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MundoTV Cast #13: Alen Fillipi vai de resenhas hilárias da carreira até grandes decepções em mesas finais valiosas

O craque alagoano é um dos jogadores mais divertidos do cenário brasileiro

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O MundoTV Cast gravado durante o KSOP Special ganha a divulgação de mais um capítulo sensacional. O convidado da vez é o craque Alen Fillipi. O jogador alagoano teve uma ascensão meteórica na carreira e conta com um currículo repleto de resultados e mesas finais marcantes nas principais séries do Brasil e até na WSOP deste ano.

O começo da história de Alen é bastante vinculado ao Nordeste Poker Series e foi assim que o papo começou. Ele lembrou a história da primeira mesa final que fez contra jogadores que se tornaram seus grandes amigos no futuro e o título do torneio On Fire que serviu para abrir portas para uma caminhada de sucesso.

Quem conhece Alen de perto sabe o quão divertido ele é. Não tem como ficar ao lado dele e da galera do Nordeste sem dar risada. “A carreira da gente é voltada em resenha. A gente joga muito live e uma coisa muito especial de torneio live é essa brincadeira, resenha com os amigos. A gente procura sempre se divertir. Se não der bom com os prêmios, pelo menos a gente tem história para contar depois”.

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“É que tem muita resenha de tudo. Eu levei meu filho para uma viagem. Meu filho chegou no hotel e pediu um negócio e botou o número do quarto. Aí pede outro negócio, bota o número do quarto. Ele ligou para o avô dele e falou ‘vô, esse lugar que o papai me trouxe é muito bom. Você não paga nada, bota o número aqui e pede o que quiser’. Aí o Ytarõ tava por perto e ficou falando para ele pedir tudo mesmo”, disse aos risos.

No relato da primeira experiência em Las Vegas, também teve várias histórias. Ele disse que tirou onda com o high stakes Brandon Adams. “Peguei uma foto do Clark Kent (pela semelhança) e ele começou a rir. Eu isolava ele toda mão”, lembrou.

Alen ficou afastado durante o período da pandemia por ficar com “muito medo” da doença. Quando pegou, ficou internado por sete dias. Mas nesse período de foco puro no online o craque conta que melhorou demais o seu jogo. “Eu evoluí três anos em um ano”, disse em uma das passagens da entrevista.

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Mas nem só de momentos alegres foi o papo com Alen. O craque teve recentemente três eliminações em mesas finais terminando no 7º lugar. As duas maiores, a do BSOP Millions 2021 e a do Millionaire Maker 2022 em Las Vegas terminaram com bad beats. Ele apontou que a valendo o bracelete foi a pior delas.

“Na hora dá aquela frustração. Eu achei que eu ia ganhar o torneio. Eu entrei no último dia chip leader e eu tava chip leader. Eu tava muito grande, as coisas acontecendo. Tudo tava dando até certo até um flip na semi FT. Ali meio que me ferrou, mas consegui remanejar. Tinha uns caras muito bons, mas eu tava sentindo uma vibe boa, eu tava encaixado. Você percebe quando tá pegando os spots certos”.

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A do BSOP Millions também pesou bastante. “Foi muito dolorido pela situação. Para não pensar tão longe, pelo menos um 3-handed. Foi uma mão que me valeu R$ 400.000, R$ 500.000. Ali eu fiquei em choque. Não vou mentir. Quando eu saí ali fiquei sem acreditar. Fiquei mal, passei uns dias refletindo. Você não quer ouvir nada, você só quer sumir dali. Eu devia estar acostumado, mas o live é especial”, explica.

Apesar das traves, Alen Fillipi tem confiança que um grande título ainda vai rolar. “Tenho certeza que falta esse resultado como uma provação para mim mesmo. Falta um para eu dizer “realmente eu cheguei num patamar. Tenho certeza também que vai chegar”.

Confira o MundoTV Cast completo com Alen Fillipi:

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WSOP

WSOP: Flush over flush derruba Renan Bruschi precocemente no US$ 25.000 Heads-Up Championship

Cooler acabou eliminando o brasileiro ainda no início do duelo

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Renan Bruschi
Renan Bruschi

O quinto dia de WSOP começou cedo para o Brasil, com destaque para a participação do craque Renan Bruschi no US$ 25.000 Heads-Up Championship, Evento #07 da série e um dos mais prestigiados da grade. Mas, infelizmente, a passagem do brasileiro acabou de forma precoce por conta de um cooler.

Ainda no comecinho do Dia 2A, Renan Bruschi se despediu da competição ao perder uma mão com flush vs flush. O gaúcho foi sorteado em um confronto contra o japonês Shota Nakanishi e o duelo durou poucos minutos, sendo o primeiro a ser finalizado. A mão que decretou a queda do “Net” foi captada a partir do turn pela cobertura da PokerNews.

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O board já mostrava e Nakanishi apostou 16.000 fichas nesse momento. Em posição, Renan fez o raise para 50.000 e recebeu o call do adversário. O river foi um e o japonês deu check. Com , um flush, Bruschi anunciou o all in de cerca de 65.000 fichas.

Nakanishi deu snap call, trazendo a má notícia para o brasileiro. Ele apresentou , um flush maior, e ganhou o pote para decretar a eliminação de Renan Bruschi da competição. 64 jogadores iniciaram o torneio, que segue hoje até restarem oito. Ontem, nomes como Daniel Negreanu e Michael Mizrachi se classificaram no Dia 1A.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Geral

B-Day do Carneirinho: Miri Balen é campeã do Seeeextou do Carneirinho e faz a festa no Rio de Janeiro

A jogadora brilhou para levar R$ 22.250

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O evento de aniversário de Pedro Cassar, o “Carneirinho”, continua agitando a capital carioca. Na badalada noite de sexta-feira no Rio de Janeiro, a festa no evento ficou por conta da jogadora Miri Balen. Ela foi a campeã do torneio do dia do evento festivo e saiu de bolsos cheios.

Miri Balen enfrentou um field de 77 entradas na competição de R$ 1.500 e garantiu um belo retorno com a vitória. Passando por nomes conhecidos não só do cenário carioca, mas também do nacional, a jogadora recebeu R$ 22.250, valor definido após múltiplos acordos na mesa final.

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Campeã, ela falou feliz sobre o feito: “foi muito divertido. Acho que fiquei CL o torneio inteiro até chegar na mesa final. Perdi umas fichas em certo ponto, mas recuperei e foi muito divertido. Foi o primeiro dia que eu vim aqui no evento do “Carneirinho” e tá todo mundo aproveitando muito. Espero que tenha outros”, falou Miri.

Na mesa final, Balen teve a companhia de outra mulher, Milena Magrini, mas esta acabou caindo cedo. Outro nome de peso foi Ramon Pessoa, que ficou com a sexta colocação. No pódio do torneio, Miri esteve ao lado do amigo Raphael “Vó”, vice, e de Charles Dore, terceiro. Eles saíram com R$ 21.500 e 15.200, respectivamente.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Miri Balen – R$ 22.250
2º – Raphael Vó – R$ 21.500
3º – Charles Dore – R$ 15.200
4º – Michael Goulart – R$ 9.000
5º – Daniel Alves – R$ 7.000
6º – Ramon Pessoa – R$ 5.300
7º – Juliano Pacheco – R$ 4.000
8º – Adriano Carvalho – R$ 3.000
9º – Milena Magrini – R$ 1.500

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP

WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”

O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas

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André Welt (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.

O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:

“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.

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Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.

O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.

“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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