua maior conquista aconteceu somente quando participou do US$ 2.000 No Limit Hold’em, no ano de 2005, ao levar US$ 611.795. E, em 2007, o jogador alcançou novamente o primeiro lugar e o seu último bracelete da série, no $5,000 World Championship No-Limit Deuce to Seven Draw Lowball com re-buys (US$ 538.835).

5- Billy Baxter

E por último, mas não menos importante, está Billy Baxter com 7 braceletes na conta. O primeiro prêmio do estadunidense foi no ano de 1975 quando participou US$ 1.000 Deuce to Seven Draw, levando a forra de US$ 35.000. Já em 1987, ele levou ganhou a maior premiação da carreira no US$ 5.000 Deuce to Seven Draw, com US$ 153.000. A última vez que segurou um bracelete da WSOP foi no US$ 1.500 Razz (US$ 64.860), em 2002.

E aí, gostaram do top 5? Quem mais você lembra que ganhou vários braceletes da WSOP?

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WSOP: Yuri Dzivielevski está classificado para o Dia Final do Evento #08 US$ 1.500 Badugi

Brasileiro está curto, mas vivo na briga pelo hexampeonato da série

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Yuri Dzivielevski (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

O domingo vai ter reta final das boas para o Brasil na WSOP. Yuri Dzivielevski, o maior nome do país quando se trata da maior série do mundo, alcançou seu primeiro Dia 3 (e Final) nesta edição da WSOP neste sábado. O “NerdGuy” se classificou para o dia decisivo do Evento #08, o US$ 1.500 Badugi.

Depois de dois dias de jogo, o field de 554 entradas está reduzido para apenas 10 jogadores e Yuri Dzivielevski é um deles. Após um Dia 2 bem intenso e uma reta final de altos e baixos, o brasileiro avançou com o nono melhor stack entre os dez finalistas, repetindo o filme do dia anterior, quando também avançou curto.

LEIA MAIS: WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”

Yuri passou com 245.000 fichas, pouco menos de 5 blinds, e vai precisar batalhar para mudar a situação. Nada que o assuste. O chip leader do torneio é o americano Michael Casella, que teve uma runnada insana na reta final do torneio e chegou a 4.065.000. Scott Seiver (2.120.000) e Nick Schulman (1.985.000) são outros grandes nomes na briga.

O Dia Final do Evento #08 está marcado para às 13h local, 17h de Brasília, e vai voltar nos blinds 25.000 / 50.000. Os dez finalistas já garantiram um prêmio de US$ 8.979, enquanto o grande campeão leva US$ 141.963 e o bracelete da série. Vale dizer também que a mesa final será formada com sete jogadores.

Confira a premiação em jogo:

1º – US$ 141.963
2º – US$ 94.607
3º – US$ 62.920
4º – US$ 42.815
5º – US$ 29.824
6º – US$ 21.279
7º – US$ 15.560
8º – US$ 11.668
9º – US$ 11.668
10º – US$ 8.979

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Flush over flush derruba Renan Bruschi precocemente no US$ 25.000 Heads-Up Championship

Cooler acabou eliminando o brasileiro ainda no início do duelo

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Renan Bruschi
Renan Bruschi

O quinto dia de WSOP começou cedo para o Brasil, com destaque para a participação do craque Renan Bruschi no US$ 25.000 Heads-Up Championship, Evento #07 da série e um dos mais prestigiados da grade. Mas, infelizmente, a passagem do brasileiro acabou de forma precoce por conta de um cooler.

Ainda no comecinho do Dia 2A, Renan Bruschi se despediu da competição ao perder uma mão com flush vs flush. O gaúcho foi sorteado em um confronto contra o japonês Shota Nakanishi e o duelo durou poucos minutos, sendo o primeiro a ser finalizado. A mão que decretou a queda do “Net” foi captada a partir do turn pela cobertura da PokerNews.

LEIA MAIS: WSOP: Aos 90 anos de idade, Perry Green alcança nova mesa final 50 anos após sua primeira decisão na série

O board já mostrava e Nakanishi apostou 16.000 fichas nesse momento. Em posição, Renan fez o raise para 50.000 e recebeu o call do adversário. O river foi um e o japonês deu check. Com , um flush, Bruschi anunciou o all in de cerca de 65.000 fichas.

Nakanishi deu snap call, trazendo a má notícia para o brasileiro. Ele apresentou , um flush maior, e ganhou o pote para decretar a eliminação de Renan Bruschi da competição. 64 jogadores iniciaram o torneio, que segue hoje até restarem oito. Ontem, nomes como Daniel Negreanu e Michael Mizrachi se classificaram no Dia 1A.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”

O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas

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André Welt (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.

O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:

“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.

LEIA MAIS: Daniel Negreanu deixa escapar o primeiro ITM da WSOP Las Vegas ao ser eliminado com AA perto da bolha

Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.

O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.

“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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