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Léo Rizzo conta como começou a história do “oitavo do mundo” no retorno da WSOP Brazil: “marca engraçada”

Colocação do paulista no Main Event de 2018 se tornou apelido no poker

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O Main Event da WSOP Brazil de 2018 consagrou Jordan Piva como campeão, mas também teve, talvez, o oitavo colocado mais lembrado de todos os tempos de um evento do poker brasileiro. Naquela mesa final, o paulista Léo Rizzo foi o segundo eliminado, mas transformou a oitava colocação em um apelido que se tornou conhecido no mundo do poker.

“Aquele momento foi especial e até então único. Você jogar uma WSOP, conseguir fazer FT do Main Event acho que é um sonho para qualquer jogador. Naquele momento eu brinco que era o melhor dia da vida. Você ser anunciado, caminhar até uma FT de WSOP. Foi sensacional, incrível, tá na minha memória até hoje. Sem dúvida é um dos meus grandes momentos no poker”, lembra Rizzo.

Quatro anos depois dessa experiência inesquecível, Léo Rizzo ganhou o carinho da comunidade do poker pelo seu jeito divertido e efusivo nas mesas. Então, ele explicou como que nasceu a história do oitavo do mundo, forma como ele próprio se refere. O empresário está sempre nos eventos pelo Brasil e sua comemoração “é tudo do oitavo”, aos berros, já foi escutada por centenas de jogadores.

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“O oitavo surgiu pela resenha. Eu sou um cara que chega na mesa, gosto de fazer amizade, resenhar, fazer a galera dar uma risada. Começou dessa forma. Pessoal chegava com patch para cá, patch para lá, os craques chegando e até que um dia eu brinquei: ‘pô, eu sou o oitavo do mundo’. Finalista, fiquei em 8º no Main Event, eu sou o 8º do mundo”, conta Léo.

“Começou a brincadeira, a resenha e hoje não tem um salão que eu entro que alguém não bata nas minhas costas e fala ‘vamo oitavo’. É uma forma carinhosa que eu acho que a galera acaba curtindo. Eu acabo extrapolando em alguns momentos, quando dou uma bad – e eu sou bom nisso – eu acabo gritando isso e ficou uma marca engraçada no meio do poker”.

Hoje em dia o apelido já passou da fronteira apenas dos amigos de Léo. Diversos jogadores, mesmo sem um laço de amizade com ele, o chamam assim. “Muitas pessoas me chamam de oitavo e não sabem nem meu nome. É oitava pra cá, o ‘oitavo aqui não vai gritar na minha orelha’. Vejo que o pessoal se diverte, nunca tive nenhum problema, constrangimento, galera brinca o tempo inteiro”, acrescenta.

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Léo falou sobre como é voltar para a WSOP, o evento que rendeu um prêmio de R$ 112.183 em 2018 para ele. “Acho que a WSOP é a nossa cereja do bolo. A gente joga todos os circuitos, nos divertimos, mas a WSOP é o que todo jogador quer. É o grande jogo, é a final. Eu tive em Vegas esse ano e a WSOP estando aqui, nesse lugar maravilhoso, de volta em São Paulo, já dá para ver por ontem e hoje que tá sendo um sucesso”, analisou.

Léo apareceu para a disputa do Super High Roller de R$ 20.000, mas até o momento da entrevista ainda não tinha soltado o tradicional grito de “é tudo do oitavo”. Tem explicação! “Eu não gritei porque arranquei um siso e vim jogar. Imagina se eu não gosto de WSOP”, falou, antes de fazer uma promessa. “Com certeza amanhã eu vou estar nessa retinha final do Super High Roller e o salão vai ver que o oitavo está jogando”, finalizou.

Confira o episódio #20 do Poker de Boteco:

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Martin Kabrhel quebra jejum de sete anos e fatura o sexto anel da carreira na WSOP Circuit Las Vegas

O falastrão jogador tcheco deu o show de costume durante o evento

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A WSOP Circuit Las Vegas tem um furacão presente no cassino Horseshoe. Martin Kabrhel está agitando o circuito nos Estados Unidos e, claramente, não ficaria sem um dos anéis do cronograma. O falastrão foi o grande campeão do Evento #5 (US$ 600 Monster Stack) que teve quatro dias classificatórios.

Abusando de suas expressões vocais como de costume, Kabrhel atropelou o field de 588 entradas e atravessou o Dia Final até conquistar o anel e um prêmio de US$ 52.420. Essa foi a sexta conquista do jogador tcheco. Ele quebrou um jejum de quase sete anos sem nenhuma vitória na WSOP Circuit.

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Os outros cinco anéis de Martin Kabrhel aconteceram apenas em eventos na WSOP Circuit em Rozvadov, na República Tcheca, no popular King’s Casino. Essas vitórias foram entre 2016 e 2019. Agora, o tcheco tem seis anéis junto com seus cinco braceletes de WSOP, um currículo bastante invejável.

Sem enfrentar adversários famosos na mesa final, Kabrhel navegou em águas tranquilas até enfrentar o desafiante o John Carothers no heads-up. A vitória o fez atingir exatamente US$ 19.000.924 em ganhos no poker ao vivo. Foi um bom aquecimento para o que vai acontecer daqui a dois meses neste mesmo palco na WSOP em Las Vegas.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Martin Kabrhel (Rep. Tcheca) – US$ 52.420

2º – John Carothers (EUA) – US$ 34.960

3º – Todd Saffron (EUA) – US$ 24.410

4º – Michael Hagan (EUA) – US$ 17.370

5º – Liao Yingsiang (Taiwan) – US$ 13.891

6º – Gerry Fordham (EUA) – US$ 9.320

7º – Xufang Yang (EUA) – US$ 7.040

8º – Robert Zeidman (EUA) – US$ 5.429

9º – Ignacio Sole (Espanha) – US$ 4.270

Confira o Poker de Boteco #132 com Joao Broering:

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Caio de Lucca consegue mais um ótimo resultado com quarta colocação no Mini Main Event da WSOPC Cherokee

Caio adicionou mais US$ 62 mil com o quarto lugar

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Caio de Lucca

Caio de Lucca e resultados em torneios pelos Estados Unidos: uma combinação infalível. Mais um excelente desempenho do brasileiro durante o fim de semana, conquistando um ótimo prêmio em um novo evento da WSOPC, dessa vez em Cherokee, na Carolina do Norte.

Caio ficou com a quarta colocação no Evento #2 da série, o Mini Main Event NLHE com uma premiação garantida de US$ 1 milhão. O ótimo desempenho recompensou o brasileiro em US$ 62.285, o que, de acordo com o Hendon Mob, é a segunda maior premiação em torneios ao vivo de toda sua carreira.

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O Mini Main Event da WSOPC Cherokee foi vencido por Jones Jesse, que levou o excelente prêmio de US$ 179.655 para casa com a cravada. O field total foi de 3.054 entradas após um total de cinco classificatórios.

Esse foi mais um belo desempenho do brasileiro em torneios da WSOPC. Vale lembrar que, na semana anterior, ele também brilhou em um Mini Main Event da série, dessa vez em Pompano Beach. Na ocasião, Caio levou US$ 55 mil.

Confira o Poker de Boteco #127 com Marco Aurélio “Salsicha”:

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Caio de Lucca tem ótima participação no Main Event da WSOP Circuit Pompano Beach e cai em quinto

Caio ficou com US$ 55 mil pelo ótimo desempenho

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Caio De Lucca Sobral

Caio de Lucca teve mais um grande desempenho em torneios disputados em solo americano, e dessa vez em um dos maiores palcos. O jogador brasileiro participou do Main Event da WSOP Circuit em Pompano Beach e alcançou a mesa final.

Chip leader no início do Dia Final com 18 jogadores restantes, Caio acabou eliminado na quinta colocação. Dessa forma, o brasileiro garantiu um prêmio de US$ 55.588 para sua conta no início da semana.

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O Main Event da WSOP Circuit Pompano Beach teve o buy-in de US$ 1.700, tradicional em torneios da série Circuit. A cidade de Pompano Beach se localiza no Estado da Flórida, e recebeu o torneio de 925 entradas totais.

Em sua mão final no torneio, Caio era o short stack da mesa e anunciou all in após um open de Nick Blumenthal, que optou pelo call. Caio segurava e teve uma má notícia no showdown de do oponente. O board não deu esperanças para o brasileiro e encerrou sua ótima reta no Main Event.

Confira o Poker de Boteco #126 com Gustavo Mastelotto:

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