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WSOPC: Pablo Brito perde potes importantes na mesa final e é eliminado na 4ª colocação no Evento #13 High Roller

O baiano levou uma forra de US$ 89K

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Pablo Brito

Não é só no poker ao vivo que as coisas estão acontecendo de forma frenética. Nesse mês, o GGPoker está sediando a WSOP Circuit, que dá 18 anéis de ouro para seus campeões. Além disso, são ótimas forras em jogo.

O Brasil já conquistou duas dessas joias e, nesta segunda-feira (11), por pouco não levou mais uma delas, com o baiano Pablo Brito no Evento #13 High Roller, de US$ 2.000. Ele terminou na quarta colocação, para uma bela quantia de US$ 89.788.

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O começo do Dia Final ainda contava com 18 jogadores e, entre eles, dois nomes importantes do poker brasileiro. Um deles é Bruno Volkmann, que acabou na 15ª colocação e recebeu US$ 15.228. O outro foi Pedro Padilha, sócio do Samba Poker Team. Sua participação no torneio se encerrou na 11ª colocação e ganhou US$ 17.987.

A participação de Pablo Brito no torneio foi ótima, porém, na reta final do torneio jogado em 6-Max, ele teve uma QQ quebrada no 4-handed por KJ em um all pré-flop, onde o bordo terminou com 4JAK5. Após isso, Pablo se tornou o short stack, mas conseguiu o pay jump.

A mão final aconteceu de forma bem natural. Do BTN, Pablo colocou todas suas fichas no centro da mesa com AT e recebeu call do holandês “O O L” que tinha AK. Sem encontrar os outs necessários no bordo A9736, o baiano deixou a competição da WSOP Circuit.

Confira a mão final:

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Confira o episódio #10 do Poker de Boteco:

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Shaun Deeb mira bicampeonato do Player Of The Year e explica mudança estratégica para a WSOP 2026

O jogador atualmente é o segundo colocado na disputa

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Falta menos de um mês para o início da WSOP 2026 e os preparativos já começaram, tanto por parte da organização quanto dos jogadores dispostos a disputar os 100 braceletes distribuídos em Las Vegas. Um dos principais nomes nesse cenário é o americano Shaun Deeb, atual Jogador do Ano de 2025.

Ele, que recentemente esteve em Praga na edição europeia da série e, por muito pouco, não conquistou mais uma joia, conversou com o site Poker.org sobre os preparativos para o verão em Las Vegas, que promete ser bastante intenso. O primeiro tema foi a defesa do título de melhor jogador, conquistado no ano passado.

Neste ano, a disputa já começou, com os pontos da edição europeia já valendo. Shaun Deeb atualmente está na segunda colocação, com 1.340 pontos, atrás de Marius Kudzmanas. O campeão levará um pacote completo para a WSOP Paradise 2027, avaliado em US$ 100.000.

“Eu tive dois segundos lugares e um nono lugar em Praga. Estou muito feliz com esses resultados, e foi bem legal conseguir um resultado tão bom naquele primeiro evento de Omaha. Acho que o meu segundo lugar no torneio de Omaha vai ser o que menos pontuou para o POY entre todos os eventos classificatórios deste ano, considerando o buy-in e o tamanho do field. Então, tirar tantos pontos de um torneio que paga tão pouco foi uma grande vitória para mim”, comentou Deeb.

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Shaun Deeb

A mudança no sistema de pontuação também vai impactar bastante a disputa este ano. Agora, vencer um torneio vale uma quantidade muito maior de pontos em relação ao segundo colocado, praticamente o dobro. Deeb foi um dos que aprovou a alteração, além de ser um dos jogadores mais influentes quando o assunto é mudanças na WSOP.

“Em anos anteriores, eu costumava evitar torneios com fields muito grandes, mas uma vitória nesses eventos te dá uma quantidade enorme de pontos. Eles obviamente são muito difíceis de vencer, mas se eu estiver correndo atrás no fim da série, há um grande incentivo para tentar ganhar um desses. Com meus resultados atuais, talvez eu me afaste um pouco dos eventos de grande field”, explicou.

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Por fim, Shaun revelou que, pelos resultados conquistados em Praga e por já ter uma boa vantagem na corrida, sua abordagem para a grade de Las Vegas mudou de forma significativa. Agora, ele pretende focar em fields menores, com maiores possibilidades de resultados rápidos:

“Porque, em um evento de US$ 1.500 de No-Limit Hold’em com 10 mil jogadores, é muito improvável que eu consiga um resultado que entre no meu top 15. Eu não quero passar três dias jogando esse torneio para ganhar 150 pontos que provavelmente nem vão entrar na minha contagem final. Se eu tivesse ido mal em Praga, provavelmente teria uma abordagem diferente daqui para frente. É parecido com estratégia no golfe: quando você está na liderança, joga de forma mais conservadora. Quando está atrás, precisa ser agressivo.

Eu vejo isso como uma forma de otimizar meus pontos por hora, ou a minha porcentagem de conseguir um resultado que realmente conte. Vai ser interessante ver se essa estratégia funciona. Mas também preciso garantir que eu tenha 15 resultados no total”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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Gabriel Nóbrega é vice no US$ 109 Thursday Thrill e lidera boletim do PokerStars

Players nacionais tiveram bons resultados na plataforma.

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Gabriel Nóbrega

A lista de resultados no grind do PokerStars na quinta-feira, trouxe bons valores aos jogadores brasileiros que estiveram nos panos da plataforma. Sendo vice-campeão do US$ 109 Thursday Thrill, Gabriel Nóbrega liderou a lista. Dia contou com outros prêmios nacionais.

Foram 642 inscritos no US$ 109 Thursday Thrill, em pouco mais de oito horas de ações nas mesas. Pilotando a conta “gabrielvmn”, Gabriel Nóbrega chegou até ao heads-up, porém foi eliminado na segunda colocação e garantiu o valor de US$ 5.999. Ricardo Ragazzo, o “RRagazzo”, foi o terceiro e ganhou US$ 3.305.

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Outro destaque da quinta-feira foi anotado no US$ 22 Mini Thrusday Thrill, que contou com 2.263 registros, em quase nove horas de jogo. O jogador não identificado que comanda o nick “ljma12” deixou para trás os rivais e superou o compatriota “Whattarell77”, para ficar com o título e embolsar US$ 4.767. O vice levou US$ 3.549.

Guilherme Teles, o “GoTelesGO”, atuou no US$ 55 Mini Bounty Builder HR, junto a outros 1.878 jogadores, em pouco mais de oito horas e meia de jogo. Fazendo o 3-handed do torneio, o regular nacional foi o terceiro colocado e faturou US$ 4.333. Em quarto lugar, “urbanfe” adicionou US$ 3.470.

Confira outros prêmios na plataforma:

Evento Jogador Posição  Prêmio 
US$ 75 Daily Cooldown Eduardo Garla
“EduardoGarl@”
 US$                              3.827
US$ 109 Eliminator High Roller “Karel Thor”  US$                               3.374

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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WSOP

Jogadores poderão dar notas aos dealers durante a WSOP via aplicativo; assunto gera debate na comunidade

A principal discussão gira em torno do risco de avaliações maldosas que jogadores podem atribuir aos dealers

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Há alguns anos, uma reclamação se torna cada vez mais recorrente em tempos de WSOP: “os dealers desse evento são extremamente ruins”. E, com a nova administração da série, agora da GGPoker, isso parece caminhar para uma tentativa de solução. A organização lançou um novo sistema em que os jogadores poderão avaliar os profissionais que atuam nas mesas.

O sistema foi anunciado nesta quinta-feira e estará disponível no aplicativo WSOP+. Os dealers poderão receber notas de uma a cinco estrelas ao longo da série, acumulando avaliações feitas pelos jogadores, em um modelo semelhante ao utilizado em aplicativos de transporte, como o Uber, por exemplo.

Com isso, os profissionais mais bem avaliados receberão bônus pelo desempenho, além de serem escalados para trabalhar nos torneios mais importantes da série. “Queremos destacar nossos bons dealers, recompensá-los com bônus e talvez colocá-los nos grandes palcos da World Series of Poker. Queremos bons dealers, e vocês vão nos ajudar com isso”, afirmou Jeff Platt em um vídeo divulgando a novidade.

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Como toda mudança, a medida já gerou bastante discussão nas redes sociais, com opiniões favoráveis e contrárias. Um jogador, identificado pelo usuário “SaltySalsburglar”, criticou duramente a iniciativa: “isso me parece particularmente insano e, na verdade, cruel. O dealer comete um erro e oito pessoas sacam o celular, envergonhando alguém que já está extremamente estressado. Essa é a pior ideia que já ouvi, a menos que possamos avaliar o corpo e o rosto deles também, aí eu fico ok com isso.”

Outro comentário interessante veio do usuário “GCraos7112020”, que demonstrou preocupação com possíveis avaliações injustas: “espero que isso não seja usado de forma abusiva para prejudicar os dealers por causa de baralhos ruins ou bad beats. Quem estiver revisando esse feedback precisa ser muito cuidadoso, considerando o quão horríveis e injustos os jogadores podem ser.”

Diversos jogadores também opinaram que a atitude da WSOP parece justa, já que pode incentivar os profissionais a melhorarem o desempenho nas mesas. Por outro lado, a maior preocupação levantada pela comunidade é justamente a possibilidade de avaliações maldosas feitas por competidores frustrados, o que poderia maquiar os resultados do processo. E você, é a favor desse tipo de avaliação profissional?

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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