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Brad Owen faz balanço da WSOP 2025: prejuízo de US$ 183 mil e aprendizados no verão em Las Vegas

O jogador fez uma longa postagem na rede social X

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Brad Owen (crédito: Poker.Org)

A WSOP chegou ao fim, e muitos jogadores estão fazendo um balanço financeiro de sua participação na série. Alguns optam por divulgar os resultados abertamente, sem medo de julgamentos, como é o caso de Brad Owen, jogador bastante conhecido por produzir conteúdo no YouTube e embaixador do WPT Global.

Brad veio para esta edição com a expectativa de conquistar um bracelete da WSOP, mas terminou com um saldo bastante negativo. Em uma longa reflexão, ele compartilhou detalhes sobre seu desempenho e tudo o que viveu durante o verão em Las Vegas.

No balanço divulgado por ele, o prejuízo total foi de US$ 183.805. Brad disputou 46 torneios ao longo da série, sendo 21 deles de No-Limit Hold’em (NLH), nos quais alcançou sete ITMs. Nessa modalidade, acumulou US$ 107.463 em premiações, contra US$ 111.800 gastos em buy-ins.

Nos Mixed Games, ele engatou em 25 eventos, conquistou três premiações e registrou um prejuízo de US$ 179.468, tendo investido US$ 109.500 em inscrições. Brad foi para Las Vegas com uma agenda repleta de torneios de US$ 10.000 nas modalidades mistas, com o objetivo de testar seu desempenho contra o field mais técnico da série.

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Em suas palavras, Brad fez um balanço sincero da experiência:

“O verão acabou para mim. Apesar de não ter alcançado tudo o que esperava, me diverti mais do que em qualquer outro ano. Este foi meu primeiro verão jogando uma agenda cheia com buy-ins acima de US$ 10 mil em eventos que não fossem de Hold’em. Eu sabia que provavelmente perderia nesses torneios, mas queria competir e aprender com os melhores — entender no que preciso melhorar, voltar mais forte no futuro e, com sorte, ter mais sucesso. Adicionar os eventos mistos, principalmente sem expectativas, realmente ajudou a quebrar a monotonia de jogar apenas NLH. Também gostei do clima mais leve, da ausência de tanking e dos melhores dealers”, disse.

Além do balanço financeiro e da reflexão sobre o verão em Las Vegas, Brad também compartilhou uma lista de destaques pessoais que marcaram sua participação na WSOP 2025. Mesmo com o prejuízo acumulado, ele reconheceu momentos importantes. Confira os principais:

  • Saquei um valor de dois dígitos pela primeira vez
  • Venci o maior evento de No-Limit Hold’em que já joguei (buy-in de US$ 25 mil)
  • Ganhei um evento de Mixed Games com nove modalidades, colocando em prática tudo o que aprendi
  • Disputei o prestigioso $50K Poker Players Championship
  • Cheguei longe no Main Event pela primeira vez e realizei um sonho antigo: jogar no Palco Principal da WSOP

Assim como compartilhou os pontos altos do verão, Brad Owen também listou os momentos mais frustrantes da WSOP 2025. Em um gesto de transparência, ele destacou seus “lowlights”, que refletem as dificuldades enfrentadas ao longo da série:

  • Cometi um erro grosseiro contra Allen Kessler no $10K PLO8, jogando uma das piores mãos da minha carreira — perto da bolha, claro, com o PokerNews ali para registrar tudo e publicar.
  • Não consegui premiar em nenhum dos 11 torneios com buy-ins acima de US$ 10.000 que joguei nas modalidades fora do NLH.
  • Apesar disso, fiquei próximo da premiação em três deles (soft-bubble).
  • Não fui longe em nenhum evento a ponto de marcar bônus de desempenho no fantasy.
  • Fechei a série tendo, praticamente, meu pior dia: perdi US$ 25.000 no HORSE, US$ 1.500 no Closer, e mais US$ 10.000 no evento 8-handed de NLH, mesmo depois de multiplicar meu stack inicial por sete.

Por fim, Brad Owen agradeceu o apoio do WPT Global, de todos que acompanharam sua jornada e deixou um recado especial para sua esposa Amber, que ficou cuidando do filho de 1 ano e quatro meses enquanto ele competia. Segundo ele, ela é a verdadeira MVP (jogadora mais valiosa) dessa jornada:

“Minha esposa, Amber, cuida do nosso filho de 16 meses enquanto eu passo até 12 horas por dia jogando. Vejo o quanto ela se dedica para cuidar do nosso filho, das nossas meninas e de tudo o mais em casa, para que eu não tenha tantas preocupações além de me concentrar no jogo. Por mais que eu aprecie tudo o que ela faz, ela nunca receberá o crédito suficiente. Qualquer sucesso que eu tenha é resultado de um enorme trabalho em equipe. Isso também torna os momentos de crise um pouco mais difíceis para mim, mentalmente, porque vejo os sacrifícios que ela está fazendo por todos nós; não quero que isso seja em vão”, finalizou.

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Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha: 

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Las Vegas

Las Vegas: José Carlos Brito é 5º colocado no US$ 1.100 NLH da Wynn Summer Classic e consegue belo prêmio; confira

O baiano faturou US$ 55 mil na série

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José Carlos Brito

O verão de Las Vegas reserva aos amantes do poker inúmeras oportunidades de forras. Nas séries de torneios realizadas nos cassinos, por exemplo, muitos jogadores aproveitam para aliviar a variância da WSOP. Nesse quesito, o Brasil já chegou chegando, com José Carlos Brito aprontando na Wynn Summer Classic.

O baiano foi um dos inscritos no US$ 1.100 NLH, que registrou um field de 855 entradas totais e foi um grande sucesso. José Carlos Brito encerrou sua participação na quinta colocação, garantindo uma bela premiação de US$ 55.640.

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Não é a primeira vez que José Carlos Brito se destaca na Wynn Summer Classic. Em sua viagem para Las Vegas no ano passado, o brasileiro terminou na quarta colocação do US$ 1.600 NLH Ultimate Bounty, resultado que lhe rendeu US$ 14.700 em premiação.

A Wynn Summer Classic será disputada até o dia 13 de julho, em paralelo à WSOP 2026. A expectativa é que José Carlos e outros brasileiros sigam conquistando grandes resultados nos diversos torneios da série. O Main Event, torneio mais caro do cronograma com buy-in de US$ 10.400, conta com um impressionante garantido de US$ 10 milhões.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP

WSOP: Yuri Dzivielevski e Francisco Baruffi avançam para o Dia 2 do Evento #5 US$ 5.000 PLO; campeão levará US$ 595 mil

O campeão vai levar US$ 595 mil

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(Créditos: Poker.Org)

O Brasil alcançou a primeira mesa final na WSOP 2026 com André Welt, nesta quinta-feira. Porém, em paralelo a isso, outros nomes estavam engatados no Evento #5, o US$ 5.000 PLO 8-Handed, e conseguiram avançar para o Dia 2. São eles: Yuri Dzivielevski e Francisco Baruffi.

Enfrentando um qualificado field de 716 entradas, a dupla segue firme e forte em busca do bracelete. Dos dois, Yuri Dzivielevski é quem acumulou mais fichas, avançando para o Dia 2 com 190.000, cerca de 31 big blinds. Jogando sua especialidade, Baruffi se classificou um pouco abaixo, com 121.000, equivalente a 21 big blinds.

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O chip leader é Dylan Weisman, dono de impressionantes 951.000 fichas. Jesse Lonis (906.000), Ka Lau (790.000), Ari Engel (576.000), Farid Jattin (468.000), Robert Mizrachi (414.000), Nick Schulman (336.000), João Vieira (326.000) e Chad Eveslage (314.000) são alguns dos destaques no chip count.

O Dia 2 do torneio acontece nesta sexta-feira, a partir das 16h (horário de Brasília). Os blinds retornam em 4.000 / 8.000, com big blind ante. Restam 120 jogadores na disputa, com a faixa de premiação começando na 108ª colocação, pagando US$ 9.944. O campeão levará US$ 595.338, além do bracelete.

Francisco Baruffi

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WSOP

WSOP: Renan Bruschi coloca o Brasil no Dia Final do Evento #04 US$ 1.500 Omaha Hi-Lo

Restam 17 jogadores na briga pelo bracelete e pelo prêmio de US$ 191.362

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Renan Bruschi

Depois da primeira mesa final alcançada na série – a de André Welt, no Evento #03 -, o Brasil já tem mais uma reta final garantida na WSOP. O craque Renan Bruschi carimbou novamente a classificação no Evento #04 US$ 1.500 Omaha Hi-Lo e vai representar a bandeira verde e amarela no Dia Final do torneio.

O “Net” é um dos 17 finalistas do field de 828 entradas da competição e vai ter um stack competitivo para o retorno do torneio. Renan acumulou 1.675.000 fichas ao longo do Dia 2 e está acima da média, com um stack de quase 28 blinds para quando o jogo retornar.

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O brasileiro terá alguns adversários conhecidos no field, como os casos de Jason Daly, chip leader com 2.100.000, Vanessa Selbst, que busca o quarto bracelete e tem 1.100.000 fichas, e Ryan Bambrick, campeão do US$ 10K Omaha Hi-Lo Championship do ano passado, com 610.000.

O torneio vai voltar amanhã às 13h de Las Vegas, 17h no Brasil, com todos os classificados já garantidos com US$ 8.245. O torneio será jogado até ser conhecido o campeão e a maior premiação na disputa é de US$ 191.362, prêmio que vem acompanhado do cobiçado bracelete.

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