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THE FINAL HAND! Há cinco anos, Thiago Decano contou com tática “curiosa” de adversário na mão final para ganhar terceiro bracelete brasileiro

Foram 17 ITMs e três mesas finais até o tão sonhado título

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Depois da conquista de Alexandre Gomes em 2008 e André Akkari em 2011, as sensações que tivemos entre 2012 e aquela reta final de WSOP 2015 foram bem distintas. Apesar de existir uma certeza que o terceiro bracelete era questão de tempo, as frustrações com as retas finais de Bruno Kawauti e Bruno Foster no Main Event davam a impressão que era impossível.

Se você perguntasse para 10 pessoas, quem merecia trazer essa terceira jóia para o Brasil naquele verão de 2015, Thiago Decano serie citado por boa parte deles. O brasileiro já era um nome consolidado no esporte e tinha duas mesas finais de WSOP no currículo, uma delas quando em 2010, quando ficou com o bronze.

O que deixou a vitória ainda mais especial para os brasileiros, foi o modo que aconteceu. Previamente programado para acontecer em três dias, o Evento #38 (US$ 3.000 NLHE) explodiu e somou 989 entradas. A organização prorrogou o torneio por mais um dia e o restante da mesa final foi jogado no sábado (20). O melhor é que a transmissão via stream e popularização desse serviço permitiu que todos acompanhassem e torcessem aqui do Brasil.

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A mesa final contou com o craque Jesse Sylvia, vice campeão do Main Event em 2012 (vencido por Greg Merson), que acabou em terceiro. No heads-up, Thiago superou o grego Sotirios Koutoupas. Era o primeiro ITM dele na WSOP enquanto Decano acumulava seu 17º. Nesta hora, a experiência contou. Foi uma longa batalha, definida em uma mão curiosa.

Após dar raise com A9, Decano ouviu o adversário anunciar all in. Com uma larga vantagem em fichas, ele conferiu novamente sua mão, para enfim pagar. O grego comentou “eu só vi uma carta” e mostrou o A. A tensão diminui um pouco quando a outra carta revelada foi um 5. A torcida começou a pedir os “Ronaldos”, em alusão à um dos maiores camisas 9 da Seleção Brasileira de Futebol.

O flop 442 deixou a tensão no ar, já que com um 3 o grego acertaria a broca e faria sequência, ou seja, mais do que pedir um 9, precisávamos pedir para segurar. O turn foi um 6 e faltava apenas o river para soltar o frito de campeão. E ele veio com 4.

Thiago Decano entrou para a história do poker brasileiro, consolidou uma carreira de sucesso e puxou US$ 546.843, o maior prêmio da sua carreira. Mais que isso, o terceiro bracelete de ouro da WSOP que veio para o Brasil, tem o sobrenome Nishijima cravado nele.

LIVE DE VEGAS

Para não passar em branco está data, teremos Live de Vegas com o Degas, perdão pela piada ruim. Thiago Decano é o convidado desse que vos fala hoje, no Instagram do Mundo Poker.

A conversa começa a partir das 19:00 e irá relembrar todos os detalhes daquela conquista, as idas anteriores para WSOP, a emoção de ver a torcida brasileira tanto aqui quanto lá nos Estados Unidos e a emoção da vitória no maior palco do poker mundial.

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WSOP: Yuri Dzivielevski lidera trio brasileiro classificado para o Dia 2 do Evento #33 US$ 10K PLO Hi-Lo Championship

Raphael Nogueira e Thiago Crema são os outros que avançaram

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Yuri Dzivielevski (crédito: Lennart Hennig/WSOP)

O Brasil vai ter um trio de peso no Dia 2 do Evento #33 US$ 10.000 Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship da WSOP. O torneio mais importante da modalidade contou com a presença de bons nomes brasileiros e três jogadores do país conseguiram se classificar para o Dia 2.

Registrando 268 entradas no primeiro dia de jogo, o US$ 10.000 PLO Hi-Lo foi paralisado no final desta terça-feira com 104 jogadores no field. Dos três brasileiros classificados, quem puxa a fila é o craque Yuri Dzivielevski. O “nerdguy” finalizou o Dia 1 com 115.000 fichas, 46 blinds.

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O segundo brasileiro da lista é Raphael Nogueira, que ensacou 95.000 fichas, 38 blinds, ao final do dia. Por fim, o terceiro é o craque Thiago Crema, que chegou hoje para a o WSOP e já anotou seu primeiro Dia 2. Crema avançou com 90.500, 36 blinds. O chip leader atual é Chris Costa, dono de 452.000 fichas.

O Evento #33 tem seu reinício marcado para às 13h desta quarta-feira em Las Vegas, 17h do Brasil. O período de registro segue aberto por dois níveis de uma hora, com os números finais sendo conhecidos após o fechamento das inscrições. Os blinds voltam 1.000 / 2.500.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: João Simão e Dennys Ramos avançam para o Dia 2 do Evento #32 US$ 3.000 NLH

Torneio volta nesta quarta-feira ainda com registro aberto

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João Simão (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

A terça-feira da WSOP deu início a um bom torneio de No-Limit Hold’em, a modalidade mais tradicional do poker. O Evento #32 US$ 3.000 NLH foi o escolhido por alguns dos brasileiros para começar uma nova busca por bracelete e uma dupla fortíssima se classificou para o Dia 2.

João Simão e Dennys Ramos avançaram entre os 295 classificados do Evento #32, que teve um field total de 979 entradas até aqui. Liderando a dupla brasileira aparece João Simão. Depois de cair de forma amarga do Monster Stack, o mineiro mostrou resiliência, engatou no torneio a passou bem.

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Simão acumulou 149.000 fichas nos níveis jogados e vai ter quase 60 blinds para quando o torneio retornar. Já Dennys Ramos fechou o dia com 98.000 fichas, quase 40 blinds para o Dia 2. O chip leader até aqui é o espanhol Daniel Vicente, que chegou a incríveis 1.4 milhões de fichas.

A volta do US$ 3.000 NLH está marcada para às 12h desta quarta-feira em Las Vegas, 16h no Brasil. As inscrições no torneio serão permitidas por mais dois níveis e, quando encerradas, a premiação será divulgada. O jogo retorna nos blinds 1.000 / 2.500.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Set over set para virar chip leader encerra participação de João Simão no US$ 1.500 Monster Stack na 17ª posição

O brasileiro fechou uma bela campanha com US$ 75.000

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João Simão (crédito: Hennart Lennig/WSOP)

A expectativa para mais uma mesa final importante de João Simão na carreira era enorme, mas o plano acabou frustrado – por enquanto. Na noite desta terça-feira, o brasileiro se despediu do gigantesco US$ 1.500 Monster Stack, Evento #18 da WSOP Las Vegas em 2026.

Depois de quatro dias de jogo e de enfrentar um numeroso field de 11.933 entradas, João Simão teve sua trajetória encerrada na competição bem pertinho da mesa final. O profissional de Minas Gerais terminou o torneio com o 17º lugar, conseguindo um ótimo prêmio de US$ 75.000 pela performance.

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Apesar do bom valor, o gosto foi completamente amargo. João Simão teve um beo início de Dia 4 e conseguiu se manter com stack confortável durante grande parte do torneio. Foi somente na reta final do dia, quando restavam 20 jogadores, que o brasileiro precisou se movimentar.

Depois de perder um pote grande de 22 x QQ, Simão conseguiu recuperar parte de suas fichas em um QT x AJ e voltou a ficar com um bom stack. Indo para a semi-FT entre os primeiros lugares, parecia que somente um cooler poderia tirar o brasileiro de uma possível e esperada mesa final. E foi o que aconteceu.

Um set over set que terminou em all in no turn caiu para o lado errado e tirou João Simão do torneio. A transmissão da WSOP não captou a mão derradeira para o brasileiro.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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