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EPT: Líder no início do Dia 2, Fintan Hand leva bad beat difícil de engolir com KK em pote de mais de 200 big blinds

O streamer do PokerStars ficou paralisado com o river

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(Crédito: Michey May)

Passar chip leader para o Dia 2 de qualquer torneio é sempre uma coisa boa, mas não é garantia de nada. Quem começou a segunda parte do Main Event do EPT Online nessa posição foi o streamer Fintan Hand, o “easywithaces”, um dos embaixadores do PokerStars. Só que a vida do irlandês ficou bem complicada no provavelmente o maior pote até aquele momento.

A jogada aconteceu nos blinds 8.000 / 16.000 e começou com raise de Fintan do hijack para 36.000 fichas com . Quem se envolveu na história foi o craque Scott Margereson, popularmente conhecido pelo nick “Aggro Santos”. Ele 3-betou do cutoff para 120.000 fichas com . O “easywithaces” respondeu dando outra. Ele fez tudo 295.000 fichas.

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O “Aggro Santos”, então, apenas deu call. Aí apareceu um flop que trouxe a confusão: . O britânico ficou flush draw. Fintan Hand fez o c-bet de 184.000 fichas e o rival foi para o raise de 480.000. Com o pote já muito grande, não restou muitas alternativas para o streamer e ele anunciou all in com mais fichas. Scott pagou com 862.539 que deixou para trás.

O pote ficou com impressionantes 3.315.078, o equivalente a 207 big blinds. O turn veio e manteve o favoritismo de Fintan Hand, mas o river trouxe uma dura notícia. Não veio o flush, mas o apareceu para dar o potaço para o Aggro Santos, deixando o streamer quase sem palavras. “Coração partido”, limitou-se a dizer.

A fatiada foi enorme, mas ele ainda ficou com um bom stack e resistiu no torneio por um bom tempo. O irlandês foi eliminado em 134º e levou US$ 11.757, o ITM mínimo. Margereson segue no jogo até o fechamento desta matéria entre os 93 sobreviventes.

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WSOP: João Simão e Dennys Ramos avançam para o Dia 2 do Evento #32 US$ 3.000 NLH

Torneio volta nesta quarta-feira ainda com registro aberto

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João Simão (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

A terça-feira da WSOP deu início a um bom torneio de No-Limit Hold’em, a modalidade mais tradicional do poker. O Evento #32 US$ 3.000 NLH foi o escolhido por alguns dos brasileiros para começar uma nova busca por bracelete e uma dupla fortíssima se classificou para o Dia 2.

João Simão e Dennys Ramos avançaram entre os 295 classificados do Evento #32, que teve um field total de 979 entradas até aqui. Liderando a dupla brasileira aparece João Simão. Depois de cair de forma amarga do Monster Stack, o mineiro mostrou resiliência, engatou no torneio a passou bem.

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Simão acumulou 149.000 fichas nos níveis jogados e vai ter quase 60 blinds para quando o torneio retornar. Já Dennys Ramos fechou o dia com 98.000 fichas, quase 40 blinds para o Dia 2. O chip leader até aqui é o espanhol Daniel Vicente, que chegou a incríveis 1.4 milhões de fichas.

A volta do US$ 3.000 NLH está marcada para às 12h desta quarta-feira em Las Vegas, 16h no Brasil. As inscrições no torneio serão permitidas por mais dois níveis e, quando encerradas, a premiação será divulgada. O jogo retorna nos blinds 1.000 / 2.500.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP

WSOP: Set over set para virar chip leader encerra participação de João Simão no US$ 1.500 Monster Stack na 17ª posição

O brasileiro fechou uma bela campanha com US$ 75.000

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João Simão (crédito: Hennart Lennig/WSOP)

A expectativa para mais uma mesa final importante de João Simão na carreira era enorme, mas o plano acabou frustrado – por enquanto. Na noite desta terça-feira, o brasileiro se despediu do gigantesco US$ 1.500 Monster Stack, Evento #18 da WSOP Las Vegas em 2026.

Depois de quatro dias de jogo e de enfrentar um numeroso field de 11.933 entradas, João Simão teve sua trajetória encerrada na competição bem pertinho da mesa final. O profissional de Minas Gerais terminou o torneio com o 17º lugar, conseguindo um ótimo prêmio de US$ 75.000 pela performance.

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Apesar do bom valor, o gosto foi completamente amargo. João Simão teve um beo início de Dia 4 e conseguiu se manter com stack confortável durante grande parte do torneio. Foi somente na reta final do dia, quando restavam 20 jogadores, que o brasileiro precisou se movimentar.

Depois de perder um pote grande de 22 x QQ, Simão conseguiu recuperar parte de suas fichas em um QT x AJ e voltou a ficar com um bom stack. Indo para a semi-FT entre os primeiros lugares, parecia que somente um cooler poderia tirar o brasileiro de uma possível e esperada mesa final. E foi o que aconteceu.

Um set over set que terminou em all in no turn caiu para o lado errado e tirou João Simão do torneio. A transmissão da WSOP não captou a mão derradeira para o brasileiro.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP

Eduardo Gravronski acaba com hegemonia argentina e conquista o Main Event do KSOP GGPoker Iguazú: “um sonho”

O brasileiro teve uma bela campanha na mesa final após começar 5º em fichas

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Eduardo Gavronski

O KSOP GGPoker tem uma história marcada por conquistas estrangeiras no Main Event. Em Iguazú, as duas edições anteriores terminaram com títulos argentinos. Nesta terça-feira (26), porém, o brasileiro Eduardo Gravonski mudou o roteiro. Após uma atuação impecável na mesa final, ele encerrou a sequência dos hermanos e eternizou seu nome na história do circuito.

Gravonski não tomou conhecimento do field de 314 entradas e, depois de uma longa maratona, embolsou a forra de R$ 170.000 depois de um acordo no 3-handed. É um sonho realizado. Muita batalha, muita luta. Graças a Deus aconteceu. Agora no KSOP concretizamos campeão do Main Event. É um sonho de muito tempo”, falou o felicíssimo Eduardo.

O dedicado recreativo falou sobre os ingredientes que o tornaram campeão do Main Event do KSOP GGPoker. “Eu acho que é um somatório de muita coisa. É mais um hobby, mas sempre estudando, correndo atrás, jogando muito, jogando torneios deep stack. Saí um pouco dos turbos. Eu tava correndo atrás disso há muito tempo”, completou.

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Gavronski chegou na mesa final com o quinto maior stack e, com sabedoria, soube esperar os momentos certos para agir. Viu de camarote alguns embates, ganhou saltos na premiação sem correr tantos riscos e, quando conseguiu fazer fichas, foi cirúrgico para surfar a onda até o 3-handed com Felipe Boracchia e Renan Revinthis.

“Eu acho que evitei muitos showdowns. A variância pega mais no final, mas tentei jogar o máximo que eu pude o pós-flop. Num torneio deep stack, se você for flipar três, quatro dias seguidos, você vai cair”, considerou Gavronski.

Renan buscava a façanha do bicampeonato, feito realizado apenas por Wender Oliveira na história do KSOP GGPoker. Depois do acordo entre os últimos três finalistas, um coin flip entre ele e Gavronski com stacks praticamente idênticos formou o heads-up. O 66 de Eduardo segurou contra o AQ do carioca para chegar em vantagem no HU.

O terceiro Main Event da etapa de Iguazú teve a possibilidade do terceiro título de um argentino, mas Eduardo não deu chance para Felipe Boracchia no duelo final. Com paciência, ele conduziu o heads-up até deixar o rival com seis blinds e decidir em outro coin flip. A derradeira foi de 55 contra K8. Um 5 apareceu no flop e no turn ele já pôde fazer a festa.

55 com 5 no flop. Curiosamente, Eduardo tem cinco filhos. “Tava escrito! Um abraço para a piazada. Estão sempre torcendo por mim. Estão estudando, se formando, correndo atrás e eu e minha esposa estamos aqui”, finalizou o mais novo membro do hall de campeões do Main Event do KSOP GGPoker.

Confira a premiação e como foi a eliminação de cada um na mesa final:

1º – Eduardo Gavronski (Brasil) – R$ 170.000*
2º – Felipe Boracchia (Argentina) – R$ 127.500*

3º – Renan Revinthis (Brasil) – R$ 127.500

4º – Ivan Rego (Brasil) – R$ 66.000

5º – Matheus Pimentel (Brasil) – R$ 48.000

6º – Juan Klas (Argentina) – R$ 37.000

7º – Martin Briones (Argentina) – R$ 28.000

8º – Adir Bottin (Brasil) – R$ 22.000


9º – Diego dos Santos (Brasil) – R$ 18.600

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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