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PokerStars retira Power Up da plataforma e apresenta Deep Water e Tempest; confira
Até o momento, os novos jogos ainda não estão disponíveis na plataforma
Recentemente o Mundo Poker divulgou algumas futuras mudanças no PokerStars como a saída do Power Up e a inserção de novos jogos. Pois bem, o primeiro ajuste já foi realizado na plataforma. A aba do Power Up não está mais disponível.
No entanto, até o momento, Deep Water e Tempest ainda não foram incluídas no programa. Porém, o PS divulgou informações sobre os jogos, que são baseados no Texas Hold’em.

Power Up não está mais presente na plataforma
Além disso, uma surpresa para jogadores será a existência de um terceiro blind: o giant blind, valendo o dobro do big blind. E o ante progressivo, que vai aumentando a cada rodada até o showdown.
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Em relação aos valores do ante, eles serão fixos e o valor máximo da aposta será limitado não podendo ultrapassar o big blind.
Deep Water Hold’em
O Deep Water funciona de acordo com as regras do Texas Hold’em, com rodadas de apostas pré-flop, flop, turn e river. No início de cada mão, cada jogador fará sua aposta.
O valor do ante para uma mão dada é baseado nas mãos anteriores distribuídas na mesa. Se a mão anterior teve showdown, a aposta será redefinida para seu valor mais baixo.
Caso não tenha tido o showdown, o valor da aposta aumentará. E o jogador sentado à esquerda do big blind lançará o giant blind. Já no heads-up, o participante no button fará uso de um big blind e seu oponente de um giant blind.
Se você achou que o Deep Water tem muitas novidades, olha só o Tempest reserva para os participantes.
Tempest Hold’em
O Tempest tem um formato exclusivo de antes que aumentam até o showdown e um extra blind pré-flop. Mais que isso, tem apenas duas opções para todos os participantes: all-in ou fold. Achou difícil? Vamos para a explicação.
Não é tão complicado quanto parece. À princípio, o jogo acontece da mesma forma que o Deep Water. A diferença é que no pré-flop só existe a opção de dar all-in ou foldar, já explicado acima.
Além disso, todo pote é limitado, ou seja, ninguém vai poder apostar ou perder mais de 10 giant blinds em uma única mão. No momento do heads-up, o jogador no button dará um big blind enquanto o adversário lançará o giant blind.
Gostaram das novidades? Comentem no Twitter do Mundo Poker qual deles vocês ficaram mais ansiosos para jogar!
WSOP
WSOP: Rei da WSOP Circuit, Maurice Hawkins bate na trave do primeiro bracelete com vice-campeonato no Evento #28
Americano soma 25 anéis de circuito mundial, mas não conta com bracelete
O nome de Maurice Hawkins costuma aparecer no Mundo Poker por dois motivos: ou o americano adicionou mais um título no seu recorde de anéis da WSOPC, ou uma nova polêmica envolvendo seu nome surge em algum lugar. Dessa vez, a trave num bracelete é a razão.
Apesar de 25 títulos na WSOP Circuit, Hawkins não conta com um bracelete em sua lista de feitos. E no Evento #28, o US$ 600 Mixed NLH/PLO, ele esteve presente em uma mesa final cheia de jogadores de alta qualidade. O ótimo desempenho parou no último obstáculo: Hawkins foi o vice-campeão e levou US$ 135.864.
LEIA MAIS: WSOP: Estrelas estão na reta do US$ 50k High Roller; Santhosh Suvarna é o chip leader com 12 left
O US$ 600 NLH/PLO ficou conhecido por uma mesa final de altíssimo nível, principalmente levando em consideração o buy-in da disputa. Daniel Negreanu, Alex Foxen e Josh Reichard também estiveram na batalha pelo bracelete. O título, no entanto, ficou com Brent Gregory, que embolsou US$ 204.140.
Hawkins soma quase US$ 8 milhões em premiação no Hendon Mob, mas naturalmente, o prestígio que o bracelete da WSOP leva é mais importante do que o resultado final do torneio. O polêmico jogador está em um bom ano, somando múltiplos títulos do circuito mundial.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
WSOP: Estrelas estão na reta do US$ 50k High Roller; Santhosh Suvarna é o chip leader com 12 left
Campeão vai levar US$ 1,92 milhão pra conta
Enquanto a WSOP vai avançando na sua terceira semana, os torneios começam a mostrar cada vez mais variedade, incluindo um High Roller com buy-in de US$ 50 mil, o maior da série até o momento. O torneio está em sua reta final e, na definição nesta terça-feira, Santhosh Suvarna vai largar na frente.
O indiano, que é figurinha carimbada nos circuitos High Roller ao redor do mundo e tem múltiplos braceletes de WSOP na conta, lidera com 7.700.000 fichas. Ele tem boa vantagem em relação ao sul-coreano Chang Lee, com 5.900.000. Outro craque dos High Rollers, Brandon Wilson, fecha o top 3 com 5.200.000.
LEIA MAIS: WSOP: Allen Kessler bate na trave do primeiro bracelete e cai no 3-handed do US$ 10k Stud
O US$ 50.000 High Roller da WSOP corresponde ao Evento #29 da série e contou com 167 entradas, com 12 jogadores ainda vivos. Chris Brewer, Jans Arends, Pieter Aerts, Sergio Aido e Ben Heath, todos nomes famosos do cenário de buy-ins mais altos, continuam na briga. Nenhum brasileiro se registrou no US$ 50k High Roller.
A definição do torneio mais caro da grade até o momento vai rolar às 16h do horário de Brasília, com blinds em 100.000 / 150.000 e big blind ante. Os 12 vivos já garantiram US$ 105.000, enquanto o campeão vai embolsar a bagatela de US$ 1.922.870.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
Após dia 6 no Main Event em 2025, Alen Fillipi perde “melhor” WSOP por motivo inusitado; entenda
Alagoano perdeu o passaporte logo antes da viagem
Alen Fillipi teve um desempenho espetacular na WSOP em 2025, e mesmo sendo eliminado no Dia 6 do Main Event em uma bad beat gigante contra Murilo Milhomem, foi um dos melhores representantes do país no principal torneio de poker do ano. Em 2026, no entanto, Alen não poderá repetir o feito.
Isso porque o alagoano, por algum tempo, não poderá viajar para os Estados Unidos ou qualquer outro país. Alen compartilhou em seu Instagram que recentemente perdeu seu passaporte e, como resultado, não terá tempo hábil para ir até os Estados Unidos.
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Além da WSOP, os Estados Unidos estão neste momento realizando outro evento bastante importante. A Copa do Mundo se inicia nesta quinta-feira, e os jogadores que viajaram até o país teriam a oportunidade de participar também de um dos maiores eventos esportivos que existem. Para Alen, a chance vai ficar só no desejo.
A história foi compartilhada pelo próprio alagoano no Instagram. “No melhor ano para se ir à WSOP [e] assistir o jogo da Copa do Mundo, eu perco meu passaporte e GG Vegas. Que tristeza! Mas levo como um livramento. Só assim pra ficar de boa da entrada novamente, e ano que vem estarei lá se Deus quiser”, escreveu.
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