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Confira quem é o maior vencedor de braceletes da WSOP de 10 países diferentes

Milhares de jogadores já conseguiram o bracelete

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O sonho de todo jogador que participa da World Series of Poker é conquistar um bracelete dourado, além dos grandes prêmios que são distribuídos a cada torneio. O maior festival de poker do mundo distribui dezenas de pulseiras douradas a cada verão, então, milhares de jogadores já conseguiram chegar no auge.

O Mundo Poker trouxe alguns números interessantes. Selecionamos 10 países que tem um líder absoluto no número de braceletes e vamos falar sobre eles. Confira:

Estados Unidos – Phil Hellmuth – 15

Cerca de 90% dos braceletes da história da WSOP são de jogadores americanos. Não é à toa que o líder geral só poderia ser de lá. E o maior detentor é a lenda Phil Hellmuth, com 15 braceletes. O primeiro dele veio no Main Event de 1989 e depois é história. O último veio no ano passado, no Evento #71, com buy-in de US$ 5.000 e 472 entradas.

Canadá – Daniel Negreanu – 6

O Canadá é o país que mais tem braceletes depois dos Estados Unidos. E o líder é outra lenda do poker: Daniel Negreanu. O “Kid Poker” possui seis braceletes entre os 57 conquistados de seu país. O último do craque veio em 2013, no High Roller da WSOP Europa. Será que o jejum tá incomodando?

Inglaterra – Benny Glaser – 3

Os jogadores ingleses também são páreo duro na WSOP, com 48 braceletes conquistados. A lista é bem distribuída, mas o jogador Benny Glaser reina sozinho com três braceletes. O primeiro veio em 2015 na modalidade Triple Draw Lowball e os outros dois vieram no ano seguinte. Glaser venceu o Omaha Hi-Low Split-8 or Better tanto no buy-in de US$ 1.500 como no de US$ 10.000, realizando uma façanha absurda.

Alemanha – George Danzer – 4

Filho de pais alemães, George Danzer nasceu em São Paulo, sabia dessa? Ainda criança, mudou-se para Lisboa, em Portugal, onde morou boa parte da infância. Depois, perto dos 15 anos, foi morar na Alemanha e se tornou o maior vencedor de braceletes de seu país, com quatro conquistas entre as 35 que eles têm no total. O craque anda meio sumido atualmente. Sua última premiação em torneios live foi em 2016, mas história ele já fez, né?

Austrália – Jeff Lisandro – 6

O poker australiano é bastante vencedor, com 26 conquistas no total. O principal jogador deles é a lenda Jeff Lisandro, que possui incríveis seis braceletes. As conquistas dele vieram entre 2007 e 2014, sempre nos mixed games. Foram três no Seven Card Stud, duas no Pot-Limit Omaha e uma no Razz.

França – Roger Hairabedian – 2

ElkY? Benjamin Pollak? Julien Martini? Fabrice Soulier? A França tem vários jogadores renomados, mas o maior vencedor de braceletes da WSOP é um dinossauro do poker de lá. Roger Hairabedian, jogador profissional desde 1985, tem dois braceletes conquistados no WSOP Europa, em 2012 e 2013. Ele é conhecido como o “padrinho” do poker francês.

Itália – Max Pescatori – 4

O maior vencedor do poker italiano é o jogador Max Pescatori, com quatro conquistas. O feito é impressionante, já que a Itália tem apenas nove braceletes no total. Pescatori conseguiu as pulseiras nos anos de 2006, 2008 e 2015, sendo que no último ano vieram logo duas na mesma WSOP.

Espanha – Adrian Mateos  – 3

Adrian Mateos tem apenas 24 anos, mas já é um gigante do poker mundial. Quando tinha apenas 19 anos, foi o grande campeão do Main Event da WSOP Europa e levou seu primeiro bracelete. Vale lembrar que ele só pôde começar a jogar nos EUA depois que completou 21 anos. Em tão pouco tempo, já conseguiu mais dois braceletes, se tornando líder isolado da Espanha.

Indonésia – John Juanda – 5

Outra grande lenda do poker mundial é John Juanda. O jogador da Indonésia representa, simplesmente, todos os braceletes da história de seu país. O primeiro veio em 2002 e o último em 2011, mas a principal conquista de Juanda foi o Main Event da WSOP Europa em 2008, levando a forra de £ 868.800.

Suécia – Chris Bjorin – 2

Reconhecida pela excelência de seus jogadores no online, a Suécia tem como líder o jogador Chris Bjorin, com dois braceletes. O veterano tem 72 anos e conseguiu suas pulseiras douradas nos anos de 1997 e 2000.

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WSOP: Flush over flush derruba Renan Bruschi precocemente no US$ 25.000 Heads-Up Championship

Cooler acabou eliminando o brasileiro ainda no início do duelo

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Renan Bruschi
Renan Bruschi

O quinto dia de WSOP começou cedo para o Brasil, com destaque para a participação do craque Renan Bruschi no US$ 25.000 Heads-Up Championship, Evento #07 da série e um dos mais prestigiados da grade. Mas, infelizmente, a passagem do brasileiro acabou de forma precoce por conta de um cooler.

Ainda no comecinho do Dia 2A, Renan Bruschi se despediu da competição ao perder uma mão com flush vs flush. O gaúcho foi sorteado em um confronto contra o japonês Shota Nakanishi e o duelo durou poucos minutos, sendo o primeiro a ser finalizado. A mão que decretou a queda do “Net” foi captada a partir do turn pela cobertura da PokerNews.

LEIA MAIS: WSOP: Aos 90 anos de idade, Perry Green alcança nova mesa final 50 anos após sua primeira decisão na série

O board já mostrava e Nakanishi apostou 16.000 fichas nesse momento. Em posição, Renan fez o raise para 50.000 e recebeu o call do adversário. O river foi um e o japonês deu check. Com , um flush, Bruschi anunciou o all in de cerca de 65.000 fichas.

Nakanishi deu snap call, trazendo a má notícia para o brasileiro. Ele apresentou , um flush maior, e ganhou o pote para decretar a eliminação de Renan Bruschi da competição. 64 jogadores iniciaram o torneio, que segue hoje até restarem oito. Ontem, nomes como Daniel Negreanu e Michael Mizrachi se classificaram no Dia 1A.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”

O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas

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André Welt (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.

O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:

“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.

LEIA MAIS: Daniel Negreanu deixa escapar o primeiro ITM da WSOP Las Vegas ao ser eliminado com AA perto da bolha

Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.

O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.

“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Aos 90 anos de idade, Perry Green alcança nova mesa final 50 anos após sua primeira decisão na série

O veterano jogador tem três braceletes conquistados na carreira

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Perry Green (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

Uma das histórias mais legais deste início de WSOP 2026 foi consumada hoje. O veteraníssimo Perry Green, dono de três braceletes da série, conseguiu um feito absolutamente notável. Nesta sexta-feira (29), o jogador americano alcançou a mesa final do Evento #04 US$ 1.500 Omaha Hi-Lo, trazendo marcas incríveis para se contar.

Aos 90 (!) anos de idade, Perry Green anotou sua 17ª mesa final na WSOP. Esse número já seria relevante por si só, mas o detalhe mais legal vem agora: com a mesa final alcançada hoje, em 2026, Green completa uma marca espetacular: 50 anos de diferença entre a primeira e última mesa final da carreira.

LEIA MAIS: WSOP: André Welt anota a primeira mesa final para o Brasil na temporada e fecha bela participação com a sexta colocação

Perry Green fez sua primeira mesa final de WSOP na década de 70 do século XX, exatamente no ano de 1976. Naquela ocasião, ele já mostrou o cartão de visitas: foi campeão logo em sua primeira FT, faturando o título do Evento #04 US$ 1.000 Limit A-5 Draw Lowball.

A partir dali, ele somou outros dois bracelete e mais 16 mesas finais (com a de hoje), incluindo duas de Main Event. Ele foi vice-campeão na temporada de 1981 contra o lendário Stu Ungar, e quinto colocado 10 anos depois, em 1991. Sua última FT alcançada, segundo o próprio site da WSOP, havia sido em 2015.

Agora, ele colocou mais uma no currículo. No Evento #04 de 2026, ele terminou com a sexta colocação, somando US$ 30.973 pelo feito. Que bela história!

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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