WSOP
Bruno Desimoni encontra cooler inacreditável na bolha da mesa final do US$ 777 Lucky 7’s e cai na 9ª colocação do Evento #90
Um flush vs flush resultou no fim da linha para Desimoni
A participação de Bruno Desimoni no Evento #90 da WSOP, o US$ 777 Lucky 7’s, foi excelente. O jogador brasileiro esteve na mesa final do torneio de 8.012 entradas e garantiu uma boa premiação, mas certamente ele voltou para casa no domingo com a cabeça muito pesada.
Bruno foi o primeiro eliminado na mesa final do torneio e a nona colocação lhe rendeu o prêmio de US$ 59.470. No entanto, ele se envolveu em um cooler complicadíssimo logo no início da mesa final e se despediu logo no início da disputa.
LEIA MAIS: Murilo Milhomem acerta bad beat histórica e elimina Alen Fillipi na reta final do Main Event da WSOP
Depois de uma boa levantada em seu stack na semi FT, nos blinds 600.000 / 1.200.000, Bruno anunciou raise para 2.500.000 do UTG e recebeu call do israelense Hertsel Levy do small blind. No flop , Levy liderou uma aposta de 1.700.000 e recebeu call do brasileiro, e os dois viram o turn , onde optaram pelo check.
No river , Levy liderou uma aposta de 5.000.000 e viu o brasileiro subir para 17.000.000. O israelense pensou por alguns momentos e anunciou all in, que foi pago por Desimoni também após ficar na pensativa. Aí veio a notícia ruim: o brasileiro segurava e o israelense tinha , garantindo o pote gigantesco e eliminando Desimoni na nona colocação.
A mesa final foi paralisada com oito jogadores e, dentre os destaques, Patrick Leonard continua na disputa. O campeão do torneio vai ficar com US$ 777.777.
Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha:
WSOP
Após dia 7 no Main Event em 2025, Alen Fillipi perde “melhor” WSOP por motivo inusitado; entenda
Alagoano perdeu o passaporte logo antes da viagem
Alen Fillipi teve um desempenho espetacular na WSOP em 2025, e mesmo sendo eliminado no Dia 6 do Main Event em uma bad beat gigante contra Murilo Milhomem, foi um dos melhores representantes do país no principal torneio de poker do ano. Em 2026, no entanto, Alen não poderá repetir o feito.
Isso porque o alagoano, por algum tempo, não poderá viajar para os Estados Unidos ou qualquer outro país. Alen compartilhou em seu Instagram que recentemente perdeu seu passaporte e, como resultado, não terá tempo hábil para ir até os Estados Unidos.
LEIA MAIS: WSOP: Allen Kessler bate na trave do primeiro bracelete e cai no 3-handed do US$ 10k Stud
Além da WSOP, os Estados Unidos estão neste momento realizando outro evento bastante importante. A Copa do Mundo se inicia nesta quinta-feira, e os jogadores que viajaram até o país teriam a oportunidade de participar também de um dos maiores eventos esportivos que existem. Para Alen, a chance vai ficar só no desejo.
A história foi compartilhada pelo próprio alagoano no Instagram. “No melhor ano para se ir à WSOP [e] assistir o jogo da Copa do Mundo, eu perco meu passaporte e GG Vegas. Que tristeza! Mas levo como um livramento. Só assim pra ficar de boa da entrada novamente, e ano que vem estarei lá se Deus quiser”, escreveu.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
WSOP: Braxton Dunaway, Bryce Yockey e Brent Gregory brilham conquistam títulos em seus eventos
Players americanos conquistaram seus torneios na série.
As emoções não param de acontecer em Las Vegas, onde segue acontecendo a World Series Of Poker, WSOP, e mais campeões foram conhecidos. Braxton Dunaway cravou o Evento #26 US$ 2.000 No-Limit Holdem. Bryce Yokcey levou o Evento #27 US$ 10.000 Dealer’s Choice Championship. E Brent Gregory conquistou o título no Evento #28 US$ 600 Deepstack Mixed No-Limit Hold’em Pot Limit Omaha.
Evento #26 US$ 2.000 No-Limit Holdem

Braxton Dunaway. Créditos: Jess Beck/WSOP.
O jogador dos Estados Unidos, Braxton Dunaway alcançou seu segundo bracelete da WSOP e, para atingir o topo, foi necessário passar por um field de 968 inscrições, em três dias de jogo. O player chegou ao último dia em terceiro lugar e foi superando seus rivais, para chegar ao topo, levantar o troféu e embolsar a quantia de US$ 288.064.
De acordo com o Braxton, alcançar uma segunda conquista, eleva seu patamar perante aos adversários. “É uma validação para seus colegas e para você mesmo de que você consegue vencer. De novo. Foi uma montanha-russa por um tempo, e você precisa ter sorte. Quando você está em um bom momento, tenta aproveitá-lo. Foi muito divertido”, falou.
Confira as premiações da mesa final:
1º – Braxton Dunaway (Estados Unidos) – US$ 288.064
2º – Erwann Pecheux (França) – US$ 191.997
3º – Yaniv Peretz (Israel) – US$ 135.294
4º – Briant Alavez (México) – US$ 96.783
5º – Kimon Fountoukidis (Estados Unidos) – US$ 70.300
6º – Albert Calderon (Estados Unidos) – US$ 51.862
7º – Ioannis Kapnopoulos (Grécia) – US$ 38.868
8º – Sami Bechahed (França) – US$ 29.600
9º – Ivan Poroliev (Bulgária) – US$ 22.912
Evento #27 US$ 10.000 Dealer’s Choice Championship

Bryce Yockey. Créditos: Regina Cortina/WSOP.
Se ganhar dois braceletes muda o jogador de patamar, três consolida o player no circuito. E foi isso que o americano Bryce Yockey consegui no Evento #27 US$ 10.000 Dealer’s Choice Championship. O player superou 163 registros para conquistar seu terceiro título da WSOP e ainda faturar o prêmio de US$ 371.664.
Bryce confidenciou, após erguer seu troféu, que este era um torneio que ele buscava a cravada. “Eu queria ganhar este torneio há muito tempo. Em termos de torneios de jogos mistos, este é realmente único porque envolve muita estratégia além de simplesmente jogar. As pessoas tentam escolher jogos para te atacar. Seja qual for o jogo em que elas acham que você é ruim, seja qual for o jogo em que elas acham que têm vantagem. Parte do jogo também é aprender a jogar esse jogo e evitá-lo nessas situações sempre que possível.”
Confira as premiações da mesa final:
1º – Bryce Yockey (Estados Unidos) – US$ 371.664
2º – Ryan Miller (Estados Unidos) – US$ 241.152
3º – Jake Schwartz (Estados Unidos) – US$ 161.292
4º – Chad Eveslage (Estados Unidos) – US$ 111.305
5º – Nick Schulman (Estados Unidos) – US$ 79.331
6º – Jeremy Ausmus (Estados Unidos) – US$ 58.460
Evento #28 US$ 600 Deepstack Mixed No-Limit Hold’em Pot Limit Omaha

Brent Gregory. Créditos: Regina Cortina/WSOP.
Fora duas conquistas de uma vez só para o americano Brent Gregory no Evento #28 US$ 600 Deepstack Mixed No-Limit Hold’em Pot Limit Omaha. O jogador levou seu primeiro bracelete da WSOP para casa e também faturou sua maior premiação na carreira, que foi de US$ 204.140. Para isso, o player passou por um field que contou com 3.332, além de superar uma mesa final recheada de nomes conehcidos como Daniel Negreanu e Alex Foxen.
A respeito da dificuldade, Brent Gregory falou sobre o assunto e destacou os rivais. “Foi um torneio de US$ 600 tão difícil quanto qualquer outro. De alguma forma, consegui superar alguns dos melhores jogadores do mundo. Me sinto extremamente sortudo. Foi incrível. Provavelmente tinha milhares de pessoas torcendo por mim hoje, então a sensação é muito boa.”
Confira as premiações da mesa final:
1º – Brent Gregory (Estados Unidos) – US$ 204.140
2º – Maurice Hawkins (Estados Unidos) – US$ 135.864
3º – Josh Reichard (Estados Unidos) – US$ 99.381
4º – John Ghosn (Estados Unidos) – US$ 73.984
5º – Alex Foxen (Estados Unidos) – US$ 55.305
6º – John Holley (Estados Unidos) – US$ 41.703
7º – Kelly Mahana (Estados Unidos) – US$ 31.724
8º – Daniel Negreanu (Canadá) – US$ 24.347
9º – Sonny Franco (França) – US$ 18.854.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
WSOP: Yuri Dzivielevski lidera trio brasileiro classificado para o Dia 2 do Evento #33 US$ 10K PLO Hi-Lo Championship
Raphael Nogueira e Thiago Crema são os outros que avançaram
O Brasil vai ter um trio de peso no Dia 2 do Evento #33 US$ 10.000 Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship da WSOP. O torneio mais importante da modalidade contou com a presença de bons nomes brasileiros e três jogadores do país conseguiram se classificar para o Dia 2.
Registrando 268 entradas no primeiro dia de jogo, o US$ 10.000 PLO Hi-Lo foi paralisado no final desta terça-feira com 104 jogadores no field. Dos três brasileiros classificados, quem puxa a fila é o craque Yuri Dzivielevski. O “nerdguy” finalizou o Dia 1 com 115.000 fichas, 46 blinds.
O segundo brasileiro da lista é Raphael Nogueira, que ensacou 95.000 fichas, 38 blinds, ao final do dia. Por fim, o terceiro é o craque Thiago Crema, que chegou hoje para a o WSOP e já anotou seu primeiro Dia 2. Crema avançou com 90.500, 36 blinds. O chip leader atual é Chris Costa, dono de 452.000 fichas.
O Evento #33 tem seu reinício marcado para às 13h desta quarta-feira em Las Vegas, 17h do Brasil. O período de registro segue aberto por dois níveis de uma hora, com os números finais sendo conhecidos após o fechamento das inscrições. Os blinds voltam 1.000 / 2.500.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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